Navegando por Assunto "Tecnologias Digitais"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Cooperação no desenvolvimento de atividades de modelagem na educação matemática(Universidade Federal de Mato Grosso, 2018-06) MENEZES, Rhômulo Oliveira; BRAGA, Roberta Modesto; ESPÍRITO SANTO, Adilson Oliveira doEste artigo é recorte de uma dissertação de mestrado que buscou identificar e analisar implicações surgidas do uso de Tecnologias Digitais no desenvolvimento de atividades de Modelagem Matemática. Neste recorte, objetivamos analisar a cooperação entre sujeitos (alunos e professor) e tecnologias digitais no desenvolvimento de atividades de Modelagem Matemática. A pesquisa é do tipo qualitativa, em que foram analisados relatórios e apresentações em PowerPoint produzidos por alunos do curso de matemática e gravações em áudio e vídeo registadas pela professora mediadora(segunda autora)no desenvolvimento de três atividades de Modelagem Matemática. Dessa forma,foi possível descrevera cooperação estabelecida entre a professora mediadora, os alunos e as tecnologias digitais, nos permitindo inferir que essa tríade configurou uma rede semântica (mixagens cognitivas complexas e cooperativas) em torno das temáticas investigadas.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Intradisciplinaridade matemática com GeoGebra na matemática escolar(Universidade Federal do Pará, 2019-04) FARIA, Rejane Waiandt Schuwartz de Carvalho; MALTEMPI, Marcus ViniciusNeste artigo discutimos o trabalho intradisciplinar na Matemática escolar e trazemos evidências de que o uso do GeoGebra o favorece. Para tanto, questionamos o processo de disciplinarização da ciência, que contribuiu com o aprofundamento das diversas áreas, ao mesmo tempo em que impulsionou uma crescente dissociação entre elas. De igual modo, a hiper-especialização do saber matemático contribuiu para a fragmentação da Matemática escolar nas ramificações aritmética, geometria e álgebra, o que tem dificultado seu aprendizado pelos alunos. Buscando o equilíbrio entre fragmentação e totalização, investigamos a intradisciplinaridade da Matemática escolar com GeoGebra. A metodologia utilizada é de cunho qualitativo e aqui analisamos uma atividade de exploração do raciocínio proporcional, desenvolvida com professores de Matemática que atuavam nos Anos Finais do Ensino Fundamental. A análise indica que o GeoGebra oportuniza a exploração de múltiplas representações que destacam particularidades das ramificações matemáticas por meio de seus diversos recursos e janelas que apresentam os objetos matemáticos dinamicamente conectados, o que contribui para que as desvantagens de cada representação sejam supridas pelas vantagens das outras, no que se refere ao ensino e à aprendizagem de Matemática. Concluímos que a abordagem matemática intradisciplinar com GeoGebra ressalta o trabalho concomitante entre as diferentes ramificações matemáticas e oferece ao professor a possibilidade de explorá-lo em sua prática pedagógica.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Percepções docentes sobre o ensino e aprendizagem de geometria nos anos iniciais do ensino fundamental: reflexos e reflexões de uma experiência formativa(Universidade Federal do Pará, 2018-04-02) SOUZA, José Kemeson da Conceição; FRAIHA-MARTINS, France; http://lattes.cnpq.br/4765567823575996; https://orcid.org/0000-0001-7933-6014Esta é uma pesquisa de natureza qualitativa, na modalidade narrativa, que versa sobre uma experiência formativa (curso de formação continuada) desenvolvida com um grupo de professores, que ensinam matemática nos anos iniciais do ensino fundamental, em contexto de trabalho. Objetivo compreender os aspectos formativos em um curso de formação continuada, mediado por Origami e Tecnologias Digitais, que contribuem para outras/novas percepções docentes sobre o ensino de Geometria nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Desenvolvi um design de formação inspirado na Teoria Histórico-cultural de Vigotski e na Pedagogia histórico-crítica de Demerval Saviani, que está embasado em cinco momentos: experiência de vida e formação – sensibilização para (auto) formação – materialização teórico-prática – sistematização do aprendizado – socialização. Os instrumentos utilizados foram: questionário de campo, diário de formação, memoriais reflexivos, registros audiovisuais e entrevista. Foi utilizada a Análise Textual Discursiva como metodologia para análise qualitativa. Ao impregnar-me e realizar a analise de todo material empírico, dei forma a três eixos de análise: i) Experiência de vida e formação com a