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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Corpa-Trans em (A)fronteiras: uma cartografia poética para afrontar a normatividade
    (Universidade Federal do Pará, 2025-11-27) BARROS, Isabella Valentina Conceição; SARÉ, Larissa Latif Plácido; http://lattes.cnpq.br/3313460196086035; ALMEIDA, Ivone Maria Xavier de Amorim; AMORIM, Ana Karine Jansen de; FERREIRA, Helena Carla Gonçalo; http://lattes.cnpq.br/5012937201849414; http://lattes.cnpq.br/5875820201443540
    Este trabalho vem transcrever as texturas de uma corpa transviada em um processo poético como atriz e performer, para isso, abordo como a personagem do monólogo “Mulher de Juan” me atravessou e contribuiu para o meu devir-mulher-trans, tornando a potência política de um corpo que ocupa espaços, sendo um deles o da educação, espaço que muitas vezes não está preparado para nos receber e acaba se tornando um lugar de exclusão e violência para nós. O entremeio deste trabalho será o nascimento, vou cartografar a infância de onde vim e quem são os meus ancestrais que também contribuíram nesse meu devir, tudo de forma a despatologizar o sentido (cis)temático que oprime nossos corpos, corpas e corpes. É cortar, tirar os pedaços, desconfigurar a normativa. Trago como questionamento o teatro enquanto ferramenta de transformação e cura, e como isso colabora nessa luta social trans/travesti como afirmação do direito de ser quem somos. Convoco Judith Butler (2016), Paul Preciado (2022), Dodi Leal (2021), entre outros autores, para embasamento e para tornar esta escrita mais potente.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Da rosa salta gafanhoto: trânsitos entre kata pessoal e poesia corpórea
    (Universidade Federal do Pará, 2023-01-20) PINHEIRO, Silvia do Socorro Luz; ALMEIDA, Ivone Maria Xavier de Amorim; http://lattes.cnpq.br/5012937201849414; https://orcid.org/0000-0001-8277-5210; MENDES, Ana Flávia de Mello; SOUZA, Iara Regina da Costa; SANTOS, Adriana Maria Cruz dos; SANTOS, Mayrla Andrade Ferreira dos; http://lattes.cnpq.br/6144243746546776; https://orcid.org/0000-0002-4807-0775
    Esta é uma tese memorial que foi dividida em cinco livros, que tem como espaço de pesquisa o processo de criação da obra cênica Da Rosa salta Gafanhoto, assumindo-a como poética e metodologia da pesquisa, que transita pela dimensão feminina da Samurai, Gueixa e Criança Luz inerente à pesquisadora e suas relações com as poéticas corpóreas de cada uma delas. A pesquisa declara ser o gafanhoto que salta da rosa e assume como corpo da pesquisa esse salto que ele dá e se metamorfoseia nas três figuras femininas que aparecem na tese, as quais são fantasmas que orbitam à pesquisadora, ou fendas por onde o processo de criação se espalha. A poética e método investigativo usado na pesquisa, perpassa no processo de perceber a metamorfose da palha que ao secar e começar a morrer, se torna flexível, se enrola em flor para depois saltar em forma de gafanhoto. Alguma coisa que se desenrola, mas, primeiro ela seca e vai em direção à morte, seria uma metodologia da morte? Do perecimento? Uma poética do perecimento, um método poético de trabalho, mas, o que é isso? Um método de flexibilidade poética, onde contém o treinamento Kata pessoal, os três mascaramentos. Apresento como suporte teórico o conceito de pesquisa performativa que abraça essas proposições para os estudos práticos realizados e para a construção da escrita que emana das práticas da sala de trabalho. A pesquisa performativa aqui é entendida conforme os preceitos de Brad Haseman (2015). O condutor da pesquisa é essa metodologia poética flexível – Da Rosa salta gafanhoto -, onde a artista-marcial apresenta o conceito de autocriação, por assegurar que enquanto gera a obra vivencia muitos devaneios, indagações lugares vazios da artista marcial e afinamentos de coerência diante do mundo que a cerca e a si mesma, passando a autocriarse, sendo assim um processo de criação da obra e autocriação de si diante das diferenças de si.
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