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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise taxonômica e molecular de Cestoda nematotaeniidae parasito de intestino delgado de Rhinella marina (Linnaeus, 1758) (Amphibia: Bufonidae) de Belém-Pa
    (Universidade Federal do Pará, 2010-07-02) MELO, Francisco Tiago de Vasconcelos; SANTOS, Jeannie Nascimento dos; http://lattes.cnpq.br/4543897195525368
    Os anfíbios da espécie Rhinella marina também conhecidos como Sapo-Cururu e possuem distribuição mundial. Possuem hábitos noturnos, e devido a sua alimentação bem diversificada vivem em diferentes habitats. Assim podem estar parasitados com uma variedade de helmintos. Dentre os helmintos, os cestodas são o objeto de estudo deste trabalho. Os membros da Família Nematotaennidae são comumente encontrados parasitando o intestino delgado de anfíbios e répteis. O presente trabalho tem como objetivo identificar e caracterizar morfologicamente e molecularmente um cestoda parasito de R. marina da cidade de Belém-PA. Para isso vinte hospedeiros foram capturados em domicílios da região metropolitana de Belém-PA e, após necropsia, os cestoda foram retirados do intestino delgado, alguns exemplares foram fixados em A.F.A, alguns fixados em Glutaraldeído a 2% em tampão cacodilato, e outros em álcool absoluto para serem processados para diferentes técnicas. Parte da amostra foi desidratada em uma série etanólica, corados com Carmin®, clarificados com Salicilato de Metila®. Alguns exemplares foram desidratados e incluídos em parafina para realização de cortes transversais e longitudinais. Os exemplares fixados em glutaraldeído foram desidratados e incluídos em Historesina®. Os cestoda também foram processados para microscopia Eletrônica de Varredura. A identificação foi realizada por meio de desenhos realizados no microscópio Olympus BX 41 com câmara clara, fotografias feitas em microscópio MEDILUX, com sistema de captura de imagem e MEV. Os Cortes histológicos longitudinais foram fotografados e com o Software RECONSTRUCTTM foi realizada a reconstrução tridimensional do corpo do parasito. Helmintos fixados em álcool absoluto foram submetidos a extração de DNA, amplificação gênica pela técnica de PCR e seqüenciamento de nucleotídeos. Os cestoda possuem um corpo cilíndrico, filiforme e indistintamente segmentado, exceto na porção posterior. Escólice com quatro ventosas sem rostéolo ou órgão apical, os proglotes grávidos apresentam duas cápsulas piriformes, que se fundem na base, contendo os ovos. A partir das observações por microscopia eletrônica e luz dos cestoda encontrados no intestino delgado de R. marina, observou-se que estes cestoda pertencem à Família Nematotaeniidae, no entanto os outros caracteres morfológicos e moleculares por nós encontrados não encaixam este cestóide em nenhum gênero desta Família.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Aspleniaceae (Polypodiopsida) do corredor de biodiversidade do norte do Pará, Brasil: um fragmento do Centro de Endemismo Guiana
    (2012-06) GÓES NETO, Luiz Armando de Araújo; PIETROBOM, Marcio Roberto
    Este artigo é parte de uma série onde serão tratadas as espécies de licófitas e samambaias do Corredor de Biodiversidade do Norte do Pará, e faz parte do projeto "Diagnóstico da Biodiversidade das Unidades de Conservação Estaduais do Mosaico Calha Norte, Estado do Pará". Neste manuscrito é tratada a família Aspleniaceae, sendo apresentados chave de identificação, ilustrações, distribuição geográfica, breves descrições e comentários taxonômicos. Aspleniaceae está representada por oito espécies (Asplenium angustum Sw., A. auritum Sw., A. cruegeri Hieron., A. delitescens (Maxon) L.D. Gómez, A. juglandifolium Lam., A. salicifolium L., A. serratum L. e A. stuebelianum Hieron.). A maioria apresentou-se como epífita sobre tronco em decomposição, no interior da mata. O número de espécies registradas corresponde a 35% das espécies referidas para a Amazônia brasileira e a 40% das espécies referidas para o estado do Pará.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Atributos funcionais como características distintivas de comunidades: o que diferencia anuros do Cerrado e da Caatinga?
