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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise cladística e descrição de um novo gênero de Edessinae (Hemiptera, Heteroptera e Pentatomidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2016-04-06) NUNES, Benedito Mendes; FERNANDES, José Antônio Marin; http://lattes.cnpq.br/6743352818723245
    Edessinae é uma das subfamílias de Pentatomidae que mais apresenta problemas taxonômicos e nomenclaturais, sendo formada por oito gêneros Edessa Fabricius, 1803 (cerca de 280 espécies), Brachystethus Laporte, 1832 (10 espécies), Ascra Say 1832 (7 espécies), Peromatus Amyot & Serville, 1843 (7 espécies), Olbia Stål, 1862 (3 espécies), Pantochlora Stål, 1870 (1 espécie), Doesburgedessa Fernandes, 2010 (5 espécies) e Paraedessa Silva & Fernandes, 2013 (9 espécies). Edessa é o maior destes gêneros, e o que concentra a grande maioria dos problemas taxonômicos, devido a identificações incorretas, dificuldade em levantar a literatura e o grande número de espécies descritas. Este trabalho objetiva a proposição de um novo gênero apoiado por uma análise cladística. Foram estudados 29 exemplares de instituições brasileiras e estrangeiras. Seis espécies foram descritas seguindo um roteiro tradicional para o estudo de Pentatomidae, os espécimes foram medidos, fotografados e as estruturas com importância taxonômica como o processo metasternal e genitália de ambos os sexos foram desenhadas a lápis. Para análise cladística foram utilizados os programas TNT e Winclada, para a análise de parcimônia foi utilizada a busca heurística, com estratégia de busca multiple TBR e pesagem implícita dos caracteres, o grupo externo foi composto por 11 espécies. Como resultado foi obtida uma árvore mais parcimoniosa com 83 passos, Índice de Consistência (CI) de 53 e Índice de Retenção (IR) de 67. Como resultados mais expressivos da análise obtivemos que o gênero novo é monofilético e relacionado com o subgênero Hypoxys de Edessa e o gênero Paraedessa; e que Edessa é um grupo polifilético.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Análise cladística e revisão do subgênero nominal de Edessa (Heteroptera: Pentatomidae: Edessinae)
    (Universidade Federal do Pará, 2017-01-23) SILVA, Valéria Juliete da; FERNANDES, José Antônio Marin; http://lattes.cnpq.br/6743352818723245
    Pentatomidae é a quarta família mais numerosa e diversa da subordem Heteroptera. Dentre as nove subfamílias que compõem Pentatomidae, Edessinae é uma das maiores, com mais de 300 espécies descritas. Edessinae, subfamília Neotropical, é composta por nove gêneros: Edessa Fabricius, 1803, Brachystethus Laporte, 1832, Ascra Say, 1832, Peromatus Amyot & Serville, 1843, Olbia Stål, 1862, Pantochlora Stål, 1870, Doesburgedessa Fernandes, 2010, Paraedessa Silva & Fernandes, 2013 e Grammedessa Correia & Fernandes, 2016, gêneros com diagnoses bem definidas com exceção de Edessa, o qual é considerado como um depósito de espécies para a subfamília. Edessa concentra a grande maioria dos problemas taxonômicos e nomenclaturais de Edessinae, pois historicamente existe uma grande confusão entre os limites do gênero e da própria subfamília. Como forma de resolver o problema foi proposta a revisão de Edessa a partir de grupos de espécies e revisão dos subgêneros. Edessa é formado por cinco subgêneros: Aceratodes Amyot & Serville, 1843, Dorypleura Amyot & Serville, 1843, Pygoda Amyot & Serville, 1843, Hypoxys Amyot & Serville, 1843 e o subgênero nominal. Entre os subgêneros apenas o nominal não foi revisado. Como Edessa (Edessa) é um táxon “vazio”, composto apenas pela espécie-tipo do gênero, foi utilizada a caracterização dos grupos de espécies delimitados por Stål (1872) como ponto de partida para a delimitação deste subgênero. Durante a fase de levantamento bibliográfico foi encontrado um erro na tipificação do gênero Edessa, então aqui alteramos a espécie-tipo de E. cervus (Fabricius, 1787) para E. antilope (Fabricius, 1798). Como forma de reconhecer e delimitar o subgênero Edessa e criar hipóteses de relacionamento entre as espécies estudadas foi realizada uma análise cladística. Nesta análise foram incluídas as espécies consideradas por Stål (loc. cit.) como parte do grupo de espécies Edessa, bem como espécies que possuem as características citadas por Stål como diagnósticas para este grupo. A matriz de dados é composta por 111 caracteres morfológicos e 85 táxons, sendo 13 pertencentes ao grupo externo e 72 ao grupo interno. Na análise foram realizados dois esquemas de ponderação: com pesagem igual e implícita dos caracteres com o K variando de 3–12, e dois tipos de busca: tradicional e de novas tecnologias. O cladograma obtido com K=8 e busca tradicional apresenta 763 passos, IC: 19 e IR: 60. Com base no cladograma reconhecemos o subgênero Edessa composto por 10 espécies já conhecidas para a ciência: E. antilope, E. cervus, E. taurina Stål, 1862, E. ibex Breddin, 1903, E. arabs (Linnaues, 1758), E. cylindricornis Stål, 1872, E. rondoniensis Fernandes & van Doesburg, 2000, E. burmeisteri Fernandes & van Doesburg, 2000, E. cerastes Breddin, 1905 e E. elaphus Breddin, 1905, e seis espécies novas morfotipadas como: E. sp. nov. “near flavinernis”, E. sp. nov. “close flavinernis”, E. sp. nov. “near 112”, E. sp. nov. “close 112”, E. sp. nov. “40” e E. sp. nov. “131”. O subgênero Edessa é diagnosticado pela coloração predominantemente verde na superfície dorsal; ângulo umeral no mínimo duas vezes mais longo que largo, ápice do ângulo umeral preto curvado posteriormente, podendo ser inteiro ou bífido; embólio de coloração contrastante ao cório, cório com pelo menos uma veia amarela; bordo dorsal do pigóforo estreito e contínuo com a base do ângulo posterolateral. Além da delimitação do subgênero a análise cladística mostrou a monofilia de Edessinae e a polifilia de Edessa em sua atual composição. A mudança do status taxonômico para gênero de Aceratodes, Dorypleura, Pygoda e Hypoxys é corroborada. Peromatus apareceu como um ramo interno na análise, resultado que reforça a necessidade de uma revisão do gênero. Além do reconhecimento do subgênero Edessa, foram reconhecidos e descritos 13 novos grupos de espécies para Edessa. Foram redescritas espécies já conhecidas para a Ciência e descritas espécies novas para o gênero. Problemas nomenclaturais foram identificados e resolvidos, com 11 sinonímias propostas e uma revalidação de taxon anteriormente em sinonímia, lectótipos foram designados e uma chave de identificação para as espécies é apresentada.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos ecoepidemiológico associados à fauna flebotomínica de um fragmento florestal urbano