Geometria: da Educação Básica e formação inicial à prática docente; ii) Origami e tecnologias digitais: instrumentos mediadores para o ensino e aprendizagem de geometria; iii) Percepções docentes sobre o processo formativo: narrativas que expressam as novas/outras reflexões sobre a formação continuada em matemática. Dentre os reflexos e reflexões feitas a partir dessa experiência formativa, destaco que os professores ao vivenciarem tal curso de formação continuada foi possível inferir que: i) houve avanços na compreensão no/do processo de ensino e aprendizagem de geometria; ii) houve desenvolvimento do conhecimento específico do conteúdo, indicando que os motivos que levavam os professores a trabalharem de maneira limitada residiam na compreensão reducionista que possuíam sobre o conteúdo geométrico; iii) quando envolvidos em processo de interação mediado por uma pessoa mais experiente e por recursos didáticos capazes de proporcionarem estudo, discussão e reflexão do objeto matemático, as aprendizagens ocorrem de maneira satisfatória, agindo na ZDP de cada sujeito investigado; iv) a formação corroborou para o desenvolvimento profissional docente e reconhecimento da função social dos professores; v) a formação continuada em contexto de trabalho deve ser pensada para ser desenvolvida de forma colaborativa e participativa, considerando que os sujeitos envolvidos deverão ser valorizados e respeitados como os agentes importantes que são desse processo; vi) Há que se pensar que uma formação repleta de sentidos perpassa pela valorização, respeito, interação, troca de experiências, formação em contexto de trabalho e reconhecimento da profissão docente.Tese Acesso aberto (Open Access) Sentidos subjetivos de estudantes do ensino médio: o uso das tecnologias digitais para estudar biologia(Universidade Federal do Pará, 2017-04-26) POSSAS, Iris Maria de Moura; ALVES, José Moysés; http://lattes.cnpq.br/6500775506186127; https://orcid.org/0000-0003-1307-1249Tecnologias Digitais (TD) tem sido usadas, cada vez mais, na socidade e na escola. Em geral, as pesquisas focalizam as TD como ferramentas que privilegiam processos cognitivos. Neste trabalho, sustento a tese de que estudantes do Ensino Médio, enquanto nativos digitais, produzem sentidos subjetivos para o uso das TD em vários contextos, inclusive para estudar Biologia, favorecendo a motivação e a aprendizagem desta disciplina. Inspirada na Teoria da Subjetividade proposta por González Rey, objetivei compreender os sentidos subjetivos de estudantes do Ensino Médio, relacionados aos usos das TD para estudar Biologia. Realizei o estudo com quatro estudantes do terceiro ano do Ensino Médio, de uma escola federal, em Belém do Pará. Segui a orientação da Epistemologia Qualitativa, que valoriza a construção e interpretação das informações pelo pesquisador, a interação dialógica com os sujeitos da pesquisa e o reconhecimento da singularidade como instância de produção de conhecimento científico. Os alunos forneceram informações por meio de uma redação, complementos de frases e conversas informais. A partir das informações obtidas nesses instrumentos, organizei os estudos de caso dos quatro sujeitos, construindo indicadores de sentidos subjetivos e buscando compreender como se configuravam para cada sujeito. Os resultados indicam que jovens alunos produzem configurações de sentidos subjetivos singulares para o uso das TD. Em seguida, construi categorias e subcategorias, aproximando os sentidos dos quatro sujeitos. Obtive que as TD satisfazem necessidades importantes dos adolescentes. Usam as TD fora da escola para interagir, divertir-se ou satisfazer a curiosidade e para fugir da solidão. Na escola, também usam para interagir, divertir-se ou satisfazer curiosidade e para acessar informações de forma rápida. Especificamente para estudar Biologia, os estudantes usam as TD para interagir, fixar ou memorizar conteúdos, entender ou satisfazer curiosidade, complementar ou aprofundar conteúdos e para extrapolar determinado tema para outro contexto. Tais sentidos incluem desde os que enfatizam a reprodução dos conteúdos até os que facilitam a aprendizagem. Além disso, os estudantes utilizam as TD com alguns cuidados, conscientes de que elas podem auxiliar os estudos e as interações, mas também prejudicá-los. Portanto, os resultados apoiam a afirmação de que os sentidos subjetivos do uso das TD para estudar Biologia favorecem a motivação e a aprendizagem desta disciplina, apesar de outros resultados recomendarem cautela em relação aos tipos de motivação e aprendizagem que estes usos podem proporcionar.
