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Navegando por Assunto "Teoria social cognitiva"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Adoecimento de docentes na educação básica: uma revisão sistemática da literatura
    (Universidade Federal do Pará, 2018-01-31) COUTO, Andrea Lobato; RAMOS, Maely Ferreira Holanda; http://lattes.cnpq.br/8174411008021957
    O adoecimento de professores da Educação Básica tem sido alvo de investigações na academia, e o levantamento das principais pesquisas nacionais e estrangeiras acerca da temática é imprescindível para se obter uma visão geral do que tem sido investigado. Este estudo objetiva construir um panorama das pesquisas nacionais e internacionais publicadas entre os anos 2006 e 2017 sobre o tema adoecimento docente na Educação Básica. Utiliza a técnica da Revisão Sistemática da Literatura (RSL), de caráter exploratório e descritivo, com buscas nas bases SciELO, Eric, Lilacs e CAPES. Os seguintes critérios de inclusão foram considerados: somente artigos; dos últimos 11 anos; apenas os disponíveis na íntegra; apenas os gratuitos; apenas os revisados por pares; que tratem de professores da Educação Básica; que tenham os principais descritores no título ou nas palavras chave. A técnica de Análise de Conteúdo foi feita com auxílio do software NodeXL. Após a busca inicial, foram aplicados os critérios, obtendo-se 45 artigos. Os resultados apontaram maior frequência (35 = 77,8%) de estudos investigando condições de trabalho, saúde e sofrimento, bem como estratégias de enfrentamento, revelando que as pesquisas têm sido direcionadas na busca pela relação entre trabalho e adoecimento do professor. Um total de 3 (6,6%) artigos usaram a Teoria Social Cognitiva para investigar conceitos relacionados. A técnica de análise de grafos e de redes semânticas permitiu constatar as conexões entre as variáveis mais importantes presentes nos artigos, tais como Adoecimento Docente e Saúde Docente, sendo as que alcançaram maior grau de centralidade nos grafos apresentados, denotando sua importância nas discussões que estão sendo empreendidas acerca do tema ora investigado. Outras revisões podem ser empreendidas a fim de auxiliar na busca por estudos que contribuam para a pesquisa acerca do mal-estar docente. Apesar dos achados da presente revisão, entende-se que outras investigações poderão contribuir com novos dados para corroborar ou negar a relação entre trabalho e adoecimento em docentes. Ressalte-se a baixa frequência de estudos na perspectiva da Teoria Social Cognitiva.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Autorregulação emocional na perspectiva social cognitiva: uma revisão integrativa
    (Universidade Metodista de Piracicaba, 2021-08) TORQUATO, Jamille Gabriela da Silva; GARCIA, Luciana Amaral; RAMOS, Maely Ferreira Holanda
    O homem, segundo a Teoria Social Cognitiva, é capaz de autorregular seu comportamento, motivações, emoções, dentre outros aspectos. Esta pesquisa tem por objetivo construir um panorama das pesquisas nacionais e internacionais sobre autorregulação emocional na perspectiva social cognitiva, por meio de uma revisão integrativa da literatura, considerando o período de 2008 a 2019; identificando o que os autores têm abordado sobre esta temática e apontando possíveis lacunas. Com uma abordagem quantitativa, o referido estudo apropriou-se de uma análise de frequência mediante a utilização do software NodeXL, que gerou um Grafo com dados de medidas de centralidades adotadas a fim de destacar os construtos mais relevantes. Os resultados apontaram para cinco artigos analisados que apresentaram a relevância de quatro construtos: Emotional intelligence; Emotional competence; Emotion regulation; Coping. Os dados demonstram que a literatura tem afirmado que o sujeito que é capaz de autorregular-se emocionalmente apresenta uma inteligência emocional satisfatória, além de torna-se competente para enfrentar situações que podem gerar um estado emocional negativo. Além disso, faz-se necessário investir em programas que estimulem a competência emocional nos indivíduos a fim de garantir a eficácia no gerenciamento das emoções.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Brincadeiras, jogos e a autorregulação da aprendizagem na educação infantil: um estudo de intervenção
    (Universidade Federal do Pará, 2018-01-31) FURTADO, Maria Roberta Miranda; RAMOS, Maely Ferreira Holanda; http://lattes.cnpq.br/8174411008021957
