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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O desafio da tradução entre língua portuguesa e libras diante do fenômeno da sinonímia
    (Universidade Federal do Pará, 2017-08) CARVALHO, Márcia Monteiro; ARAUJO, Marília Socorro Oliveira
    A pesquisa está voltada para o fenômeno da sinonímia na tradução entre Língua portuguesa (LP) e Libras, como foco o trabalho do profissional intérprete de Libras. Objetiva-se analisar a sinonímia nas referidas línguas como também verificar a valorização semântica entre as sentenças traduzidas pelo intérprete de Libras. O aporte teórico é formado por Lyons (1981); Ilari e Geraldi (2006); âmara Jr. (2002), além dos estudos de Lacerda (2009) e Rosa (2008). Utilizamos abordagem quantitativa e qualitativa. Obtemos as traduções para análises a partir de sentenças escritas em português e submetidas a traduções por intérpretes de Libras do munícipio de Abaetetuba-Pa. Constatou-se que a sinonímia, por ser um processo constitutivo da tradução, é essencial para garantir o sentido na língua de chegada. Assim, qualquer perda semântica como verificada nas análises das traduções com o sentido literal e no acréscimo de informação pelo intérprete na tradução, provocou prejuízos ao processo sinonímico. Consequentemente, o trabalho do intérprete de Libras é muito importante para os surdos e a tradução precisa ser realizadas com ética e responsabilidade. Precisa ser um recurso para atender à compreensão do surdo de uma língua que ele não ouve.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Os desafios da tradução: reflexões sobre a prática tradutória de textos sagrados para as línguas indígenas brasileiras
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05) CARVALHO, Marcia Goretti Pereira de
    Este artigo objetiva refletir sobre as práticas de tradução de textos sagrados para línguas ameríndias para evangelizar os indígenas e incorporar/impor a eles a cultura dos brancos. Apresenta-se, neste artigo, para discussão e reflexão, o artigo de Dominique Gallois (2012) e sua experiência de pesquisa de campo com os Guarani, os Yanomani e os Wajãpi e a tradução de textos bíblicos para esses povos; o artigo de Bruna Franchetto (2012) e seu trabalho, por vários anos, como linguista com os Kuikuro no Alto Xingu; e, por fim, o artigo de Gabriel Oliveira e outros autores (2013) sobre os problemas de tradução enfrentados pelos jesuítas, no período da colonização, para catequizar os Tupinambá. Essa reflexão é com base nos trabalhos de Berman (2013), Bassnett (2003), Burke e Hsia (2009), Delisle e Woodsworth (1998), Niranjana (1992), Zea e Stallaert (2012), Rocha (2006), Rodrigues (2000, 2010, 2011), Viveiros de Castro (2004, 2011), dentre outros. E, nas considerações finais, ressalta-se a conexão entre Tradução e Antropologia, e o diálogo dos Antropólogos/Linguistas com os Tradutores/Pesquisadores da Tradução, assim como discute-se a relação do texto traduzido com seu efeito sobre o público-leitor desse texto no contexto sócio-cultural em que está inserido.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Inglês instrumental e a expertise compartilhada: convergência com a tradução e a terminologia
    (Universidade Federal de Santa Catarina, 2018-12) BARROS, Silvia Helena Benchimo
    Este artigo aborda criticamente aspectos pertinentes ao ensino da língua inglesa em textos de especialidade na dimensão do Ensino Instrumental, problematiza essa abordagem considerando o contexto dos cursos livres de idioma - com foco na competência de leitura - em modalidade EAP (STREVENS, 1977; HYLAND, 2006) e estabelece convergências teóricas com os campos da Tradução e Terminologia. A perspectiva adotada visa contribuir com o desempenho dos agentes envolvidos e com o aprimoramento da prática pedagógica, expandindo novos caminhos e possibilidades teórico-metodológicas. A motivação para este estudo emerge da crescente e expressiva procura pelo desenvolvimento da competência de leitura em textos com conteúdo científico em língua estrangeira por profissionais e acadêmicos de áreas diversas. Esta demanda caracteriza-se por metas bem definidas em seus domínios de atuação associadas à busca por mecanismos de aceleração de resultados decorrente da pressão exógena por qualificação. Pretende-se descrever as peculiaridades do contexto de ensino de onde partem estas reflexões e relacionar alguns mecanismos utilizados metodologicamente no processo de resolução de dificuldades exploratórias do texto com estratégias tradutórias e conhecimentos de cunho terminológico.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O modelo referencial da linguagem na tradução-interpretação da linguagem matemática pelos surdos usuários da Libras
    (Universidade Federal do Pará, 2019-03-28) COSTA, Walber Christiano Lima da; SILVEIRA, Marisa Rosâni Abreu da; http://lattes.cnpq.br/3588315106445865; http://orcid.org/0000-0002-3147-9478
    Nesta Tese, apresentamos um estudo acerca do uso do modelo referencial da linguagem na tradução-interpretação da linguagem matemática pelos surdos usuários da Libras. Nossos objetivos são: investigar as influências do uso do Modelo Referencial da Linguagem pelos alunos surdos no aprendizado da matemática; analisar os processos tradutórios dos alunos surdos nas aulas de matemática; investigar o jogo de linguagem no uso de diversas linguagens no contexto da aprendizagem de surdos. Para tanto, apoiamo-nos em alguns conceitos da filosofia de Wittgenstein, bem como em educadores matemáticos que se filiam ao pensamento desse filósofo para pensar a docência e em autores que discutem a educação inclusiva. Defendemos a hipótese de que, ao traduzir conceitos matemáticos para a Libras, o aluno surdo faz uso do Modelo Referencial da Linguagem, que tem como uma das recorrências a tradução “palavra por palavra” ou palavra-sinal. E nossa tese é: o uso referencial da linguagem prejudica a aprendizagem, em matemática, do aluno surdo, pois vemos que o surdo faz traduções que não expressam os sentidos do texto matemático. Realizamos uma pesquisa de campo em duas cidades do Estado do Pará, com um total de 13 estudantes surdos, sendo 4 de uma escola e 9 de uma segunda escola. Para o levantamento e análise dos dados, criamos uma turma com os alunos surdos em cada escola. Escolhemos montar tais turmas, pois nosso foco de investigação era os surdos e suas traduções. A partir da abordagem qualitativa, constatamos que os alunos surdos utilizam a tradução literal que deriva do Modelo Referencial da Linguagem, ou seja, uma tradução palavra-sinal, fazendo com que não consigam compreender conceitos matemáticos. Nesse uso, os surdos utilizam um jogo de linguagem que não é o proposto pelo docente em sala de aula. E isso corrobora para um cenário de exclusão, o que vai contra as ideias de inclusão e de uma educação justa e de qualidade a todos. Entendemos que as diferenças linguísticas muitas vezes atrapalham, haja vista que ainda há cenários sem a presença de professores fluentes em Libras e nem profissionais tradutores-intérpretes e, somados ao uso da referencialidade, acabam por trazer mais dificuldades aos surdos. Vivenciamos na pesquisa de campo que mesmo surdos em sé- ries mais avançadas sentem dificuldades na tradução-interpretação de textos matemáticos, o que evidencia o prejuízo que tal Modelo traz à aprendizagem, em matemática, do aluno surdo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Tradução e adaptação transcultural da Pittsburgh Fatigability Scale para o português brasileiro
    (Universidade Federal do Pará, 2023-04-28) SANTANA, Larissa Lopes; TORRES, Natáli Valim Oliver Bento; http://lattes.cnpq.br/1927198788019996; https://orcid.org/0000-0003-0978-211X
    Introdução: A fadiga é um sintoma associado ao enfraquecimento ou esgotamento dos recursos físicos e/ou mentais de um indivíduo. O termo fatigabilidade compreende a percepção subjetiva de fadiga do indivíduo frente a atividades de intensidade e duração específicas. A escala Pittsburg Fatigability Scale (PFS), originalmente publicada no idioma inglês, é a única escala validada para mensurar a fatigabilidade percebida em pessoas idosas. Considerando a importância da avaliação específica na população idosa para a prevenção de afecções e direcionamento no cuidado e reabilitação, faz-se necessária a sua tradução e adaptação transcultural às especificidades do contexto brasileiro. Objetivo: Traduzir e adaptar transculturalmente a Pittsburgh Fatigability Scale para o portugues brasileiro para avaliação da fatigabilidade na população idosa brasileira. Metodologia: Realizamos a tradução e adaptação transcultural para gerar a versão PFS em português brasileiro (PFS-Brasil), seguindo as etapas: tradução da língua de origem (inglês), comparação e síntese das versões traduzidas, retrotradução cega, comparação das retrotraduções e avaliação da clareza do instrumento pelo comitê de especialistas. Pessoas com idade igual ou superior a 60 anos que atenderam aos critérios de inclusão e exclusão foram convidadas a participar voluntariamente do estudo após assinatura do TCLE. Cada participante informou dados demográficos, respondeu a PFS-Brasil e informou sua compreensão de cada item da escala, dificuldade em responder e sugestões sobre o instrumento. Todas as avaliações foram realizadas em ambientes de controle de ruído, temperatura e iluminação para garantir condições de privacidade e conforto para a realização adequada dos testes. O software R foi utilizado para realizar análise das evidências de validade de construto e precisão do instrumento a partir da Análise Fatorial Confirmatória (AFC), α de Cronbach, ω de McDonald e confiabilidade composta. Resultados: Foi desenvolvida a versão brasileira da PFS (PFS-Brasil). O teste piloto referente a última fase da adaptação transcultural foi realizado com 103 participantes, predominantemente do sexo feminino (81,5%), casados (41,7%), pardos (60,1%), que não tiveram COVID-19 (50,4%) e que realizam algum tipo de atividade física (64%). As análises fatoriais confirmatórias realizadas apontam a adequação de modelos bifatoriais para ambas as subescalas (x²: 48,53 para a subescala física e x²: 35,05 para a mental), com excelente e satisfatória consistência interna nos fatores 1 (⍺: 0,9) e 2 (⍺: 0,76) da subescala de Fatigabilidade Mental, respectivamente. Já para a subescala de Fatigabilidade Física apresentou resultados muito bons para o fator 1 (⍺: 0,8) e satisfatório para o fator 2 (⍺: 0,6). Conclusão: O presente estudo demonstrou que a versão brasileira da Pittsburgh Fatigability Scale apresenta adequada validade de construto para avaliação da fatigabilidade percebida em idosos, tanto em suas subescalas física quanto mental.
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