    (Universidade Federal do Pará, 2017-03-31) ROSÁRIO, Ingrid Nazaré Garcia; MÁLAGA, Sérgio Marcelo Rodríguez; http://lattes.cnpq.br/4348571126707708; SILVA, Ivoneide Maria da; http://lattes.cnpq.br/5206284058104362
    Os flebotomíneos são insetos vetores de diversos patógenos causadores de doenças, sendo responsáveis pela transmissão a animais e humanos de inúmeras enfermidades sendo a principal delas as leishmanioses. O presente estudo avaliou os aspectos ecoepidemiologicos da fauna flebotomínica em um fragmento florestal na área urbana no município de Belém (PA). De dezembro de 2015 a novembro de 2016 foram realizadas coletas mensais de flebotomíneos no fragmento florestal e no peridomicílio das residências próximas, com o auxilio de armadilha luminosa do tipo CDC. Coletou-se um total de 4070 flebotomíneos, com identificação de dois gêneros e 24 espécies. A espécie predominante foi Lutzomyia (Trichopygomyia) longispina (32,16%), seguida por Lutzomyia (Evandromyia) infraspinosa (21,72%). Os estimadores de riqueza indicaram que o esforço amostral foi satifastório para a área estudada. Não houve uma relação significativa entre a precipitação acumulada, a temperatura e a umidade relativa do ar quando analisada com a abundância de flebotomíneos. Quando relacionados às variáveis climáticas com a riqueza de espécies, apenas a precipitação acumulada mensal apresentou uma relação negativa sobre a riqueza de espécies capturadas. Na análise da distribuição vertical o número de espécimes de flebotomíneos capturados ao nível do solo foi significativamente maior do que na copa, onde no solo foram encontradas 21 espécies, sendo quatro delas exclusivas deste estrato e 20 espécies na copa, com três ocorrendo exclusivamente da copa. Foram encontradas quatro espécies com importância epidomiológica, sendo: Lutzomyia (Nyssomyia) flaviscutellata, Lutzomyia (Psychodopygus) ayrozai, Lutzomyia (Psychodopygus) paraensis e Lutzomyia (Nyssomyia) antunesi. As fêmeas avaliadas por PCR foram negativas para Leishmania spp. E a maioria das fêmeas ingurgitadas analisadas alimentou-se de mamíferos. O conhecimento da fauna em área de preservação sob intensa influência antrópica, pode auxiliar no entendimento da relação entre as espécies e o grau de preservação de uma área, e também no conhecimento de espécies que podem desempenhar papel efetivo na transmissão de agentes patogênicos ao homem e animais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização morfológica de Liophis reginae semilineatus (Wagler, 1824) e Liophis reginae macrosomus (Amaral, 1935), e o status taxonômico de Liophis oligolepis Boulenger, 1905
    (Universidade Federal do Pará, 2002-10-25) COSTA, Robson Gil Neris; PRUDENTE, Ana Lúcia da Costa; http://lattes.cnpq.br/1008924786363328
    Foi analisado um total de 249 espécimes das subespécies de Liophis reginae que ocorrem no Brasil (Liophis reginae macrosomus e Liophis reginae semilineatus), com o objetivo de caracterizar morfologicamente os dois táxons e verificar a validade de Liophis oligolepis, táxon considerado sinônimo de Liophis reginae semilineatus. Foram considerados 22 dados merísticos e 18 morfométricos. Os complexos osteológicos e cefálicos, assim como os hemipênis foram analisados comparativamente entre os táxons. Foram identificadas, utilizando MANOVA, diferenças sexuais significativas em variáveis mensuradas da cabeça e do corpo. Uma análise da função discriminante (AFD) foi utilizada em sexos separados para maximizar a separação, num espaço rnultivariado, dos três táxons definidos a priori: Liophis regime semilineatus, Liophis reginae macrosomus e Liophis oligolepis. Os escores dos espécimes machos separaram claramente Liophis reginae semilineatus de Liophis oligolepis no eixo da primeira função discriminante e Liophis reginae semilineatus de Liophis reginae macrosomus na segunda função. Em fêmeas, a primeira função discriminante separou Liophis oligolepis de Liophis reginae semilineatus e Liophis reginae macrosomus. Na AFD de Liophis oligolepis e Liophis reginae semilineatus, considerando os dois sexos juntos, houve uma diferenciação entre os dois táxons na primeira função discriminante. A mesma análise foi feita para Liophis reginae semilineatus e Liophis reginae rnacrosomus, sendo observado uma separação destes táxons na primeira função discriminante. Verificou-se alguns exemplares de Liophis reginae semilineatus e Liophis reginae macrosomus além das áreas de distribuição registradas para essas subespécies. Para verificar se estes e os outros exemplares, ocorrentes nas áreas de distribuição citadas em bibliografia, formavam o mesmo grupo, foi feita uma análise da função discriminante. Os resultados indicam que as novas ocorrências pertencem ao mesmo grupo de espécimes previamente estabelecidos. A morfologia hemipeniana não diferiu entre Liophis reginae semilineatus, Liophis oligolepis e Liophis reginae macrosomus. Os três táxons apresentam crânios semelhantes no aspecto geral, porém existem diferenças, no osso parietal de Liophis reginae semilineatus e Liophis oligolepis. O status taxonômico de Liophis oligolepis foi definido na categoria específica com base nos caracteres meristicos, morfométricos e morfológicos. As subespécies Liophis reginae semilineatus e Liophis reginae macrosomus deverão ser reavaliadas no futuro, para a verificação de seus status. Com a análise de mais exemplares e a inclusão de Liophis reginae regime e Liophis reginae zweiftli nas análises.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A comunidade de tubarões (Chondrichthyes : selachii : Galea) da formação pirabas, Neógeno da Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2005-03-10) COSTA, Sue Anne Regina Ferreira da; RICHTER, Martha; http://lattes.cnpq.br/9381228195500524; TOLEDO, Peter Mann de; http://lattes.cnpq.br/3990234183124986
