Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Utopia"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 4 de 4
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O exílio no testemunho da segunda geração: elementos para um paradigma narrativo
    (Universidade Federal do Pará, 2021-02-26) LOBATO, Ladyana dos Santos; SARMENTO-PANTOJA, Tânia Maria Pereira; http://lattes.cnpq.br/3707451019100958; https://orcid.org/0000-0003-1575-5679
    Analisamos, nesta pesquisa, o testemunho de filhos de perseguidos, desaparecidos e mortos políticos da Ditadura Militar de 1964, que se reporta à experiência da infância no exílio e à forma como essa experiência se encontra apresentada na produção literária e cinematográfica. Para isso, selecionamos dois corpora de pesquisa. O primeiro é constituído de narrativas testemunhais publicadas, em 2014, na obra Infância Roubada, dentre as quais selecionamos as narrativas intituladas: “O exílio do meu pai foi a nossa despedida”, de Suely Coqueiro; “Por que você é tão tristinha?”, de Marta Nehring; e “Adotados pela Revolução Cubana”, de Virgílio Gomes da Silva Filho. O segundo corpora é constituído pela novela intitulada Meninos sem Pátria, de Luiz Puntel, publicada em 1988, pela Série Vaga-Lume; o romance intitulado A Resistência, publicado em 2015, pelo escritor brasileiro Julián Fuks, filho de pais exilados da ditadura na Argentina; e o filme intitulado Diário de uma busca, lançado em 2010, por Flávia Castro, filha de perseguidos políticos da Ditadura no Brasil. A tese dialoga com conceitos do campo dos estudos migratórios (CAVALCANTI, 2017; OIM, 2009, SAYAD, 1998), dentre os quais destacamos o conceito de exílio (AGAMBEN, 1996; SAID, 2003; VIÑAR e VIÑAR, 1992; ROLLEMBERG, 1999, 2007). A tese dialoga, também, com os estudos sobre narrativas do exílio (ADORNO, 1999; CORTÁZAR, 2001; VIDAL, 2004; FIGUEIREDO, 2017), estado de exceção (AGAMBEN, 2004); testemunho (SELIGMANN-SILVA, 2003, 2005, 2013; VILELA, 2000; SALGUEIRO, 2012); literatura e testemunho (DE MARCO, 2004; LUQUE, 2003); memória (SARLO, 2007; BASILE, 2019; FANDIÑO, 2016); sobrevivência (PELBART, 2008, 2013) e utopia (SZACHI, 1972). O estudo possui como abordagem teórica central os estudos sobre exílio, testemunho e memória da segunda geração. Porém, verificamos que as narrativas testemunhais são atravessadas, tal como pelo conceito de utopia, pois há, nesses textos, um desejo pessoal dos filhos de compreensão de suas próprias identidades, que aponta para o paradigma de um presente ad infinitum da experiência traumatizada do evento histórico. Diante dessa realidade, surge uma alternativa, qual seja, o desejo da realização de um projeto coletivo que prima por outra forma de relação entre a população e o Estado. Seria essa a utopia por uma forma de vida não marcada pela violência de estado? A utopia da integridade do sujeito? Essa proposta utópica é, ao mesmo tempo, paradoxal, devido à sua impossibilidade, tendo em vista que, uma vez violada a integridade física, psicológica ou moral, jamais essa pode ser recuperada. Para responder a essa problemática, propomos um instrumento de análise comum para narrativas testemunhais que reportam experiências da infância no exílio. Neste processo, consideramos a presença de 4 (quatro) categorias de análise. São elas: 1) A Motivação (para a viagem); 2) A Viagem; 3) A Estada; 4) O Retorno. Na análise das narrativas dos corpora de pesquisa, a partir das quatro categorias propostas, verificamos que a experiência de exílio da segunda geração está atrelada a um conjunto de elementos que apontam para a forma como o estado ditatorial constituiu-se como agente promotor de violação de direitos fundamentais de crianças e que, por isso, a utopia é, na mesma medida, um projeto irrealizável. Assim, este estudo é de fundamental importância para apresentarmos a nossa contribuição teórica para os estudos do exílio, assim como propor um instrumento de análise que poderá ser utilizado por outros pesquisadores em corpora de pesquisas semelhantes.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Poética do fracasso: utopia, memória e esquecimento em “os Detetives selvagens” de Roberto Bolaño
    (Universidade Federal do Pará, 2018-08-28) LOUREIRO JÚNIOR, João Pereira; ALMEIDA, Carlos Henrique Lopes de; http://lattes.cnpq.br/9511564560016368
    O objeto de pesquisa da presente dissertação é o romance “Os detetives selvagens” (1998) do escritor chileno Roberto Bolaño que será investigado a partir de uma discussão teórica que compreende os aspectos conceituais sobre utopia e suas relações com o tema do fracasso enquanto representação estética para uma literatura que abrange o período pós-ditatorial, tendo como dimensão discursiva a própria concepção do romance em uma possível análise sobre uma poética do fracasso. Outro ponto relevante a ser discutido a partir da análise literária da obra de Roberto Bolaño será a dimensão histórica proposta pela narrativa a partir dos conceitos de memória e esquecimento como componentes necessários para compreensão da história latino-americana como marcas indeléveis no que diz respeito aos traumas promovidos pelo advento das ditaduras no continente e como, a partir de uma releitura do passado a derrota geracional passa a ser vista como uma alegoria para a compreensão da resistência enquanto utopia reinventada. Nesse sentido, se analisa a construção estrutural do romance e seus aspectos polifônicos, aplicando-os aos aportes teóricos sugeridos pela pesquisa no afã de estabelecer o sentido de inquietude dos personagens que se movem no tempo e espaço da narrativa procurando por uma utopia que se reinventa como busca permanente, enquanto tentam dar voz