    (Universidade Federal do Pará, 2019-01) SANTOS, Mayra Caroliny de Oliveira; COSTA, Maria Cristina dos Santos; http://lattes.cnpq.br/1580962389416378
    As condições ambientais influenciam a distribuição de organismos e modificam as características funcionais. Essas características podem ser morfológicas, comportamentais e fisiológicas que apresentem uma função. Avaliamos a diversidade taxonômica e funcional de anuros em ambientes de Cerrado e Caatinga no Piauí, Brasil. Os anuros foram coletados no município de Floriano, em área de Cerrado com fitofisionomia de cerradão e no município de Alvorada do Gurguéia, na Caatinga com fitofisionomia de caatinga arbórea. O método utilizado foi busca ativa e auditiva entre janeiro e abril de 2018. Foram estabelecidas seis parcelas, com no mínimo 500 metros de distância entre elas em cada localidade. A composição das espécies foi verificada pela análise de PCoA e PERMANOVA. Para diversidade funcional foi usado a entropia quadrática de Rao. A RLQ e o método fourth-corner relacionaram os atributos com às características ambientais. Os resultados mostraram separação e diferença na composição das espécies de acordo com as diferentes áreas. As fitofisionomias de Cerrado e Caatinga apresentaram diferenças nos valores de diversidade funcional dos anuros. A área de Cerrado teve relação com a temperatura e precipitação e a área de Caatinga com a serrapilheira. A composição de anuros foi influenciada por variáveis ambientais e não teve significância sobre a composição de atributos funcionais. Assim, a composição foi influenciada pelo ambiente e as distinções entre as fitofisionomias como período chuvoso e quantidade de microhabitats foram importantes para as diferenças nos atributos funcionais de espécies de anuros e por consequência na diversidade funcional.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Campylorhamphus procurvoides successor (Aves: Dendrocolaptidae) is a junior synonym of Campylorhamphus trochilirostris notabilis
    (2009-09) PORTES, Carlos Eduardo Bustamante; ALEIXO, Alexandre Luis Padovan
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização do grupo Edessa rufomarginata e descrição de sete novas espécies (Heteroptera, Pentatomidae, Edessinae)
    (2006-09) SILVA, Eduardo José Ely e; FERNANDES, José Antônio Marin; GRAZIA, Jocélia
    Neste trabalho é proposto o grupo Edessa rufomarginata, que inclui E. rufomarginata (De Geer, 1773), E. marginalis (Dallas, 1851), E. albomarginata (Stål, 1855), E. abdominalis Erichson, 1848, E. corallipes Erichson, 1848, E. aulacosterna Stål, 1872, E. ovalis Stål, 1872 e E. nigropunctata Berg, 1884. São descritas sete novas espécies pertencentes ao grupo, seis do Brasil e uma da Argentina: E. brasiliensis sp. nov., E. castaneolineata sp. nov., E. cerradensis sp. nov., E. chapadensis sp. nov., E. luteovenulata sp. nov., E. rufodorsata sp. nov. (Argentina) e E. virididorsata sp. nov. As espécies deste grupo ocorrem na Venezuela, Suriname, Guiana, Brasil, Paraguai e Argentina.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Cyatheales (Polypodiopsida) do Corredor de Biodiversidade do Norte do Pará, Brasil
    (2014-09) GÓES NETO, Luiz Armando de Araújo; PIETROBOM, Marcio Roberto
    Este artigo é parte de uma série onde são apresentadas as espécies de licófitas e samambaias do Corredor de Biodiversidade do Norte do Estado do Pará e faz parte do projeto "Diagnóstico da Biodiversidade das Unidades de Conservação Estaduais do Mosaico Calha Norte, Estado do Pará". Neste manuscrito é apresentado o tratamento taxonômico de Cyatheales com chaves de identificação, ilustrações, distribuição geográfica, descrições e comentários dos táxons estudados. Foram registradas duas famílias (Cyatheaceae e Metaxyaceae), três gêneros (Cnemidaria, Cyathea e Metaxya), oito espécies e uma variedade, sendo o gênero Cyathea o mais representativo com sete espécies.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Descrição e comparação morfológica da terminália feminina das espécies de Agromyzidae (Diptera: Opomyzoidea)
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05-10) MONTEIRO, Nilton Juvencio Santiago; ESPOSITO, Maria Cristina; http://lattes.cnpq.br/2112497575917273