    A comunidade de tubarões (Selachii:Galea) proveniente da Formação Pirabas pode ser considerada como uma das mais representativas e de maior diversidade entre as unidades do Neógeno da América do Sul. A presença de 8 gêneros permitiu elaborar hipóteses sobre a reconstrução da cadeia trófica envolvendo outros elementos da paleofauna de vertebrados, assim como também serviu como um indicador paleoecológico adicional que corrobora dados anteriores sobre a reconstituição dos parâmetros paleoambientais da unidade geológica. Foi realizado uma revisão taxonômica das espécies previamente conhecidos para a Formação Pirabas, cuja composição da paleocomun idade de tubarões foi a seguinte: Carcharhinus spl Carcharhinus sp2, Carcharhinus sp3, Carcharhinus priscus, Sphyma magna, Hemipristis serra, Carcharodon megalodon, Isurus sp, Ginglyrnostoma serra, Ginglymostoma obliquum. Novas coletas possibilitaram a expansão de 31 exemplares depositados em museus brasileiros para 231 novos indivíduos, incluindo material microscópico. Esta coleta serviu para aumentar o conhecimento sobre a diversidade e aspectos paleoecológicos dos grupos representados.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Descrição de dez espécies novas do gênero Neoxyphinus Birabén, 1953 da América Hispânica (Araneae, Oonopidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2015) MOSS, Daniella Franzóia; BONALDO, Alexandre Bragio; http://lattes.cnpq.br/8721994758453503; RUIZ, Gustavo Rodrigo Sanches; http://lattes.cnpq.br/3135887179267009
    O gênero Neoxyphinus Birabén, 1953 consiste em espécies caracterizadas (dentre outros) por, nos machos, os enditos apresentam uma escavação retrolateral apical seguida por uma apófise retrolateral subapical e o palpo com o êmbolo compacto e em forma de S, com uma abertura ejaculatória ampla e circular. As fêmeas são caracterizadas pelo átrio epiginal grande e com as extremidades laterais angulares e a presença de, no máximo, dois espinhos no fêmur I. Atualmente o gênero apresenta dez espécies conhecidas para a América do Sul, sendo a maioria para o Brasil. Neste presente trabalho foram descritas dez novas espécies com ocorrência fora do território brasileiro: N. amazonicus sp. nov. da Colômbia e do Brasil, N. yekuana sp. nov., N. trujillo sp. nov., N. caribensis sp. nov. e N. andersoni sp. nov. da Venezuela, N. macuna sp. nov. e N. pure sp. nov. da Colômbia, N. inca sp. nov. do Peru, N. coca sp. nov. do Equador e N. beni da Bolívia. Para todas as espécies novas são apresentadas as descrições e as diagnoses e suas distribuições. Foram encontradas dois novos dimorfismos sexuais, em N. macuna sp. nov, com a superfície do pulmão ornamentado com projeções cuticulares e; em N. yekuana sp, nov., com a fêmea apresentando o clípeo extremamente alto em comparação com o macho. Foi encontrado também uma estrutura única na espécie N. caribensis sp. nov. que apresenta a superfície do esterno com uma crista transversal mediana em forma de arco simples e elevações nas laterais das coxas II e IV. Este trabalho esta inserido em um projeto maior, de cunho internacional, intitulado "Goblin Spider Planetary Biodiversity Inventory - The megadiverse, microdistributed spider family Oonopidae" - PBI-Oonopidae.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Descrição e notas taxonômicas comparativas das terminálias femininas de espécies de Peckia robineaudesvoidy, 1830 (Diptera, Sarcophagidae) da Amazônia brasileira
    (Universidade Federal do Pará, 2014-04-03) CAMARGO, Sofia Lins Leal Xavier de; CARVALHO FILHO, Fernando da Silva; http://lattes.cnpq.br/7987049452090800; ESPOSITO, Maria Cristina; http://lattes.cnpq.br/2112497575917273
    Descrições e notas taxonômicas comparativas das terminalias femininas de 15 espécies de Peckia Robienau-Desvoidy, 1830 (Diptera, Sarcophagidae) da Amazônia Brasileira. Para contribuir com a caracterização e também possibilitar a identificação específica das fêmeas do gênero Peckia, as terminálias de 15 espécies com ocorrência na Amazônia Brasileira são descritas, ilustradas e uma chave de identificação para fêmeas é fornecida. Além da cor da gena e presença de sétulas da gena e caliptra, o formato das espermatecas e do tergito 6 também podem ser utilizados caracterização dos cinco subgêneros de Peckia. O formato dos esternitos 6, 7 e 8, a posição do espiráculo 6 e a polinosidade do tergito 6 revelaram-se importantes para identificação das espécies. O tergito 8 está presente apenas na espécie Peckia (Pattonella) intermutans (Walker, 1861). O formato da placa vaginal, estrutura presente em apenas quatro espécies do subgênero Peckia, difere entre elas e pode ser utilizado para identificação específica. Portanto, uma análise conjunta destas características da terminália feminina é necessária para identificação específica de fêmeas de Peckia.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Filogenia e história biogeográfica do grupo Callicebus moloch (Primates, Pitheciidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2015-01-29) CARNEIRO, Jeferson Costa; SILVA JÚNIOR, José de Sousa e; http://lattes.cnpq.br/4998536658557008; SCHNEIDER, Horacio; http://lattes.cnpq.br/3621033429800270
