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Navegando por Assunto "Teatro - Dramaturgia"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    CORPO – CASA – GAIOLA: O Tapete de Penélope
    (Universidade Federal do Pará, 2024-12-19) LIMA, Penélope Lopes de; MENDES, Ana Flávia de Mello; http://lattes.cnpq.br/6144243746546776
    A partir do entendimento da trajetória de vida como uma grande fonte de criação dramatúrgica, poética e cênica; bem como da compreensão do corpo do atuante em cena como uma colcha de retalhos costurados por memórias, vivências e emoções; esta pesquisa em artes se propõe a desfiar, escavar e cartografar o corpo-colcha de retalhos da artista-pesquisadora que se constitui como sujeito e objeto da pesquisa. O recorte de um período da infância da trajetória de vida da atriz é o catalisador base para a construção de um experimento cênico solo que explora o teatro narrativo, apresentando o seu corpo-casa-gaiola e compartilhando relatos íntimos da dramaturgia de vida da atuante para o espectador. Ao transformar a sala de ensaio em um portal direcionado ao passado (no qual fotografias e escritos registrados no diário de bordo durante os ensaios são verdadeiros tesouros do processo criativo), a atriz re-presentifica momentos da infância em um retorno à sua própria criança através da narração de trechos da Odisseia (poema épico atribuído a Homero), dialogando aspectos que influenciam em seu corpo cênico hoje, como a maternidade e a negritude. No reencontro entre a menina e a mulher, o mito. Doravante torna-se possível reconhecer, analisar e compreender as reações que a dramaturgia de vida e o corpo cênico efetuam um sobre o outro, impulsionando processos de criação.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    ESCRITA DE TEXTOS TEATRAIS : Material didático em Ambiente Online sob uma perspectiva BIPOC
    (Universidade Federal do Pará, 2024-08-09) ROCHA, Danilo José Assunção da; BRITO, Márcia Mariana Bittencourt; http://lattes.cnpq.br/3710898379776654
    O presente trabalho tem como objetivo central desenvolver material didático para um curso online que introduz a escrita de textos teatrais para indivíduos BIPOC - acrônimo em inglês que se refere a pessoas negras, indígenas e de cor. Ao compreendermos a linguagem como um produto social e histórico, um veículo para representações ideológicas em que a materialização se manifesta através do discurso (FIORIN, 1990), esta dissertação aborda o estudo da Dramaturgia e se propõe a investigar o tema como parte do fenômeno do teatro dramático (MAGALDI, 1994) e suas possibilidades frente à veiculação de discursos. Fundamentada nas interseções entre Arte, Educação e Tecnologias Digitais, a pesquisa-ação (THIOLLENT, 2011) de metodologia híbrida combina pesquisa bibliográfica sobre teatro como gênero textual, educação online (KENSKI, 2012), e esign (KENSKI, 2012; PAWAN, 2012) para criar o material didático-dramatúrgico em espaço digital (ØSTERN, 2021). A elaboração desse material, com elementos-chave e estratégias de ensino para introduzir a escrita de dramaturgia teatral em ambiente de aprendizagem aberto, busca promover o acesso ao conhecimento mencionado e democratizar a criação artística, além de contribuir com perspectivas relacionadas ao uso de ferramentas tecnológicas na escrita.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Quando os Caramujos vão ao Funeral e Mira o Amor que Parte…Mira o Amor que Fica: O processo criativo para uma dramaturgia da saudade
    (Universidade Federal do Pará, 2024-12-02) ROSÁRIO, Adilson Pimenta do; MARTINS, Benedita Afonso; http://lattes.cnpq.br/6379814397024971
    "Temos Dorflex, paracetamol, dipirona, anador, cataflam original e o genérico.”. O processo criativo para uma dramaturgia da saudade, da poesia, da vivência e do Amor nos espetáculos Quando os Caramujos vão ao Funeral e Mira o Amor que Parte…Mira o Amor que Fica. ...E para a saudade, qual é o remédio? A relação da saudade e da herança afetiva na arte. Essa pesquisa surgiu da necessidade de estudar o processo criativo de dois espetáculos vivenciados em distintos períodos, e de distintos grupos da cidade, ao qual eu estive presente nessas construções cênicas. Ao abrir manuscritos e álbuns de fotografias de uma gaveta, me reencontro com um grupo de 45 jovens que integravam o grupo cênico da Fundação Curro Velho e vou ao reencontro de diretores, roteiristas, músicos, iluminadores, figurinistas, maquiadores, cenógrafos que integravam as montagens teatrais dos espetáculos do Grupo Cênico da Fundação Curro Velho, fundado em 2002, encerrando as suas atividades em 2010. Todas as produções custeadas pela mesma fundação. O grupo foi pensado pela Professora Olinda Charone. Minha proposta é analisar dois espetáculos, o primeiro de 2003, na montagem de Quando os caramujos vão ao funeral, da adaptação de Neuza Titan, de um conto do escritor francês Jacques Prévert , a mesma assina a direção cênica. É o meu primeiro espetáculo que eu adentro no grupo cênico como ator. A segunda montagem é “Mira o Amor que Parte…Mira o Amor que Fica”. (2021). Produzido e executado pelo Espaço Artístico Cultural D. Mira. Sob a direção cênica de Maurício Franco. Ao qual exerço a função de idealizador do espaço cultural, ator e assino a dramaturgia construída com Wellington Romário e Luciano Cantanhêde. Ambos os espetáculos me atravessam de forma arrebatadora para a arte. Os meus atravessamentos de lembranças, memórias, afetos que enfatizo nessa escrita durante os processos dessas construções coletivas, com devida atenção para as construções das dramaturgias dos dois espetáculos, pois as mesmas foram escritas em momentos de perdas de grandes amores de nossas vidas. Neuza Titan faz a adaptação do texto com uma escrita de uma adequação da mulher amazônida, após a perda de seu esposo e depois de 18 anos, escrevemos o Mira amor que parte Mira o Amor que Fica, sobre a perda da minha mãe, uma das vítimas da Covid. Nossas dramaturgias são metáforas da saudade.
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