    A família Agromyzidae é composta por mosca fitófagas de grande semelhança morfológica. A terminália masculina é a principal estrutura que auxilia na identificação das espécies. No entanto, a terminália feminina tem sido negligenciada por muitos trabalhos até agora. Neste estudo, foram descritas as terminálias femininas de 27 espécies em 9 gêneros de Agromyzidae (Japanagromyza Sasakawa, Melanagromyza Hendel, Calycomyza Hendel, Galiomyza Spencer, Liriomyza Mik, Nemorimyza Frey, Phytoliriomyza Hendel, Phytomyza Fallén, Pseudonapomyza Hendel) depositados no Museu de Zoologia da Universidade Federal do Pará (UFPA) e na Coleção Entomológica do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG). Os abdomens das fêmeas foram clareados em KOH 10%, dissecados e a terminália feminina foi desenhada utilizando um microscópio acoplado a uma câmara lucida. O formato do nono esternito abdominal, a forma das espermatecas e o número de cerdas marginais foram importantes características para a identificação das espécies. O formato e comprimento da guia de ovos foi importante na identificação das subfamílias de Agromyzidae (Agromyzinae e Phytomyzinae). Algumas considerações sobre os caracteres similares foram baseadas nas hipóteses de relacionamento filogenético entre os gêneros da família Agromyzidae. Espera-se que os resultados obtidos neste estudo possam auxiliar na identificação de espécimes fêmeas de agora em diante.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Descrição e osteologia de uma nova espécie do gênero Leporinus (Characiformes: anostomidae) do rio Xingu, Para, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2022-12-19) CHAVES, Cláudia Sousa; BIRINDELLI, José Luis Olivan; http://lattes.cnpq.br/4475607120379771; https://orcid.org/0000-0001-9646-9636; SOUSA, Leandro Melo de; http://lattes.cnpq.br/6529610233878356; https://orcid.org/0000-0002-0793-9737; https://orcid.org/0000-0001-9646-9636
    Os peixes da família Anostomidae são popularmente conhecidos no Brasil como aracus, piaus e piaparas, estando amplamente distribuídos na região Neotropical, sendo que na Amazônia se concentra mais da metade das 150 espécies conhecidas. No rio Xingu são conhecidas 23 espécies de anostomídeos, e o presente estudo busca ampliar o conhecimento sobre a diversidade de Anostomidae da bacia do rio Xingu através da descrição de uma nova espécie. Para isso, foram utilizadas ferramentas da taxonomia tradicional e marcadores moleculares. Além disso, o padrão de distribuição e status de conservação da espécie foram avaliados. O material analisado é proveniente de coletas nos trechos superior, médio e baixo do rio Xingu, e encontra-se depositado nas coleções científicas do LIA, INPA, MZUSP, MPEG e MZUEL. Um total de 56 indivíduos foram analisados. Leporinus sp.2 possui corpo com uma listra escura longitudinal que vai desde a porção anterior do opérculo até o pedúnculo caudal, formada por maculas horizontalmente alongadas, barras escuras transversais no dorso e fórmula dentária 3/4. Sendo similar no padrão de colorido a L. britskii, L. guttatus, L. marcgravii, L. microphthalmus, L. microphysus, L. unitaeniatus, L. vanzoi L. octomaculatus. A espécie nova difere de L. britskii, L. guttatus, L. marcgravii e L. octomaculatus por apresentar 16 séries de escamas ao redor do pedúnculo caudal (vs. 12), de L. unitaeniatus, L. vanzoi por ter três dentes na pré-maxila (vs, quatro). Os dados de DNA Barcode também corroboram esta hipótese, já que a espécie nova difere de todas as congêneres analisadas. As espécies congêneres mais próximas da espécie nova são Leporinus unitaeniatus e L. vanzoi, com quem possui distância genética de cerca de 3%. Características osteológicas da espécie são descritas, ilustradas e discutidas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Dez novas espécies de Amphidraus Simon, 1900 (Araneae: Salticidae: Euophryini) e três novas combinações
    (Universidade Federal do Pará, 2017-02-21) SOUZA, Alexandre Salgado de; RUIZ, Gustavo Rodrigo Sanches; http://lattes.cnpq.br/3135887179267009
    Dez espécies novas de Amphidraus Simon, 1900 provenientes do Brasil são descritas: A. belzonte sp. nov. (♂), A. bifidus sp. nov. (♂♀), A. caxiuanan sp. nov. (♂), A. draconicaudatus sp. nov. (♂♀), A. janauri sp. nov. (♂), A. loxodontillus sp. nov. (♂), A. mysticetus sp. nov. (♂♀), A. nigrigenu sp. nov. (♂), A. pulvinus sp. nov. (♂) e A. simplex sp. nov. (♂♀). Uma nova diagnose é proposta para o gênero e três novas combinações são estabelecidas para três espécies atualmente mal alocadas em Amphidraus: Nebridia parva Mello-Leitão, 1945 = Titanattus parvus (Mello-Leitão, 1945) new comb., Nebridia manni Bryant, 1943 = Truncattus manni (Bryant, 1943) new comb. e Nebridia mendica Bryant, 1943 = Truncattus mendicus (Bryant, 1943) new comb. Novos registros de A. santanae Galiano, 1967 são apresentados, permitindo um breve comentário sobre as variações morfológicas encontradas.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Diversidade de helmintos de Ageneiosus ucayalensis Castelnau 1855 (Pisces siluriformes) da foz do Rio Guamá e Baia do Guajará, Belém, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2010-05-10) GIESE, Elane Guerreiro; SANTOS, Jeannie Nascimento dos; http://lattes.cnpq.br/4543897195525368; VALLINOTO, Antonio Carlos Rosário; http://lattes.cnpq.br/3099765198910740
    Estudos em taxonomia descritiva de helmintos de peixes na Amazônia são relevantes, visto a grande diversidade de hospedeiros conhecidos. Este estudo visou analisar o parasitismo de Ageneiosus ucayalensis identificando e descrevendo novos helmintos, e referenciar novos hospedeiros para Espécies de helmintos conhecidos, utilizando como ferramentas microscopia de luz, eletrônica de varredura e biologia molecular. A. ucayalensis, peixe Siluriformes de água doce da América do Sul é uma Espécie pouco estudada, frente à sua importância na cadeia trófica de ambientes dulcícolas e de seu valor na composição da dieta alimentar de populações ribeirinhas amazônicas. Esses hospedeiros habitam a região da foz do rio Guamá e baía do Guajará e estão parasitados por helmintos dos Filos Plathyhemintes, Acanthocephala e Nematoda os quais foram aqui descritos pela primeira vez. Neste estudo foram descritas duas novas Espécies de Nematoda, Procamallanus (Spirocamallanus) belenensis e Cucullanus ageneiosus; novo hospedeiro e nova localidade de ocorrência foram descrita para Procamallanus (Spirocamallanus) rarus; além de formas larvais de nematóides das Famílias Anisakidae (Anisakis sp.), Cystidicolidae (Pseudoproleptus sp.) e Cucullanidae (Cucullanus sp.) como parasitos de A. ucayalensis. Do Filo Plathyhelmintes, a Classe Cestoda está representada por metacestódeos e adultos da Família Proteocephalidae. A Classe Monogenea está representada por helmintos da Família Dactylogiridae, Sub-Família Ancyrocephalinae e o Filo Acanthocephala por exemplares da Família Neoechinorhynchidae (Gênero Neoechinorhynchus). Assim, o estudo da helmintofauna de A. ucayalensis contribui com importantes dados para a biodiversidade de parasitos da região amazônica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos de atividades de subsistência de ribeirinhos sobre a heterogeneidade ambiental e a diversidade de insetos aquáticos em diferentes níveis espaciais de riachos amazônicos
    (Universidade Federal do Pará, 2021-09) COSENZA, Jorge Felipe Abreu; FARIA, Ana Paula Justino de; http://lattes.cnpq.br/6041546003155327; https://orcid.org/0000-0003-2729-5358; SANTOS, Raphael Ligeiro Barroso; http://lattes.cnpq.br/7227882802366966; https://orcid.org/0000-0001-9717-5461
    Os efeitos deletérios de atividades de larga escala de impacto, como a agricultura, a pecuária intensiva, a construção de barragens e a mineração sobre a biodiversidade amazônica têm sido constantemente estudados. Por outro lado, os efeitos de atividades de menor escala de impacto são negligenciados. Um exemplo são as atividades praticadas por populações tradicionais, como as populações ribeirinhas, que vivem há gerações às margens de rios e riachos da bacia amazônica. Ainda são poucos os trabalhos que avaliam os efeitos de atividades antrópicas consideradas de menor impacto sobre os padrões de diversidade de insetos aquáticos em diferentes escalas espaciais utilizando abordagens taxonômicas e funcionais concomitantemente. Assim, avaliamos como atividades de subsistência praticadas por ribeirinhos afetam a diversidade alfa e beta taxonômica e funcional de insetos aquáticos das ordens Ephemeroptera, Plecoptera e Trichoptera - (EPT), em diferentes níveis espaciais (entre unidades amostrais de dentro dos riachos e entre riachos). Testamos as hipóteses de que (H1) os riachos alterados tem menor heterogeneidade ambiental entre si e