a um passado ausente reerguido pelos mecanismos da memória. É importante destacar que além dos referidos aspectos conceituais a respeito de utopia investigados por Fernando Ainsa em A reconstrução da utopia (2006), do tema Fracasso/derrota analisados por Spiller e Sánchez (2009), Sánchez e Basile (2004), Foucault (2003), Idelber Avelar (2003); e da teoria relacionada à Memória e Esquecimento a partir dos estudos de Rossi (2010), Ricouer (2007) e Jacques Le Goff (2003), serão agregados à pesquisa, investigações narratológicas propostas por Gérard Genette (1979), Tzvetan Todorov (2003) bem como outros estudos sobre a novelística de Bolaño propostos por Tena (2010), Sotomayor (2007), a partir do diálogo critico/literário que evidencia a importância de alguns aspectos da obra analisada (narradores múltiplos, narratários-nômades, estrutura polifônica dos testemunhos) a partir deste eterno desejo humano de caminhar por um labirinto selvagem, tal qual os personagens bolañianos, perdidos em suas utopias reinventad.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Testemunho da experiência da infância no exílio e sua representação no conto infanto-juvenil meninos sem pátria, de Luiz Puntel
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12) LOBATO, Ladyana dos Santos; SARMENTO-PANTOJA, Tânia Maria Pereira
    Analisamos o testemunho de filhos de militantes políticos da Ditadura Militar de 1964, que reporta à experiência da infância no exílio e a forma com que essa experiência fora representada na produção literária. Para isso, selecionamos dois objetos de estudos: 1) A narrativa testemunhal “Por que você é tão tristinha?”, de Marta Nehring, publicada em 2014; e 2) A narrativa ficcional Meninos sem Pátria, de Luiz Puntel, publicada em 1988. Utilizamos como referencial teórico os estudos sobre testemunho (SELIGMANN-SILVA, 2008, 2001); memória (SARLO, 2007; BASILE, 2019); literatura de testemunho (MARCO, 2004; SELIGMANN-SILVA, 2003; LUQUE, 2003); exílio (SAID, 2003; VIÑAR; VINÃR, 1992; ROLLEMBERG, 2007; BIROL, 2017; MONTAÑÉS, 2006); e utopia (SZACHI, 1972). Verificamos que as narrativas selecionadas apresentam um conjunto de características inerentes à experiência de exílio das crianças, dentre elas, a compreensão do exílio como um lugar utópico, espaço de liberdade, sobrevivência e resistência ao autoritarismo em estados de exceção.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Utopias pedagógicas no ensino de ciências: idéias docentes que expressam o futuro para reencantar o presente
    (Universidade Federal do Pará, 2007-05-14) PINHEIRO, Jackson Costa; ARAGÃO, Rosália Maria Ribeiro de; http://lattes.cnpq.br/5651914385447486
    Este estudo é concernente a uma pesquisa qualitativa na modalidade narrativa, que tem como objetivo investigar em que termos repercutem proposições teórico metodológicas e epistemológicas do presente como expressão de utopias de Educação e da Educação em Ciências. Foram ouvidas vozes dos sujeitos, coletadas sob a forma de relatos orais, por meio de entrevistas semi-estruturadas gravadas em áudio, realizadas individualmente com cada um dos sete alunos-professores participantes de um curso de educação continuada, em nível de especialização em Ensino de Ciências, no qual o pesquisador se inclui. Os sujeitos da pesquisa foram selecionados segundo a natureza ideacional de suas manifestações nas interações em aulas. Como critério de seleção dos sujeitos foi levado em conta o teor das idéias por eles geralmente manifestas em aulas, de forma tal que foram escolhidos (a) três sujeitos com idéias de inclinação utópica, (b) outros três com idéias que se aproximam do ceticismo e (c) um sujeito com traços ideacionais aproximados ao niilismo. Os dados obtidos foram tratados sob a forma de episódios narrativos, que foram organizados em função de três princípios utópicos – princípios de conhecimento, de ensino e de vida - que constituíram, cada um, uma seção de análise sob o título de: I) Aprender a conhecer para poder projetar o futuro; II) Aprender a saber-fazer: redesenhando horizontes no ensino de ciências; III) Aprender a ser: a invenção de si num mundo dinâmico. O tratamento dos episódios narrativos em termos de princípios utópicos representa um modo de organizar as questões de maior destaque para os sujeitos num contexto de inter-relações. Sendo assim, esses princípios mantêm as interconexões que constituem um processo multidimensional de resignificação permanente daquilo que, para os sujeitos, torna-se relevante manter ou projetar COMO UTOPIAS no âmbito do Ensino de Ciências. A análise dos dados revela que a perspectiva de construção de um conhecimento compreensivo no Ensino de Ciências, voltado para o desenvolvimento de uma cidadania crítica e reflexiva constitui-se uma das principais aspirações docentes, em termos de utopias pedagógicas e, para isso, torna-se necessária a superação da visão cartesiana e positivista de ensino e formação. Além disso, pressupõe, entre outros, uma articulação entre diferentes modos de ser e de fazer o ensino de ciências com base em parâmetros emergentes de compreensão da realidade, tendo em vista a construção das utopias de redes de conhecimento. Tais redes explicitam a natureza compreensiva do conhecimento, a resignificação da relação professor-aluno, a construção de um modo de conhecer que se traduza na maneira de se autoconhecer, o reconhecimento do aluno como centro da aprendizagem, as quais envolvem todos os sujeitos na dinâmica do processo educativo em termos de um processo ao longo da vida. Utopias como essas reencantam o presente na busca da construção de um futuro promissor.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA