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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Currículo e ensino de ciências na educação de jovens e adultos: entre linhas, saberes e diferença
    (Universidade Federal do Pará, 2013-03-30) CORRÊA, Edilena Maria; BRITO, Maria dos Remédios de; http://lattes.cnpq.br/6896268801860211; https://orcid.org/0000-0002-0478-5285
    A pesquisa é resultado de um estudo que buscou tatear as margens de um currículo de ciências por vias de suas potências e possibilidades criativas, problematizando, por outro lado, o currículo de ciências que se põe encastelado por conhecimentos objetivos. Com isso, o estudo visa pensar a ideia de um currículo que permeia a diferença. O estudo levanta as seguintes questões de investigação: o que podem os saberes populares que emergem no entre currículo escolar? Que modos, que experiências poderiam ser pensadas no espaço escolar da EJA/Cametá no ensino fundamental que pudessem possibilitar um currículo da diferença? É possível pensar uma imagem de currículo de Ciências da EJA, que esteja para além do mero posto, dado, e seja a favor da diferença? O objetivo principal foi investigar se o saber popular, que emerge no entre o currículo escolar de ciências, pode potencializar novos modos de existências e experiências criativas no que diz respeito ao currículo de ciências da Educação de jovens e Adultos do município de Cametá-Pa, assim como as possibilidades e os efeitos que esses saberes trazem para esse currículo. Para tanto, elegeu como fonte de estudo, material bibliográfico e empírico. O referencial teórico toma o pensamento da diferença de Gilles Deleuze e Felix Guattari, os conceitos utilizados foram: menor, rizoma, transversalidade e diferença. A escolha dos autores se deu por entender que eles possib ilitam ir além de um pensamento sedentário e neutralizante de currículo, do mesmo modo por entender que ambos os autores radicalizam qualquer pensamento dogmático a favor da diferença. Dessa forma, por mais que esses autores não tenham pensado a educação, buscam um pensamento da resistência, da transversalidade, o que permite pensar o currículo de ciências por vias abertas e flexíveis e contribui para promover a integração entre saberes populares e científicos no currículo de ciências. A parte empírica da pesquisa consiste na vivencia de experiências em aulas de ciências concepção menor com estudantes e um professor de ciências da Educação de Jovens e Adultos (ensino fundamental) de uma escola pública do município de Cametá, com os quais experimentei um esboço de currículo de ciências por seus movimentos, por suas potências e possibilidades. Para registro de tais experiências foi usado o diário de campo, no qual foram feitas anotações das conversas formais e informais com estudantes e o professor, dos encontros e das aulas-experiências realizadas em sala de aula junto com professor, aluno e pesquisadora. Trago a ideia de currículo a partir de uma visão que permita trânsito entre saberes, mas um meio de onde nasce e transborda o movimento. E é sob essa perspectiva de currículo que discorre a pesquisa, pela força da diferença em detrimento da identidade, o devir em vez do ser. É possível pensar um currículo pelas vias da diferença, quando estudantes, escola e professores permitem atravessamentos no currículo.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O ensino e a aprendizagem de ciências e matemáticas, a transversalidade, a interdisciplinaridade e a contextualização
    (Universidade Federal do Pará, 2005-06) LEVY, Lênio Fernandes; ESPÍRITO SANTO, Adilson Oliveira do
    O presente artigo aborda os influxos exercidos pelo paradigma moderno sobre o ensino e a aprendizagem de ciências e matemáticas. Trata ainda da emergência de uma tendência paradigmática, pautada pela “complexidade”, que é diametralmente oposta aos princípios da modernidade cartesiana na medida em que trata de ideias 'baseadas na “distinção com união” e, portanto, na “indeterminação/criatividade”, ao invés de se fundar nas crenças a propósito da fragmentação e do determinismo racionalistas/mecanicistas. O novo 'ideário integra as concepções de transversalidade, interdisciplinaridade e contextualização, que serão analisadas ao longo deste texto, sobremaneira no que pertence à sua utilização no ensino e na aprendizagem de ciências e matemáticas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Tramas, redes e escafandristas: notas sobre a educação e o comum na pesquisa em Psicologia
    (Universidade Federal do Pará, 2016-08) SANTOS, Daniele Vasco; LEMOS, Flávia Cristina Silveira; GOMES, Geise do Socorro Lima; GALINDO, Dolores Cristina Gomes
    O presente artigo visa refletir teoricamente sobre as dimensões do plano da experiência do comum na pesquisa por meio da composição de tramas que favorecem agenciamentos coletivos de saberes, poderes e subjetividades. A busca por intercessores e formação de redes possibilita inventar e politizar as relações, os corpos, pensar a produção da verdade, encarnada e atravessada por afetos. Os saberes são legados partilhados e resultam dos encontros potentes entre conversas e perguntas, na trama das forças heterogêneas e múltiplas que os constituem. Transversalizar e multiplicar os intercessores pela prática transdisciplinar implica ampliar perspectivas, fazer deslizar os lugares institucionais e subjetivos para desnaturalizar práticas cristalizadas e produzir novas histórias colaborativas entre pesquisadores e docentes, na Psicologia e na educação.
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