    Callicebus é um gênero de primata neotropical pertencente à família Pitheciidae, atualmente com 32 espécies reconhecidas. Estas espécies estão organizadas em grupos supraespecíficos, sendo dois subgêneros (Torquatus e Callicebus) e cinco grupos de espécies: C. torquatus, C. moloch, C. cupreus, C. donacophilus e C. personatus. A organização dos grupos foi realizada com base em dados morfológicos e de distribuição geográfica. Nesta dissertação de mestrado, fizemos inferências a partir de dados moleculares. No primerio capítulo, apresentamos uma introdução geral sobre a problemática taxonômica de Callicebus. No segundo capítulo realizamos inferências filogenéticas com base na presença e ausência de uma região molecular conhecida como elemento Alu, um transposon do genoma de primatas. Com base na análise desses marcadores Alu, descobrimos que os grupos C. moloch e C. cupreus são estreitamente relacionados e que C. torquatus é o grupo basal no gênero. No terceiro capítulo, a partir de uma abordagem multilocos investigamos as relações filogenéticas do grupo C. moloch e aplicamos o tempo de diversificação entre as espécies para testar a hipótese de formação das bacias hidrográficas da Amazônia durante o Plio-Pleistoceno. Nossos resultados corroboram a hipótese de formação dos rios amazônicos nos últimos 3 Ma. No entanto, nem todos os eventos de diversificão em Callicebus podem ser explicados pela teoria dos rios. Além disto, verificamos que os diferentes grupos de espécies de Callicebus são todos derivados de radiações na região Amazônica em diferentes momentos durante o Mioceno superior. Nossos resultados também sugerem que o conhecimento atual da diversidade de Callicebus está subestimado, e que espécies que diversificaram recentemente estão negligenciadas taxonomicamente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A ictiologia na Amazônia brasileira de Diogo Nunes (1538) a Landi (1772): a visão dos viajantes e naturalistas que trataram de sua ictiofauna durante este período
    (Universidade Federal do Pará, 2003) PEREIRA, Rodolfo Fernando Moraes; PAPAVERO, Nelson; http://lattes.cnpq.br/8603988130191881
    Este trabalho visou reunir e disponibilizar informações sobre a ictiofauna da Amazônia segundo vários escritos do século XVI ao XVII. Consultaram-se, fontes documentais de várias bibliotecas e arquivos, e dos documentos selecionados procedeu-se à identificação taxonômica das espécies neles referidas. Também se fizeram observações com base nas referências textuais e iconográficas disponíveis, de forma a acrescentar informações consideradas de relevância zoológica. Constatou-se que, devido à definição então vigente do conceito de "peixe", um estudo da ictiologia do período precisaria incluir também informações sobre espécies de outros táxons aquáticos que não agnatos, elasmobrânquios e teleósteos. No início do período colonial, a idéia de peixe era generalizada simplesmente como pescado, e não havia muita preocupação em inventariar a ictiofauna do Novo Mundo. Mais tarde, alguns dos visitantes da região puseram-se a descrever e ilustrar a ictiofauna de maneira mais específica: nessa fase em que se dava mais detalhamento às espécies de peixes destacavam-se o texto atribuído ao Fr. Cristóvão de Lisboa (1625- 1631), o códice do arquiteto Antonio Giuseppe Landi (1772) e principalmente o manuscrito do Pe. João Daniel (1758-1776) — o qual se revelou um pioneiro do movimento conservacionista da Amazônia. Os visitantes que vieram à região careciam, no geral, de formação acadêmica específica e, servindo a funções várias alheias à Ciência, não seguiam uma metodologia que se pudesse chamar de científica. Devido ao fato de seus manuscritos não terem sido divulgados ou sequer impressos, por vários motivos, o conhecimento neles produzido não foi cumulativo ou analítico, e não teve influência significativa no desenvolvimento da Ictiologia. Por outro lado, os naturalistas que efetivamente não estiveram na Amazônia puderam trazer uma contribuição de maior impacto, consolidando o conhecimento obtido através principalmente da obra de Georg Marcgrave (1648) e de exemplares coletados nas possessões holandesas da América do Sul, e incluindo-o num grande sistema classificatório que mais tarde despertaria o interesse de outros cientistas em conhecer a ictiofauna amazônica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A morfologia de Stenocercus dumerilii Steindachner (1867) (Squamata, Iguanidae) e suas implicações filogenéticas
    (Universidade Federal do Pará, 2004-05-18) HERNÁNDEZ RUZ, Emil José; ÁVILA-PIRES, Teresa Cristina Sauer de; http://lattes.cnpq.br/1339618330655263
    O estudo teve por objetivo incluir Stenocercus dumerilii (Steindachner, 1867) no contexto dos estudos filogenéticos recentes realizados com Tropidurinae*. Apresenta-se uma descrição da escutelação, crânio, cintura escapular, esqueleto abdominal e hemipênis, com ênfase nos caracteres utilizados na literatura em análises filogenéticas envolvendo o gênero Stenocercus. O estudo baseou-se em 65 exemplares fixados, dois exemplares diafanizados e dois hemipénis evertidos. Constatou-se que S. dumerilii apresenta as características utilizadas para definir o gênero Stenocercus, dentro de sua definição atual, assim como os táxons hierarquicamente superiores que o incluem. Algumas diferenças observadas são um único par de costelas xifisternais, cauda deprimida, escamas pós-supraciliares projetadas em forma de "chifre" (também presente em S. tricristatus) e escamas parietais, pós-parietais e occipitais aumentadas, em seqüência longitudinal. Ao contrário do que tem sido considerado anteriormente, a espécie não apresenta grande parte das características do denominado "grupo Opkyoessoides". As principais características de S. dumerilii que o separam deste grupo são o arranjo das escamas supraoculares e posteriores da cabeça e a distância entre os pares de costelas pós-xifisternais. Conclui-se que S. dumerilii se enquadra bem nos Tropidurinae* e no gênero Stenocercus, mas não faz parte do chamado "grupo Ophryoessoides".