    A presente pesquisa teve como objetivo estudar a autorregulação da aprendizagem na Educação Infantil por meio de brincadeiras e jogos. A autorregulação da aprendizagem em crianças pequenas tem se mostrado cada vez mais eficaz no ambiente escolar, pois pode ajudar as crianças em seu desenvolvimento cognitivo e metacognitivo. A autorregulação da aprendizagem se refere a capacidade que o indivíduo possui de se tornar mais independente e autônomo quanto a sua própria aprendizagem. A autorregulação da aprendizagem é uma proposta atual, apoiada na Teoria Social Cognitiva de Albert Bandura (2008). Diante da importância deste construto pode significar para o campo educacional e mais especificamente para a Educação Infantil, busca-se compreender como a autorregulação da aprendizagem pode contribuir para o processo de desenvolvimento cognitivo das crianças em idade pré-escolar por meio de jogos e brincadeiras. Do ponto de vista teórico-metodológico este estudo consiste em uma pesquisa exploratória e descritiva de caráter quantitativo e qualitativo, constituindo-se também como um estudo de intervenção. Por meio da aplicação do instrumento de formação-ação-reflexão CHILD – Lista de Desenvolvimento da Aprendizagem Independente (PISCALHO & VEIGA SIMÃO, 2014), observou-se que as crianças apresentaram aspectos autorregulatórios menos frequentes nas dimensões motivacional e cognitiva, dimensões essas que foram foco central para a construção do Plano de Intervenção, seguindo os pressupostos da Teoria Social Cognitiva. O qual configura-se como um importante instrumento colaborativo para o alcance desses resultados na Educação Infantil.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Construção e validação da escala de autorregulação acadêmica
    (Universidade Federal do Pará, 2019-01-28) SILVA, Emmanuelle Pantoja; RAMOS, Maely Ferreira Holanda; http://lattes.cnpq.br/8174411008021957
    O sucesso acadêmico está ligado substancialmente aos esforços que o estudante se propõe a realizar durante o seu processo da aprendizagem. No campo da formação inicial dos professores, torna-se essencial que este processo esteja solidificado, além de ocorrer de maneira autônoma. Para este estudo, foram utilizados como aporte, a Teoria Social Cognitiva e, mais especificamente, o construto da Autorregulação, aplicado ao contexto acadêmico, a Autorregulação da Aprendizagem. Este construto aplicado ao contexto de ensino pode auxiliar na aprendizagem por se tratar de um processo que exige que o estudante seja proativo e assuma o controle, mesmo que parcialmente, de seus processos metacognitivos, motivacionais e comportamentais. O presente estudo tem como objetivo geral construir e validar um instrumento a fim de avaliar a autorregulação em estudantes universitários. Para isto, desenvolveram-se dois artigos, no primeiro utilizaram-se técnicas de levantamento de dados, quantitativas, qualitativas, desenvolvidas por meio de Revisão Sistemática da Literatura que captou 22 objetos entre os anos de 2008 e 2018, frutos de pesquisas nacionais e internacionais (inglês e espanhol) das bases de dados CAPES, SCIELO, LILACS e REDALYC; no segundo artigo construiu-se uma escala e buscaram-se evidências de validade, para tanto se utilizou Análise de Confiabilidade de Escalas que foram aplicadas a dados coletados por meio de dois instrumentos, o questionário de caracterização e a escala proposta, submetidos a 445 estudantes universitários de duas instituições de ensino superior de ensino público. A escala é do tipo Likert e está composta por 20 itens fechados, categorizados pelas subfunções psicológicas que compõem a autorregulação. Os principais resultados da revisão sistemática indicaram que entre os anos de 2016 e 2018 houve queda nos números de publicações, se contrapondo aos anos de 2014 e 2015, acrescentando, também, que apenas um estudo tratou de validação de escala aplicada a universitários. Embora os achados sejam considerados baixos, eles investigaram com mais intensidade temas voltados para a autorregulação da aprendizagem e suas ramificações como as estratégias de aprendizagem, o desempenho Acadêmico, a procrastinação acadêmica e outros. Quanto ao resultado da pesquisa empírica (Artigo 2) com a aplicação da escala proposta, por meio de técnicas quantitativas, confirmou-se a presença de validade, apresentando consistência interna satisfatória em todos os itens e também, alfa de Cronbach igual a 0,908, no escore total da escala De acordo com os resultados obtidos, percebeu-se que na literatura, nos últimos anos, os estudos relacionados à temática permitiram ampliar o conhecimento em torno do tema, porém o número de publicações diminui ao longo dos anos, principalmente no que diz respeito à validação de instrumentos para mensurar o construto, além de associá-lo ao contexto dos participantes.
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