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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da resposta imunológica a vacina da Hepatite B nos trabalhadores do Hospital Municipal de Imperatriz-MA
    (Universidade Federal do Pará, 2012) SANTOS, Wllington Jorge dos; MARTINS, Luisa Caricio; http://lattes.cnpq.br/1799493244439769
    O ambiente hospitalar oferece riscos quando da exposição dos profissionais de saúde e demais trabalhadores a uma diversidade de materiais, especialmente os biológicos. Esse estudo tem como objetivo determinar a prevalência dos marcadores sorológicos para o HBV (ABsAg, anti-HBC e anti-HBS) e analisar a resposta imunológica à vacina da Hepatite B entre os trabalhadores do Hospital Municipal de Imperatriz-MA. Foram consultados os prontuários de 257 trabalhadores do hospital, de diferentes categorias de profissionais. Foi retirado dos prontuários informações sobre o esquema vacinal para a Hepatite B, bem como os resultados dos marcadores sorológicos (HBsAg, Anti HBs, Anti HBC total) realizados por eles no ano de 2010 e 2011. Na pesquisa dos marcadores sorológicos para o HBV foi observado que 0,4% apresentava o HbsAg, 10% o anti-HBc total e 34% o anti-HBs. Baseado na interpretação dos marcadores sorológicos pesquisados 62% dos funcionários estão susceptíveis a infecção pelo HBV. A faixa etária de 41 a 60 anos, o tempo de serviço, onde 72% dos servidores que haviam entrado em contato com o HBV possuíam mais de 3 anos de serviço no hospital, foi mais frequente nos funcionários reagentes. Quanto à vacinação para o HBV foi observado que entre os servidores que haviam entrado em contato com o vírus a maioria deles 84% realizaram o esquema vacinal completo. Os resultados deste trabalho evidencia a necessidade de intensificação das estratégias de melhoria da cobertura vacinal contra hepatite B, capacitação dos profissionais sobre medidas de prevenção contra acidentes com material biológico e sensibilização dos profissionais para o uso de equipamentos de proteção individual e coletiva.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cobertura vacinal e fatores associados à não vacinação contra a hepatite B em área rural do município de Alto Paraíso, Rondônia, Amazônia ocidental, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2003-10-27) COSTA, Airton Leite; SILVA, Luiz Hildebrando Pereira da; http://lattes.cnpq.br/2742612791243141
    Estudo realizado no período compreendido entre junho de 2001 e julho de 2002, em área rural do município de Alto Paraíso, Estado de Rondônia, Amazônia Ocidental, Brasil. Tem como objetivos determinar a cobertura vacinal contra a hepatite B e identificar os motivos da não vacinação. A população de estudo inclui 460 indivíduos, compreendendo 216 crianças e 244 adolescentes na faixa etária de zero a 19 anos de idade. Estudo descritivo com base em inquérito domiciliar, utilizando a metodologia de amostragem por conglomerado, inquérito vacinal individual e aplicação de inquéritos semi estruturados para identificar os possíveis motivos da não vacinação. Os procedimentos adotados incluíram o recadastramento populacional de 191 famílias e conseqüente levantamento de dados das condições de moradia, saneamento e renda familiar e avaliação da composição, forma de organização e processo de trabalho da Equipe de Saúde da Família. Os resultados encontrados apontam cobertura vacinal contra a hepatite B de 45,0%, calculada pelo método estatístico. Em crianças a cobertura vacinal encontrada foi de 71,5% e em adolescentes de 21,7%. índices significativamente inferiores aos registrados e oficializados pelo município e calculados pelo método administrativo. Os principais motivos da não vacinação incidem na deficiência de informação elou orientação em saúde. Em usuários adolescentes o medo da injeção é principal motivo da não vacinação. A intensa mobilidade social, as deficiências de comunicação e de acessibilidade geográfica, a extensa área geográfica ocupada pela população e o fato da vacinação exigir três doses vacinantes, intercaladas de zero a seis meses, indicam a necessidade da utilização de estratégias de vacinação não tradicionais e extramurais, associadas à utilização de recursos e procedimentos originais, regionais e inovadores, para atingir índices satisfatórios de cobertura vacinal.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Da Mereba-ayba à Varíola: isolamento, vacina e intolerância popular em Belém do Pará, 1884 -1904
    (Universidade Federal do Pará, 2009-07-09) SILVA, Jairo de Jesus Nascimento da; SARGES, Maria de Nazaré dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2076421409418420
    Esta dissertação procura desvendar como o crescimento da cidade de Belém, ao longo do século XIX, provocou ou ampliou problemas já existentes, entre os quais o da saúde pública, destacando-se o desencadeamento de frequentes epidemias de varíola. Em termos de temporalidade o destaque foi dado à segunda metade do século XIX, quando foi intenso o debate acerca da necessidade de modernizar a cidade, sendo que o projeto modernizador em questão foi fortemente marcado pelos preceitos excludentes da Ciência da Higiene. Assim, o foco da pesquisa foi o período entre 1884 e 1904, marcado pela eclosão de três epidemias de varíola, em Belém. O objetivo principal do trabalho foi demonstrar as razões da intolerância popular às profilaxias e práticas terapêuticas encaminhadas pelo poder público, principalmente a política de isolamento baseada no discurso higienista e, também, a vacina. A experiência desenvolvida pela população de Belém com essas profilaxias oficias, ao longo do século XIX, foi bastante negativa, propiciando a conduta aversiva desta.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Proteção imunológica contra raiva em população rural exposta à epidemia em 2005