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A new miniature of Xenurobryconini (Characiformes: Characidae) from the rio Tapajós basin, Brazil
    (Universidade Federal do Pará, 2016) MENDONÇA, Marina Barreira; PEIXOTO, Luiz Antônio Wanderley; DUTRA, Guilherme Moreira; NETTO-FERREIRA, André Luiz
    Uma espécie nova de Xenurobrycon édescrita de tributários do rio Tapajós, Pará, Brasil. Esta é diagnosticada de todas as congêneres pela coloração escura da metade posterior de ambos os lobos da nadadeira caudal, pela presença dos infraorbitais um, dois e três, pela presença de um conjunto de processos laminares no oitavo raio principal do lobo inferior da nadadeira caudal em machos maduros, pela presença de ganchos no último raio indiviso e primeiros 9-12 raios ramificados da nadadeira anal em machos maduros, estes com tamanho similar ou diminuindo de tamanho posteriormente, pela presença de apenas dentes cônicos nas maxilas, pela ausência de nadadeira adiposa e pela presença de 15-18 escamas pré-dorsais. A descrição da espécie novaaumenta o número de espécies em Xenurobrycon para seis. Uma chave atualizada para as espécies do gênero é fornecida.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A new species of Scinax Wagler, 1830 (Anura: Hylidae) from the middle Amazon river basin, Brazil
    (2014) STURARO, Marcelo José; DEL PELOSO, Pedro Luiz Vieira
    Uma nova espécie de hilídeo do gênero Scinax é descrita e ilustrada. O novo táxon foi encontrado na Amazonia, região norte do Brasil, municípios de Maués e Careiro da Várzea, Estado do Amazonas. A nova espécie é caracterizada pelo tamanho moderado (machas com media de comprimento rostro-cloacal de 36.3mm); corpo robusto; mancha axiliar e inguinal grande, laranja bordeada de preto; e saco vocal bilobado. Essa nova espécie foi encontrada em floresta primária e secondária sobre ramos de arbustos e árvores sobre ou próximo a poças permanentes ou áreas alagadas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Novas espécies do gênero Neoxyphinus birabén 1953 (Araneae: Oonopidae) do Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02-28) FEITOSA, Níthomas Mateus das Neves; RUIZ, Gustavo Rodrigo Sanches; http://lattes.cnpq.br/3135887179267009; BONALDO, Alexandre Bragio; http://lattes.cnpq.br/8721994758453503
    Um total de 27 novas espécies do gênero Neoxyphinus são descritas, todas ocorrendo em território Brasileiro, elevando o número total de espécies do gênero para 48. As novas espécies são listadas a seguir, com a respectiva distribuição geográfica e sexos descritos: N. capiranga sp. nov. (♂♀) do Amazonas, Pará, Mato Grosso e Rondônia; N. caprichoso sp. nov. (♂♀) e N. garantido sp. nov. (♂♀) do Amazonas e Pará; N. crasto sp. nov. (♂♀) da Bahia e Sergipe; N. murici sp. nov. (♂♀) de Alagoas e Sergipe; N. meurei sp. nov. (♀) da Bahia e Mato Grosso; N. belterra sp. nov. (♂♀) do Pará e Mato Grosso; N. ornithogoblin sp. nov. (♂♀), N. sax sp. nov. (♂♀), N. coari sp. nov. (♂♀), N. tucuma sp. nov. (♂♀), N. ducke sp. nov. (♂) e N. carigoglin sp. nov. (♀) do Amazonas; N. almerim sp. nov. (♂), N. mutum sp. nov. (♂♀), N. caxiuana sp. nov. (♂♀), N. cachimbo sp. nov. (♂) e N. jacareacanga sp. nov. (♀) do Pará; N. paraty sp. nov. (♂♀) e N. rio sp. nov. (♂♀) do Rio de Janeiro; N. novalima sp. nov. (♂♀) e N. celluliticus sp. nov. (♂) de Minas Gerais; N. paraiba sp. nov. (♂) e N. simsinho sp. nov. (♂♀) da Paraíba; N. cantareira sp. nov. (♂) de São Paulo; N. cavus sp. nov. (♂) do Espírito Santo e N. stigmatus sp. nov. (♂) da Bahia. Uma chave para identificação de todas as 48 espécies conhecidas de Neoxyphinus é fornecida e possíveis linhagens monofiléticas dentro do gênero são discutidas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Proposição de um novo gênero de Edessinae (Heteroptera, Pentatomidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2015-02-12) CORREIA, André Oliveira; FERNANDES, José Antônio Marin; http://lattes.cnpq.br/6743352818723245
    Edessinae é uma subfamília de Pentatomidae que possui sete gêneros, dentre os quais Edessa figura como o maior, com mais de 250 nomes propostos e uma estimativa de mais de 300 espécies a serem descritas. Tamanha diversidade gerou um histórico taxonômico complexo, tornando Edessa o gênero com maiores problemas taxonômicos e nomenclaturais em Edessinae. A revisão do gênero a partir de grupos de espécies é a proposta mais aceita para organizar Edessa e já resultou na descrição de dois novos gêneros de Edessinae. Considerando essa proposta, este trabalho selecionou três espécies relacionadas por Breddin (1905), em adição a oito espécies novas reunidas por estados de caracteres morfológicos potencialmente sinapomórficos. Um Gênero novo para Edessinae é proposto, reunindo espécies que apresentam quatro faixas negras longitudinais e pontuadas na superfície dorsal da cabeça; ângulos umerais projetados lateralmente, levemente achatados