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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    De "O Avarento" de Molière a "O Mão de vaca" dos Palhaços Trovadores: o texto teatral em processo
    (Universidade Federal do Pará, 2011-06-17) CORRÊA, Suani Trindade; CHAVES, Lília Silvestre; http://lattes.cnpq.br/4273510661737259
    A presente pesquisa apresenta uma leitura e um estudo de O avarento do dramaturgo francês Molière, na montagem teatral O mão de vaca, concebida pelo grupo Palhaços Trovadores, com doze anos de atuação na cidade de Belém do Pará. Para isso, parte-se primeiro de um panorama da época de Molière e da sociedade para a qual escreveu suas comédias, focalizando, em seguida na dissertação, os caminhos pelos quais passou o grupo de palhaços na adaptação e montagem da peça de Molière, cuja proposta de realização fundamentou-se nos princípios do Processo Colaborativo, um novo modo de criação que se instaurou no Brasil, por volta dos anos 1990. Esse tipo de processo “surge da necessidade de um novo contrato entre os criadores na busca da horizontalidade nas relações criativas” (PAVIS, 2007, p.253). Assim, a montagem do grupo seguiu, em ensaios fechados, abertos e veiculados no ciberespaço, permitindo o diálogo mais estreito entre atores, diretor e público/internautas, tornando a montagem uma criação pública e coletiva. É importante ressaltar que os Palhaços Trovadores procuraram fazer um trabalho de adaptação do texto a partir das suas próprias necessidades, na busca de inovação e manutenção de suas pesquisas com a linguagem do palhaço e dos folguedos populares.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Olhares caleidoscópicos do teatro de Qorpo-Santo
    (Universidade Federal do Pará, 2006-10-20) SARMENTO-PANTOJA, Carlos Augusto Nascimento; SILVA, Joel Cardoso da; http://lattes.cnpq.br/6918547599708778
    O Teatro de Joaquim José de Campos Leão ou, simplesmente, Qorpo-Santo é marcadamente um texto lacunar, como o próprio autor ressaltaria em vários momentos de "Ensiqlopédia ou Seis Mezes de Uma Enfermidade", publicação por ele realizada e única fonte filológica de seus textos. Nossa proposta de análise se vale da necessidade nos debruçarmos sobre a dramaturgia de Qorpo-Santo. Nosso objetivo é, sempre que possível, conferir um sentido ou, em outros termos, criar possibilidades representativas ao hermético texto teatral deste autor. Na tentativa de desvendá-lo, fomos ao encontro dos elementos interpretativos necessários para completar as lacunas deixadas no texto do autor. Seus textos constituem-se de verdadeiras "colchas calidoscópicas", já que neles encontramos várias possibilidades interpretativas ao tentarmos preencher os vagos dos recortes encontrados na sua obra. Inicialmente nos basta deixar os seus textos mais nítidos, quando possível, para que se possamos desconsiderar opiniões de que "os textos de Qorpo-Santo são para ser lido e não para ser encenados", para nós, isso é apenas mais uma das ilusões que permeiam a história do Duque do Triunfo, que devem ser superadas a partir do momento que dermos o devido sentido a esses textos, a partir do ponto que observamos a loucura como um discurso e uma proposição dentro da obra e da vida do autor.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Tempo de Espera: fortuna crítica da peça de Aldo Leite
    (Universidade Federal do Pará, 2022-09-13) MARTINS, Gilberto dos Santos; MARTINS, Benedita Afonso; http://lattes.cnpq.br/6379814397024971
    O presente estudo busca por meio da fortuna crítica, analisar as narrativas escritas e orais produzidas a partir da repercussão estética e política da encenação Tempo de Espera, de autoria do ator, diretor, professor e dramaturgo maranhense Aldo Leite (1941-2016). Essa encenação foi produzida no contexto do Grupo Teatral Mutirão, de São Luís do Maranhão, no ano de 1975, e circulou por todas as regiões do Brasil e em cidades da Europa (Nancy, Lille, Paris, Colônia, Munique, Mettingen, Rotterdam e Amsterdam), entre os anos de 1975 e 1978. Tempo de Espera trata do estado de inanição física e motivacional de uma família do interior do Maranhão diante da pobreza extrema na qual está imersa. Com cinco personagens e uma linguagem que abre mão da palavra na cena, esse espetáculo foi alvo de inúmeras narrativas e marcou a memória do teatro maranhense do século XX. A fortuna crítica de Tempo de Espera dá destaque para o impacto da coragem do conteúdo dessa encenação, a miséria e extrema pobreza do povo brasileiro posto em cena em meio ao período histórico brasileiro conhecido como “anos de chumbo” (década de 1970). Na contramão do discurso oficioso de prosperidade econômica do Brasil, propalado pelos governos ditatoriais, Aldo Leite e seu grupo expõem as feridas e as veias ainda abertas da sociedade brasileira; a fome e o número de brasileiros abaixo da linha da pobreza no Brasil ganha os palcos do Maranhão, do Brasil e do exterior causando certa indignação dos seus espectadores. Outra ênfase interpretada pelas narrativas da fortuna crítica dessa obra é a sua organização cênica; primoroso trabalho de interpretação dos atores que, embora não tendo formação teórica e acadêmica específica, evidenciaram uma práxis cênica colocada em discussão pelo seu público, e estudiosos do teatro, incidindo, assim, luz aos artistas amadores locais e de outras localidades do Brasil, convencionalmente caracterizados de maneira restrita. Tempo de Espera, para o contexto teatral local, pauta a ampliação do entendimento de “amador”. Dessa maneira algumas perguntas balizadoras perpassam este estudo, quais sejam: em que medida essas narrativas estéticas e políticas puderam contribuir para o entendimento de Tempo de Espera como a responsável pela projeção do teatro maranhense no cenário nacional? Tempo de Espera poderia ser considerado um reflexo ou uma amostra do fortalecimento e amadurecimento do movimento de teatro amador feito no Maranhão e no Brasil? O que, em si, representa ou representou Tempo de Espera, em termos estéticos e políticos para além das memórias nostálgicas, para a renovação do teatro maranhense e brasileiro na segunda metade do século XX? Quais são as potencialidades que essa encenação trouxe que a distingue das demais no Maranhão e no Brasil, numa perspectiva experimental e não empresarial? A análise em questão permitirá compreender em que medida essa encenação contribuiu para a efervescência teatral ocorrida na cidade de São Luís na década de 1970, assim como para o debate de um fortalecimento da cena teatral amadora local e brasileira. Para adentar ao processo de construção do corpus textual e análise qualitativa do objeto artístico em questão, alguns procedimentos teórico metodológicos são adotados: Pesquisa Documental (CELLLARD, 2008); a Memória (História Oral) (POLLAK, 1989; NORA, 1993; RABETTI, 2006); e Análise de Discurso (CAREGNATO; MUTTI, 2006; PÊCHEUX, 1993).
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