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Navegando por Assunto "Tropical estuary"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Distribuição espaço-temporal da comunidade zooplanctônica no estuário do Taperaçu (Bragança-Pará-Brasil): biomassa e produção secundária das principais espécies de copépodos
    (Universidade Federal do Pará, 2016-10-25) LEITE, Natália da Rocha.; MONTES, Manuel de Jesus Flores; http://lattes.cnpq.br/2999296486918048; COSTA, Rauquírio André Albuquerque Marinho da; http://lattes.cnpq.br/4504677939464624; https://orcid.org/0000-0003-4461-3936
    O presente estudo objetivou estudar a composição e a distribuição da comunidade zooplanctônica no estuário do Taperaçu avaliando, em escala temporal e espacial, a contribuição das principais espécies de copépodos para a biomassa e produção em termos de carbono orgânico no ambiente em estudo. Para tanto, foram realizadas coletas bimestrais (zooplâncton e variáveis hidrológicas) de junho de 2012 a junho de 2013, em três estações fixas situadas ao longo do estuário, totalizando 45 amostras. A comunidade zooplanctônica do Taperaçu foi aparentemente homogênea, não sendo detectadas variações significativas relacionadas aos ciclos circadianos (dia/noite) e de maré (enchente/vazante), no que se refere aos atributos biológicos. Elevados valores de densidade de Paracalanus quasimodo, Labidocera fluviatilis, e Pseudodiaptomus marshi foram observados. A ausência de um padrão nictimeral e de maré, esteve possivelmente relacionada às características morfodinâmicas do estuário do Taperaçu, tais como a presença de bancos de areia em sua porção central, a ausência de uma descarga fluvial, a pequena área de captação, as baixas profundidades e as fortes correntes de maré, as quais facilitam os processos de mistura horizontal e vertical da coluna de água. Quando analisados em uma escala mensal e espacial, foi observada a influência dos períodos sazonais sobre a dinâmica desses organismos, estando estas diretamente relacionadas às variações da salinidade, turbidez e concentrações de clorofila-a. A comunidade zooplanctônica esteve dominada pelos copépodos, em especial Acartia tonsa (22.230,9±46.145,7 ind.m ), P. marshi (3.267,3±4.565,1 ind.m -3 ), Acartia lilljerborgi (4.011,6±10.326,5 ind.m -3 ) e Oithona oswaldocruzi (30.221,9±28.328,4 ind.m -3 ), P. quasimodo (9.270,7±17.593,3 ind.m -3 ), juntamente com Oikopleura dioica (15.284,6±26.060,6 ind.m -3 ). A diversidade média das espécies variou de 2,0±0,6 bits.ind -3, enquanto que a equitabilidade variou de 0,5±0,1 a 0,7±0,03. De modo geral, a variabilidade temporal (mensal e sazonal) e espacial observada na estrutura e dinâmica populacional do zooplâncton esteve principalmente relacionada às flutuações nas taxas de precipitação, as quais afetaram diretamente a salinidade da água e, consequentemente, a densidade desses organismos. Adicionalmente, conclui-se que a presença de espécies tipicamente marinhas, tais como P. quasimodo e Oikopleura dioica -1a 3,8±0,4 bits.ind -1 pode estar relacionada ao aumento significativo da salinidade, resultado da redução das chuvas em 2012. A biomassa e produção de A. tonsa e A. lilljeborgi estiveram diretamente relacionadas à precipitação local, visto que A. tonsa apresentou elevados valores durante todo o período, e não apenas no período chuvoso, como anteriormente observado neste mesmo estuário. Os estágios imaturos (C1-C5) de A. tonsa foram as formas dominantes, com destaque para o estágio C4 (839,88±1.518,80 mgC.m ), enquanto que para A. lilljeborgi os mais elevados valores foram obtidos para os adultos (499,95±1.347,84 mgC.m -3 ). As taxas de produção secundária obtidas foram mais elevadas do que àquelas descritas para outros estuários localizados ao redor do mundo, podendo estes resultados estarem associados as elevadas temperaturas registradas durante todo o ano, bem como a observação de águas ricas em nutrientes e matéria orgânica particulada derivados dos manguezais adjacentes ao Taperaçu. De forma geral os resultados obtidos indicam que a influência das variações climáticas sobre as variáveis hidrológicas, em especial a temperatura, salinidade, bem como sobre as concentrações de clorofila-a foram os principais responsáveis pela dinâmica das espécies mesozooplanctônicas identificadas no estuário do Taperaçu.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Modelagem matemática do sistema estuarino dos rios Mojuim e Mocajuba (Pará-BR)
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02-29) SANTOS, Arthur Souza dos; ROLLNIC, Marcelo; http://lattes.cnpq.br/6585442266149471
    Os estuários dos rios Mojuim e Mocajuba no setor leste da Zona Costeira Amazônica representam um ambiente peculiar e complexo, pois são conectados entre si e sofrem influência tanto da baia do Marajó quanto do Oceano Atlântico. O presente trabalho de pesquisa tem como objetivo a implementação de um modelo hidrodinâmico baseado em malha flexível no sistema estuarino do rio Mojuim e Mocajuba, além de analisar as características hidrográficas e hidrodinâmicas dos estuários superiores desses rios. A metodologia é baseada na utilização do modelo D-Flow Flexible Mesh que abrangeu em seu domínio os rios Mojuim e Mocajuba, os canais que conectam esses rios, parte da desembocadura da baia do Marajó e as planícies de maré adjacentes. Também foi realizada uma coleta sistemática de dados “in situ”, no qual foram analisados os parâmetros de corrente, salinidade, turbidez e nível da água, durante um ciclo de maré em pontos localizados no estuário superior dos rios Mojuim e Mocajuba. No rio Mojuim foram feitas duas campanhas sazonais em dois pontos distintos e no rio Mocajuba foi feito apenas uma campanha no período chuvoso, entretanto, foi instalado nesta localidade uma estação maregráfica que operou por 25 semanas. Parte dos dados amostrais foram usados como entrada no modelo hidrodinâmico implementado. O estuário superior do rio Mocajuba apresentou um regime de macromaré com a altura máxima registrada de 5,8 m. Já no rio Mojuim é possível notar uma gradual atenuação da onda de maré, sendo que no ponto de coleta mais a montante do estuário foi possível observar um fluxo unidirecional de descarga no período chuvoso. Foi observado também um padrão hidrodinâmico diferenciado entre os rios, com as velocidades de vazantes mais intensas que as enchentes e suas propriedades hidrográficas diretamente influenciadas pela flutuação da maré. Por fim foi implementado e calibrado o modelo hidrodinâmico em malha flexível na área de estudo, onde foram atribuídas condições iniciais e de contorno, além de ajustes nas forçantes de fronteira. O modelo gerou uma boa representação da das condições do estuário, mostrando padrões maregráficos e hidrodinâmicos aceitáveis quando comparados com medições “in situ”, uma vez que os erros entre os dados medidos e modelados em relação ao nível da água foram menores que 5% e os erros em relação ao transporte menores que 15 %.
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