dorso-ventralmente; processo metasternal com braços da bifurcação estreitos, longos, afilados no ápice; ambos os tricobótrios abdominais deslocados lateralmente, não alinhados ao espiráculo; gonocoxitos 8 e laterotergitos 8 sempre pontuados; gonocoxitos 8 grandes, de comprimento subigual aos laterotergitos 9; pigóforo com bordo ventral com escavação semicircular, parâmero projetado posteriormente, processo superior da taça genital escuro, laminar, parcialmente fundido à taça genital. Edessa pallicornis, E. bugabensis, E. rorativentris e E. stillativentris foram redescritas e transferidas para o novo gênero. Edessa strigiceps é proposta como sinônimo júnior de Gen. nov. pallicornis. Um sintipo de Gen. nov. bugabensis será designado como lectótipo da espécie. São descritos pela primeira vez os machos de Gen. nov. bugabensis e Gen. nov. rorativentris. As distribuições foram estendidas para Gen. nov. bugabensis (Costa Rica), Gen. nov. rorativentris (Brasil), Gen. nov. stillativentris (Colômbia). São descritas oito espécies novas dentro do novo gênero: Gen. nov. sp. n. 203a, Gen. nov. sp. n. 203e, Gen. nov. sp. n. 205, Gen. nov. sp. n. 206, Gen. nov. sp. n. 207, Gen. nov. sp. n. 207c, Gen. nov. sp. n. 297 e Gen. nov. sp. n. 297b.
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    Revisão de Aceratodes Amyot & Serville, 1843 (Heteroptera, Pentatomidae, Edessinae)
    (Universidade Federal do Pará, 2013) SIQUEIRA, Emely Laiara Silva de; FERNANDES, José Antônio Marin; http://lattes.cnpq.br/6743352818723245
    Edessinae é uma das maiores e mais diversas subfamílias de Pentatomidae, sendo encontrada apenas na região Neotropical e sul dos Estados Unidos. Este fato se deve ao grande número de espécies descritas (cerca de 260) e ainda não descritas (cerca de 300). Compreende atualmente seis gêneros: Edessa, Brachystethus, Peromatus, Olbia, Pantochlora e Doesburgedessa. Ao longo do tempo, as espécies que não se encaixavam em nenhum dos outros gêneros foram sendo alocadas em Edessa, levando a uma confusão entre os limites do gênero e da subfamília. O grande número de espécies levou a uma concentração dos problemas taxonômicos e nomenclaturais de Edessinae em Edessa. Portanto, são necessários estudos taxonômicos que visem solucionar estes problemas, revisando os gêneros conhecidos, reavaliando os subgêneros de Edessa, redescrevendo espécies existentes e realizando novos arranjos nomenclaturais. O presente trabalho objetivou reavaliar o status taxonômico de Aceratodes, bem como resolver problemas nomenclaturais. Foram estudados 283 exemplares obtidos por empréstimos de 22 instituições, nacionais e estrangeiras. Para cada espécie, são apresentadas descrições, medidas, fotografias, desenhos de estruturas com importância sistemática (processo metasternal e genitália de ambos os sexos), chave dicotômica e mapa de distribuição. Aceratodes é elevado a gênero com base em caracteres morfológicos comuns as espécies, tais como: ângulo umeral não desenvolvido e arrendondado; placas genitais da fêmea não, ou pouco projetadas posteriormente; segmento abdominal VI não projetado posteriormente; hemiélitro com embólio apresentando textura, coloração e padrão de pontuação distintos do restante do cório; braços do processo metasternal achatados lateralmente e não atingindo o terço anterior do mesosterno. Aceratodes passou a ser formado por 19 espécies. Uma espécie nova da Mata Atlântica; duas originalmente descritas neste gênero: A. albomarginatus e A. marginalis; e 16 transferidas de Edessa: E. abdominalis, E. aulacosterna, E. brasiliensis, E. carnosa, E. castaneolineta, E. cerradensis, E. chapadensis, E. fulvicornis, E. luteovenulata, E. meditabunda, E. mexicana, E. ovalis, E. piperitia, E. rufodorsata e E. rufomarginata, E. sternalis. A fêmea de A. meditabundus é descrita pela primeira vez. O lectótipo de Edessa mexicana foi aqui designado. As espécies Edessa corallipes, Edessa cogitabunda e Edessa virididorsata foram sinonimizadas a A. carnosus, A. meditabundus e A. fulvicornis, respectivamente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Revisão taxonômica de Liophis typhlus (Linnaeus, 1758) (Serpentes: Colubridae)
    (Universidade Federal do Pará, 2007) SILVA, Márcio André Amorim da; PRUDENTE, Ana Lúcia da Costa; http://lattes.cnpq.br/1008924786363328