    (Universidade Federal do Pará, 2007) RODRIGUES, Liliam da Silva; MARTORELLI, Luzia Maria; http://lattes.cnpq.br/8825512324259899; SOUSA, Rita Catarina Medeiros; http://lattes.cnpq.br/3560941703812539
    No mês de maio de 2005, no município de Augusto Correa, nordeste do Estado do Pará, foi diagnosticado um surto de raiva paralítica transmitida por morcegos hematófagos que resultou em 15 casos confirmados da doença. A população exposta recebeu vacinação anti-rábica em regime de pré e pós-exposição, sendo atendidas aproximadamente 3500 pessoas. O presente estudo verificou a persistência de anticorpos neutralizantes antivírus rábico, em amostra da população de Augusto Correa, vacinada com vacina de cultivo celular (Verorab®) por ocasião do surto. Foram coletadas e analisadas 505 amostras de moradores de quatro comunidades de Augusto Correa (Arai, Porto do Campo, Cachoeira e Nova Olinda) em junho de 2007. Os níveis de anticorpos neutralizantes foram dosados através da técnica de Favoretto e relacionados com dados demográficos, com história prévia de malária, novas agressões por animais e com o esquema vacinal recebido. Após dois anos da campanha vacinal, os resultados revelaram a persistência de anticorpos neutralizantes em níveis adequados em 90.5% da população vacinada, em esquemas de pré e pós-exposição, mesmo naqueles que receberam tratamento incompleto. Os níveis de anticorpos neutralizantes não foram reduzidos em função das variáveis analisadas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Situação vacinal de crianças atendidas em uma unidade de saúde na cidade de Porto Velho
    (Universidade Federal do Pará, 2002-06-26) CANIZARES, Vivian Susi de Assis; AMORIM, Cláudio Sérgio Carvalho de; http://lattes.cnpq.br/8144230236195341
    Foi analisada a situação vacinal de 173 crianças de 0 a 2 anos de idade atendidas na Policlínica Hamilton Raulino Gondin situada num bairro periférico da cidade de Porto Velho, Rondônia. Os dados foram colhidos de maio a setembro de 2001 e obtidos através de entrevistas realizadas com o acompanhante da criança mediante a aplicação de formulário padronizado. Através deste instrumento foram analisadas as carteiras de vacina das crianças, tendo como critério o aprazamento das doses e colhidas informações referentes aos aspectos sócio-econômicos e culturais da família onde a criança está inserida. Os resultados mostraram que os maiores percentuais de atrasos encontrados foram 6,4% para a vacina contra a febre amarela e 5,8% para as vacinas contra sarampo (1ª e 2ª dose) e contra o Haemophilus influenza tipo b-Hib 3ª dose. Dentre os motivos de atrasos vacinais pesquisados o de maior relevância foi à falta de informação da mãe ou responsáveis. Estudando os fatores sócio-econômicos e culturais da família das crianças da amostra, evidenciou-se predominância de mães jovens, com idade entre 19 e 25 anos. Em relação ao grau de escolaridade do acompanhante das crianças, detectamos o percentual de 63,0% para o I grau incompleto. Analisando a renda das famílias das crianças do estudo observou-se que 29,5% vivem com rendimento compreendidos entre 1 e 2 salários mínimos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Vacinação Segura: desenvolvimento e validação de ambiente virtual para apoiar a prática de profissionais de enfermagem
    (Universidade Federal do Pará, 2025-03-18) SILVA, Lilian Carla Monteiro; COUTO, Danielle Costa Carrara; http://lattes.cnpq.br/4583227212550116; https://orcid.org/0000-0003-3810-1686
    O objetivo geral deste trabalho foi construir e validar uma tecnologia digital, na forma de uma aplicação web intitulada VacinAÇÃOsegura, sobre vacinas e imunização, destinado a apoiar a prática profissional de enfermeiro(a)s que atuam na Atenção Primária em Saúde (APS). Para fundamentação teórica-metodológica foram articulados conceitos e princípios sobre vacinas e imunização, Educação Permanente em Saúde e o uso de tecnologias digitais, além de, microaprendizagem como estratégia metodológica para construção do conteúdo. Passou por etapas de planejamento em que foi realizado um levantamento de requisitos por meio de questionário online com enfermeiros(as) sobre a atuação na APS, com vacinas e imunização, e sobre a possibilidade de desenvolver uma ferramenta digital para apoiar a formação continuada destes profissionais neste contexto. Também foi realizada uma revisão de produtos correlatos que apresentam características de ferramentas educacionais, principalmente de tecnologias móveis. A terceira parte da metodologia foi a prototipação inicial, construída na plataforma Figma, uma ferramenta de design online e gratuita. A construção da aplicação web foi realizada na plataforma Visual Studio Code 1.97.2, utilizando a linguagem de programação JavaScript, a linguagem de marcação HTML e a linguagem de estilo CSS, responsável pela definição da aparência e do layout da aplicação web. Foram realizados testes de funcionalidade com a participação de 15 profissionais de enfermagem que trabalham em sala de vacinas no município de Bragança, no Pará. Além disso, na validação de conteúdo da aplicação web, participaram 06 Juízes Especialistas (JE) da área da enfermagem, que avaliaram o VacinAÇÃOsegura por meio de um questionário online, que utilizou como pontuação a Escala de Likert, fundamentada na verificação do Índice de Validação de Conteúdo. Além disso, os JE documentaram por escrito recomendações sobre o funcionamento e a utilização do produto educacional, colaborando para sua revisão e finalização. Os resultados desta pesquisa destacam o potencial de contribuir para a qualificação dos profissionais de enfermagem atuantes na APS, no contexto das Unidades Básicas de Saúde. Por meio da Educação Permanente, esses profissionais podem adquirir maior segurança para implementar estratégias de vacinação e imunização, possibilitando a replicação dessa abordagem em todo o Brasil.
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