composição das características ambientais distinta dos riachos controle; (H2) os riachos alterados tem menor diversidade alfa taxonômica e funcional do que os riachos controle; (H3) a diversidade beta taxonômica e funcional entre unidades amostrais e entre riachos alterados é menor do que entre unidades amostrais e riachos controle; (H4) a diversidade beta observada entre unidades amostrais e entre riachos alterados é gerada primariamente por diferença de riqueza, enquanto que entre unidades amostrais e riachos controle predomina a substituição de espécies/grupos funcionais. Concluímos que a perturbação causada pelas atividades de subsistência dos ribeirinhos, especialmente a navegação, alterou as características dos habitats e, em certos aspectos, as assembleias de EPT dos riachos da região de Caxiuanã. Os padrões de diversidade beta não se alteraram, mas houve perda e aumento de abundância de alguns gêneros em decorrência das alterações. Assim, a manutenção da diversidade beta não é necessariamente um sinal de alta diversidade e integridade ecológica, pois o aumento da variação da composição dessas assembleias pode ser resultado da perda de espécies sensíveis e aumento de espécies mais generalistas. A abordagem funcional respondeu de maneira semelhante à taxonômica em todos os ambientes e níveis espaciais, o que sugere que esse efeito é depende do grupo biológico analisado e do tipo e intensidade de alteração no ambiente. As atividades praticadas pelos ribeirinhos alteraram a comunidade local de insetos aquáticos de maneira menos impactante em comparação a outras atividades comumente praticadas na Amazônia, como a extração de madeira, agricultura, plantação de palma, pastagem e mineração. Para diminuir uma possível perda de espécies nos riachos da região, faz-se necessário manter as condições naturais dos habitats, como uma alta densidade de cobertura vegetal nas margens, uma grande quantidade de bancos de folhas no leito e uma alta frequência de fluxos lentos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo taxonômico do gênero Cyprideis, Formação Pebas, região de Iquitos, Peru
    (Universidade Federal do Pará, 2020-12-16) SOUSA, Fabricia Silva de; RAMOS, Maria Inês Feijó; http://lattes.cnpq.br/4546620118003936; 4546620118003936
    O Gênero Cyprideis pertencente à Família Cytherideidae é reconhecido pela sua plasticidade ecofenotípica, influenciada por diversos parâmetros físico-químicos (e.g. salinidade, temperatura, hidroquímica, teor de oxigênio dissolvido e nível de energia) que influenciam consideravelmente em suas características morfológicas. Além disto, as várias radiações adaptativas do gênero são registradas principalmente em sistemas lacustres antigos, por exemplo, no lago Tanganyika, lago Pannon, PaleoMediterraneo, Caribe e ―lago Pebas" na Amazônia Ocidental. Pesquisas a respeito da ostracofauna do Neógeno da Amazônia Ocidental foram focadas principalmente em estudos taxonômicos que contribuíram para o reconhecimento de uma grande variedade de táxons, mas pricipalmente do Gênero Cyprideis. Entretanto a elevada variabilidade intraespecífica do gênero dificulta o reconhecimento e individualização de algumas espécies, uma vez que as caraterísticas morfológicas entre algumas espécies do gênero são muito similares, o que dificulta o reconhecimento do número real de espécies fósseis que ocorrem na Amazônia Ocidental. Deste modo, o presente trabalho visa o estudo taxonômico do Gênero Cyprideis da Formação Pebas, região de Iquitos (Peru), inserida entre a borda oeste da bacia de Marañon e o arco de Iquitos. As amostras analisadas são provenientes de nove afloramentos localizados as margens do rio Amazonas e rio Napo, o que proporcionou no reconhecimento taxonômico de oito gêneros (Cyprideis, Cypria, Penthesilenula, heterocypris, Macrocypris, Pelocypris, Perissocytheridea e Skopaeocythere) e 22 espécies de ostracodes. Dentre os gêneros identificados Cyprideis corresponde a 92,5% da ostracofauna, com 15 espécies identificadas, sendo três espécies novas. Dentre estas têm-se o primeiro registro de Cyprideis anterospinosa, Cyprideis marginuspinosa, Cyprideis retrobispinosa e Cyprideis krsticae para a Formação Pebas, antes registradas somente na Formação Solimões. Adcionalmente as associações identificadas permitiu inferir um ambiente predominantemente lacustre, cujas taxas de salinidade, provavelmente, foram influenciadas pelas variações sazonais, sem evidências de influência marinha; além de inferir o intervalo de idade entre o Mesomioceno e Neomioceno.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Filogenia do gênero Mischocyttarus de Saussurre, baseado em caracteres morfológicos e moleculares, e revisão taxonômica do subgênero Megacanthopus Ducke (Hymnoptera, Vespidae, Polistinae)
    (Universidade Federal do Pará, 2019-03) FELIZARDO, Sherlem Patrícia de Seixas; SILVEIRA, Orlando Tobias; http://lattes.cnpq.br/9654506257169791; https://orcid.org/0000-0002-5899-199X
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Filogenia molecular e taxonomia do grupo Anolis chrysolepis Duméril & Bibron, 1837 (Squamata, Polychrotidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2010) D’ANGIOLELLA, Annelise Batista; GAMBLE, Tony; ÁVILA-PIRES, Teresa Cristina Sauer de; http://lattes.cnpq.br/1339618330655263
    A Amazônia é considerada a maior floresta tropical contínua do mundo e diversos mecanismos têm sido propostos para tentar explicar a sua alta diversidade biológica. Um dos mecanismos mais discutidos desde sua proposição é a hipótese dos Refúgios, que se baseia na retração da floresta em períodos mais secos, isolando a fauna de florestas em refúgios imersos em uma matriz de vegetação aberta. Essas retrações e subseqüentes expansões em períodos mais mésicos provocariam a interrupção do fluxo gênico entre as populações isoladas e poderiam gerar especiação. Contudo, estudos moleculares recentes indicam que a diversificação de espécies de vertebrados de florestas tropicais provavelmente precede o período pleistocênico, originalmente indicado na hipótese dos Refúgios como o período em que esses eventos teriam ocorrido. A espécie politípica Anolis chrysolepis, juntamente com Anolis bombiceps, foi previamente estudada como um típico exemplo de diversificação gerada pelas flutuações climáticas do Pleistoceno, embora estudos posteriores tenham domonstrado a presença de grande divergência molecular entre parte das subespécies, indicando uma separação mais antiga desses táxons e levantando o questionamento sobre seu status taxonômico. Utilizamos o gene mitocondrial ND2 para investigar as relações filogenéticas entre as subespécies de Anolis chrysolepis e os táxons determinados em estudos anteriores como mais próximos a elas. Além disso, a sua morfologia e o seu status taxonômico foram revisados, a fim de verificar a congruência entre os dados morfológicos e moleculares, determinando se os táxons previamente reconhecidos morfologicamente são espécies válidas. Com base nos dois conjuntos de dados, nós elevamos as cinco subespécies do grupo Anolis chrysolepis ao status de espécies, diagnosticamos cada uma delas com comentários sobre as principais diferenças morfológicas entre as espécies irmãs e fornecemos novos dados de distribuição.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Flora do Ceará, Brasil: polygalaceae
    (Universidade Federal do Pará, 2018-06) LIMA, Igor Gonçalves; ALBUQUERQUE, Alex Melo Lins de; DIAS, Ana Cristina Andrade de Aguiar; LOIOLA, Maria Iracema Bezerra
    O objetivo deste trabalho foi realizar o levantamento florístico dos representantes de Polygalaceae, como parte do projeto Flora do Ceará. O estudo foi baseado na análise de caracteres morfológicos de espécimes obtidos em campo e em coleções dos herbários EAC, BHCB, HST, HVASF, RB e UFP. As excursões ao campo foram realizadas no período de setembro/2015 a março/2016. As identificações foram feitas com o auxílio de bibliografias especializadas, confirmadas pela análise de coleções-tipo. Para o estado do Ceará foram reconhecidas 20 espécies pertencentes a sete gêneros: Acanthocladus (1), Asemeia (3), Bredemeyera (2), Caamembeca (1), Moninna (1), Polygala (9) e Securidaca (3). As espécies foram registradas em diferentes tipos de vegetação, mas ocorrem preferencialmente na savana-estépica (caatinga) e savana (cerrado) e 13 espécies (62%) em cinco Unidades de Conservação. Moninna insignis e Polygala celosioides constituem novos registros para o estado do Ceará.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Foraminíferos bentônicos da Formação Pirabas (Oligoceno-Mioceno), Plataforma Bragantina, nordeste do Estado do Pará, Brasil.