    Liophis typhlus (Linnaeus, 1758) é uma espécie de distribuição restrita à América do Sul, sendo reconhecida três subespécies: Liophis typhlus typhlus encontrada nas florestas tropicais ao longo da bacia Amazônica, nos seguintes países: Equador, Bolívia, Colômbia, Peru a Leste dos Andes, Norte e Leste da Venezuela, Guianas e Brasil; Liophis typhlus brachyurus presente na Mata Atlântica do Sudeste e nos cerrados do Centro-oeste brasileiros e no Paraguai; e Liophis typhlus elaeoides presente na bacia do Rio Paraguai, incluindo os Chacos do Sudeste da Bolívia, Norte do Paraguai e Centro-Oeste do Brasil. Com o objetivo de revisar taxonomicamente Liophis typhlus foram analisados 16 caracteres morfométricos e 19 merísticos de 240 espécimes. A osteologia craniana e a morfologia hemipeniana foram analisadas de forma comparativa entre os táxons. Foram identificadas diferenças sexuais significativas, utilizando o teste t. Foram realizadas Análises de Função Discriminante entre os espécimes dos táxons estudados, com o intuito de analisar se, de maneira multivariada, as amostras são diferentes entre si e quais as variáveis que estariam contribuindo para esta separação, a Análise de Variância (MANOVA) foi utilizada entre os táxons, para verificar diferenças significativas entre eles. Foi evidenciada diferença significativa entre machos e fêmeas dos exemplares de L. t. elaeoides, com relação à VE, em L. t. typhlus foram evidenciadas diferenças significativas com relação a seis caracteres (CT, CCA, LCA, LFR, CMA e VE). Os resultados das análises da Função Discriminante indicaram uma clara distinção, num espaço multivariado, entre os três táxons estudados. O padrão de coloração, a morfologia hemipeniana e craniana foram importantes na diagnose das espécies. A distribuição de L. typhlus, parece estar restrita ao domínio Amazônico, tendo seu limite setentrional no norte do Mato- Grosso próximo à área de transição Amazônia-Cerrado. L. rachyurus está mais associado ao domínio Cerrado, porém ocorre em áreas de Mata Atlântica, Caatinga e Pantnal. L. elaeoides possui uma área de distribuição mais restrita associada ao Chaco e Pantanal, contudo sua distribuição foi ampliada, com análise de dois exemplares procedentes do Rio Grande do Sul. Não foi possível verificar as relações filogenéticas entre as espécies L. brachyurus, L. elaeoides e L. typhlus com as demais espécies do gênero.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Revisão taxonômica de Tometes Valenciennes, 1850 (Characiformes: Serrasalmidae) das drenagens do Escudo das Guianas
    (Universidade Federal do Pará, 2013-02-21) ANDRADE, Marcelo Costa; JÉGU, Michel Louis Arthur Marie Ange François; http://lattes.cnpq.br/1270768412397418; GIARRIZZO, Tommaso; http://lattes.cnpq.br/5889416127858884
    O gênero Tometes Valenciennes, 1850 foi descrito originalmente para abrigar a espécie-tipo T. trilobatus, por apresentar dentes incisiformes bi- a tricuspidados. No entanto, o gênero foi colocado como sinonímia de Myleus Müller e Troschell, 1844 onde ficou por aproximadamente um século e meio até a sua revalidação. A revalidação do gênero e da espécie-tipo propiciou a descrição de outras duas espécies, T. lebaili e T. makue. O presente estudo apresenta uma revisão taxonômica de Tometes para o escudo das Guianas onde as três espécies nominais são reconhecidas válidas e aqui re-descritas, e uma nova espécie para a bacia do rio Trombetas foi caracterizada, ampliando a diversidade e a área de distribuição do gênero. Dentre as características principais de diagnose das espécies foi observado: T. trilobatus é diagnosticado dos demais congêneres por apresentar dentes no dentário e pré-maxilar com cúspide central com cume baixo e arredondado (vs. dentes com cúspide central ou cúspide principal com cume alto e agudo). T. lebaili é diferenciado por apresentar boca oblíqua orientada dorsalmente (vs. boca terminal). T. makue possui o menor número de espinhos na serra pré-pélvica, sempre entre 0 e 9 espinhos pré-pélvicos (vs. mais de 9 espinhos pré-pélvicos). Já a espécie nova apresenta o perfil dorsal do neurocrânio com uma suave concavidade ao nível da barra epifiseal e tamanho de escamas irregulares sobre o flanco (vs. perfil dorsal do neurocrânio retilíneo e escamas de tamanho regular sobre todo o flanco). Todas as espécies de Tometes são estritamente reofílicas e ocorrem exclusivamente nas zonas encachoeiradas dos rios de escudo, biótopos complexos, frágeis e ameaçados por ações antropogênicas. As conclusões deste estudo destacam o desafio urgente quanto à compreensão das relações espécies/habitat.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Revisão taxonômica do complexo Micrurus spixii Wagler, 1824 (Serpentes, Elapidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2016-03-31) NASCIMENTO, Lywouty Reymond de Souza; PRUDENTE, Ana Lúcia da Costa; http://lattes.cnpq.br/1008924786363328