    (Universidade Federal do Pará, 2024-06-19) BENAVIDES PÉREZ, Mónica Andrea; NOGUEIRA, Anna Andressa Evangelista; http://lattes.cnpq.br/2549136312354338; https://orcid.org/0000-0002-6330-4760
    A plataforma Bragantina, situada na costa norte do Brasil, é limitada a leste pela Bacia de Bragança - Vizeu e ao sul pelo Arco do Guamá. A Formação Pirabas é uma das unidades litoestratigráficas depositadas nessa plataforma e apresenta um rico conteúdo fossilífero. Esta unidade consiste em sedimentos carbonáticos e siliciclásticos depositados durante episódios transgressivos e regressivos (Chattiano-Burdigaliano), modificando intensamente a linha de costa no norte do Brasil. Neste estudo, foraminíferos bentônicos foram analisados em 27 amostras do testemunho FPR-192, município de Primavera, nordeste do Estado do Pará, Brasil. Com isso foram inferidas as condições paleoambientais, paleoecológicas, e paleobiogeográficas, a partir de análises multivariadas e da razão (P/B), sendo designadas seis biofácies, e seis episódios de variação paleoambiental de zonas costeiras ou de transição (lagoas hipersalinas a salobras, estuários) a plataformas carbonatadas (internas, médias e externas). Foi proposto um biozoneamento local para a seção estudada com base em bioeventos de foraminíferos bentônicos. Estas associações refletiram três ecozonas principais de acordo com eventos paleoecológicos relacionados às variações do nível do mar. Estas ecozonas foram definidas e nomeadas cinco Zonas de Amplitude Parciais (PAZ): Amphistegina lessonii, Heterolepa dutemplei, Elphidium crispum, Siphonina pulchra e Bolivina subcompressa; e uma zona de Amplitude Concorrente: Buccella peruviana. A biocronoestratigrafia da seção estudada se baseou no surgimento local de A. lessonii e H. dutemplei (Oligoceno inferior, Rupeliano) e na distribuição estratigráfica de E. crispum, S. pulchra e B. subcompressa.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fotomicrografia digital para estudos taxonômicos de Flebotomíneos do subgênero Psychodopygus do estado do Pará - Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2011) SANTOS, Thiago Vasconcelos dos; ISHIKAWA, Edna Aoba Yassui; http://lattes.cnpq.br/3074963539505872
    Os flebotomíneos compreendem um grupo de insetos de grande interesse médicoveterininário, sobretudo com sua associação vetorial com as leishmanioses. A identificação correta destas espécies no campo é prática imprescindível na pesquisa entomológica e controle de vetores de Leishmania, sobretudo no estado do Pará, onde a fauna de flebotomíneos é bastante diversificada em relação ao montante brasileiro. No entanto, esta prática tem sido realizada por técnicos treinados com base na “chave” atualizada em 2003, apoiada por desenhos manuais de vários pesquisadores, que muitas vezes são de difícil entendimento. Assim, este estudo objevitou apresentar a relevância do uso da fotomicrografia digital como instrumento de apoio para a identificação e registro de flebotomíneos do subgênero Psychodopygus. Utilizou-se como abordagem metodológica a captura de imagens de lâminas da coleção do Insetário de Flebotomíneos do Laboratório de Leishmanioses do Instituto Evandro Chagas, das diversas áreas de estudos epidemiológicos de leishmanioses do estado do Pará, no período de 1970 até a atualidade, por meio dos sistemas de: Axiostar, Canon via Phototube e câmera convencional sobreposta à ocular do microscópio. A partir das imagens capturadas, construiu-se uma base de dados organizada de acordo com a hierarquia taxonômica de Phlebotominae que posteriormente foram comparadas com as ilustrações tradicionais de chaves de identificação. Do total de 2105 lâminas, foram obtidas 222 imagens de flebotomíneos. Um banco de dados contendo 344 imagens referentes às 17 espécies de Psychodopygus foi preparado no decorrer do estudo. Conclui-se que as imagens das estruturas desenhadas por diferentes pesquisadores ao longo dos anos apresentavam diferenças, traduzindo a subjetividade da interpretação para a mesma espécie dentro do subgênero Psychodopygus; assim a fotomicrografia digital demonstra ser um recurso de grande utilidade e importância, devido apresentar vantagens, como: melhor qualidade de imagens, durabilidade, fidedignidade com o real observado e praticidade tecnológica, proporcionando maior segurança e ou confiabilidade ao profissional durante a investigação epidemiológica.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Fungos causadores de ferrugens (Pucciniales) em plantas da Reserva Florestal Adolpho Ducke, Amazônia Central, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2018-06) CARVALHO, Aline Carvalho de; SOTÃO, Helen Maria Pontes; FRANÇA, Isadora Fernandes de
    Este trabalho apresenta as espécies de fungos Pucciniales que ocorrem parasitando plantas em uma área de floresta do bioma Amazônia, localizada na Reserva Florestal Adolpho Ducke (RFAD), em Manaus (AM), Brasil. Dezessete espécies foram identificadas: Aecidium annonae, A. amazonense, A. juruense, A. xylopiae, Crossopsora piperis, Desmella aneimiae, Dietelia duguetiae, Edythea palmaea, Porotenus biporus, P. memorae, Puccinia bambusarum, P. heliconiae, P. thaliae, Sphenospora smilacina, Uredo borreriae, U. maceiensis e U. pusilla. Todas representam primeiro registro para a área de estudo. A lista inclui novos registros para o Brasil (U. pusilla), para a região Amazônica (D. duguetiae) e para o estado do Amazonas (A. annonae, A. xylopiae, C. piperis, E. palmaea, P. biporus e S. smilacina). Espécies de ferrugem foram registradas em 17 gêneros e 12 famílias botânicas (Annonaceae, Arecaceae, Bignoniaceae, Euphorbiaceae, Fabaceae, Heliconiaceae, Marantaceae, Piperaceae, Poaceae, Rubiaceae, Smilacaceae e Tectariaceae). Na família Annonaceae ocorreram cinco espécies de ferrugem, e na família Bignoniaceae ocorreram duas e para as Pucciniales destas duas famílias foi elaborada uma chave de identificação. São apresentadas descrições, distribuição geográfica, comentários taxonômicos e ilustrações para os novos registros para o Brasil e Amazônia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fungos poróides (Agaricomycetes) na Floresta Nacional de Caxiuanã: fenologia e relação com o substrato, topografia e fatores micrometeorológicos
    (Universidade Federal do Pará, 2011-03-30) MEDEIROS, Priscila Sanjuan de; CATTANIO, José Henrique; http://lattes.cnpq.br/1518769773387350
    O estudo foi desenvolvido em um dos sítios do Programa de Biodiversidade da Amazônia (PPBio) localizado na Floresta Nacional de Caxiuanã (PA) e teve como objetivos: apresentar os fungos poróides com ênfase nos novos registros; analisar a relação destes fungos com o substrato lenhoso e examinar a associação entre variáveis micrometeorológicas (temperatura do ar, umidade relativa e pluviosidade) durante um ano, em relação às variáveis ambientais produzidas pela topografia, com a riqueza, densidade, e a fenologia destes fungos. Foram identificadas 76 espécies de fungos poróides, distribuídas em 27 gêneros e cinco famílias. Cerrena sclerodepsis, Phellinus dependens e Trametes pavonia representam primeiro registros para o estado do Pará. A espécie Microporellus iguazuensis é citada pela primeira vez para o Brasil e é apresentada a proposição de uma de nova espécie para a ciência denominada Microporellus hirsuta. A maioria das espécies foi considerada rara e apresentou preferência por substratos nos primeiros estágios de decomposição. O número de ocorrências de basidioma e de espécies de fungos foi maior em troncos de plantas das famílias Caesalpinaceae, Sapotaceae, Annonaceae, Mimosaceae e Lecythidaceae, respectivamente, e em substrato com diâmetro menor. Era esperado que as diferenças no microclima gerado por diferentes altitudes, em um pequeno gradiente topográfico, fossem o suficiente para gerar diferenças na comunidade de fungos poróides. No entanto, embora tenha sido encontrado um maior número de espécies na região denominada de intermediária, esta diferença não foi significativa. O maior número de indivíduos foi encontrado quando das primeiras chuvas na estação chuvosa e a riqueza esteve diretamente correlacionada com a pluviosidade. O índice de atividade de produção de basidioma das espécies mais abundantes foi maior no período das primeiras chuvas após o período seco. Este estudo representa avanços no entendimento das relações dos fungos com o meio em que eles se desenvolvem principalmente nas regiões tropicais. No entanto muitos estudos ainda precisam ser desenvolvidos para o esclarecimento destas relações.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O gênero Haplocytheridea Stephenson, 1936 (Crustacea-ostracoda) na Formação Pirabas, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2010-01-28) NOGUEIRA, Anna Andressa Evangelista; RAMOS, Maria Inês Feijó; http://lattes.cnpq.br/4546620118003936
    O gênero Haplocytheridea tem ampla distribuição estratigráfica do Cretáceo ao Recente. Embora apresente ampla distribuição paleobiogeográfica, o gênero é restrito à região Circumtropical e ocorre, predominantemente, na América do Norte e na América Central. Este é o primeiro registro do gênero no Brasil e na Formação Pirabas (Mioceno Inferior), estado do Pará, norte da costa brasileira. Dez espécies foram identificadas sendo que cinco deleas assemelham-se à espécies que ocorrem na Europa, América do Norte, América Central e América do Sul: H. aff. C. multipunctata; Haplocytheridea cf. H.larosaensis; H. cf. H. dacica elegantior, H. cf. H. placentiaensis e H.? cf. C. (Leptocytheridea) hopikinsi; três espécies novas são descritas: H. sandbergi n. sp. , H. pirabensis n. sp. e H. sinuosa n. sp.; além de outras duas espécies que permanecem em nomenclatura aberta: Haplocytheridea sp.1 e H.sp.2. De acordo com a distribuição do gênero na seqüência estratigráfica analisada, a Mina B17 representa uma sequência deposicional cíclica constituída por paleoambientes desde que varia de costeiro/transicional à marinho nerítico. Haplocytheridea é normalmente associada à ambientes costeiros, tropicais, associado a plataforma carbonáticas e, esporadicamente, a recifes de corais. Sua distribuição descontínua na sequência estudada atesta condições cíclicas (T-R) na Mina B-17 como anteriormente reconhecida para as sequências deposicionais da Formação Pirabas.
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