    O gênero Micrurus é composto por serpentes venenosas de distribuição Neotropical com diversificados padrões de coloração apostemática sendo conhecidas popularmente como cobras corais verdadeiras. Abrangendo aproximadamente 80 táxons, Micrurus está organizado em quatro grupos de espécies diferenciáveis com base no padrão de color, comprimento da cauda e morfologia do hemipênis: (1) grupo monadal tricolor, hemipênis e longo fortemente bifurcado; (2) grupo bicolor, com hemipênis longo e fortemente bifurcado; (3) grupo com coloração em tríades e hemipênis moderadamente alongado (4) grupo com padrão em tríades, com hemipênis curto e bilobado, podendo ser capitado ou não capitado. Inserido no quarto grupo, Micrurus spixii atualmente constitui um complexo contendo quatro subespécies nominais: M. s. spixii presente do norte ao sul da Amazônia central; M. s. martiusi ocorrendo na Amazônia Oriental, Brasil; M. s. obscurus ocorrendo em regiões de floresta a leste dos Andes (noroeste da Bolívia, norte do Peru, leste do Equador e sudeste da Colômbia) e noroeste do Amazonas, no Brasil; e M. s. princeps com populações restritas ao nordeste da Bolívia. Por apresentar caracteres merísticos e morfométricos densamente sobrepostos junto às semelhanças no padrão de coloração e o forte melanismo presente em diversos espécimes, a identificação destas subespécies é imprecisa, tornando questionável a validade das mesmas desde suas primeiras revisões. Neste trabalho, revisamos a taxonomia do complexo explorando caracteres externos (coloração, variação merística e morfométrica) e internos (morfologia hemipeniana e craniana), definido, assim os limites de cada táxon ao longo da distribuição geográfica. A presente dissertação foi organizada em duas seções: 1) Introdução geral onde são apresentadas informações taxonômicas e sistemáticas acerca de Micrurus, com atenção direcionada ao complexo Micrurus spixii; 2) o manuscrito intitulado “Revisão taxonômica das espécies do complexo Micrurus spixii (serpentes, elapidae)”, cujo objetivo foi revisar a taxonomia do complexo, explorando a morfologia interna e externa incluindo novos caracteres e assim delimitando precisamente os limites de cada táxon de acordo com a distribuição geográfica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Revisão taxonômica do gênero neotropical X.eropigo Pickard-Cambridge (Araneae, Corinnidae, Corinninae)
    (Universidade Federal do Pará, 2005) SOUZA, Danni Roberto Santos de; BONALDO, Alexandre Bragio; http://lattes.cnpq.br/8721994758453503
    O gênero Xeropigo O. Pickard-Cambridge é revisado, com a proposição de sete espécies novas neotropicais.: X. candango, com base em machos e fêmeas de Brasília, Distrito Federal e Goiás, Brasil; X. rheánsae, com base em machos de Goiás, Brasil; X. camilae, com base em machos e fêmeas do norte e centro-oeste do Brasil; X. cotijuba, com base em machos e fêmeas do norte e centro-oeste do Brasil; X. pachitea, machos e fêmeas de Huánuco e Cajamarca, Peru; X. perene, com base em fêmeas de Junin e Loreto, Peru; X. brescoviti com base em machos de Beni, Bolívia. As espécies anteriormente conhecidas, X. tridentiger (O. Pickard-Cambridge, 1869), espécie-tipo, descrita da ilha de Santa Helena, mas também registrada nas Américas do sul e Central e X. sinedigaari (Caporiacco, 1955), do norte da Venezuela e Trinidad, são rediagnosticadas sendo fornecidos novos registras e ilustrações de X. tridentiger. Uma chave dicotômica para todas as nove espécies conhecidas, bem como um mapa de distribuição georreferenciado para as espécies aqui propostas são também fornecidos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Revisão taxonômica do grupo de espécies de Mischocyttarus (Omega) filiformis (de Saussure, 1854) (Hymenoptera: Vespidae, Polistinae)
    (Universidade Federal do Pará, 2017-01-31) BORGES, Rafael Cabral; SILVEIRA, Orlando Tobias; http://lattes.cnpq.br/9654506257169791
    Mischocyttarus de Saussure é o único gênero pertencente à tribo Mischocyttarini. Essa tribo é composta por, aproximadamente, 250 espécies, sendo este o gênero com maior número de espécies dentre os Polistinae. M. filiformis (de Saussure) é espécie tipo do subgênero Omega, e foi descrito a partir de um único espécime proveniente do Estado do Pará (Brasil). Três espécies relacionadas, que foram posteriormente descritas compõe o grupo de espécies de M. filiformis: M. buyssoni (Ducke), M. napoensis Richards e M. omicron Richards. Este trabalho teve como objetivo realizar a revisão do grupo de espécies de Mischocyttarus filiformis, baseada na análise de caracteres de morfologia externa dos espécimes tipo das espécies descritas e em materiais adicionais provenientes de coleções do Brasil e de outros países. Quatro espécies foram redescritas nesse estudo, M. filiformis, M. buyssoni, M. napoensis e M. omicron, e seis novas espécies foram descritas, Mischocyttarus sp. nov 1, Mischocyttarus sp. nov 2, Mischocyttarus sp. nov 3, Mischocyttarus sp. nov 4, Mischocyttarus sp. nov 5, Mischocyttarus sp. nov 6, aumentando assim o número de espécies desse grupo para 10 ao total. Os registros de distribuição geográfica das espécies M. filiformis, M. buyssoni e M. omicron foram ampliados. O macho de M. filiformis foi descrito. Foram descritos os ninhos de M. filiformis, M. buyssoni, Mischocyttarus sp. nov 3, Mischocyttarus sp. nov 4, Mischocyttarus sp. nov 5 e informações adicionais sobre paralectótipos de M. buyssoni presentes na coleção do MPEG foram disponibilizadas.
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