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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Água, vida e saberes na pesca
    (Universidade Federal do Pará, 2004-09) MORAES, Sérgio Cardoso de
    O artigo discute a construção e sistematização de conhecimentos pautados pela tradição, aqueles que tem por base a oralidade e as práticas cotidianas. Trata-se de saberesnão-científicos trandmitidos de geração a geração.Dentre as populações que se falem dessa forma de compreenção e comunicação com a natureza, elegemos os pescadores artesanais da Região do Baixo Tocantins, no Estado do Pará. Nos valemos de algumas entrevistas realizadas no ano de 2001 e da própria experiência de trabalho junta a populações ribeirinha nda Amazônia.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Dia da Iluminação: uma relação entre a vida e a morte
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12) REIS, Maria do Socorro Braga
    Este vídeo mostra a relação de uma família com o dia da iluminação (finados). Suas crenças relacionada com a morte e a vida. O que lhes remetem a anual visita a seus mortos e suas lembranças. Os fatos e costumes que entrelaçam, muitas vezes, um encontro familiar, raros em outros momentos do ano. Em dia do mês de novembro de 2016, a partir da lógica da crença sobre a morte e a vida. O vídeo utiliza como campo os espaços do cemitério, em momentos que a família do Sr. Antônio da Cunha Siqueira e seus parentes. Situado no antigo Cemitério Santa Rosa de Lima, no centro da cidade de Bragança, no Pará. Foi utilizado para a captura das imagens uma máquina CANON, modelo T3i.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O que pode um geocorpo? saúde, doença e morte atravessados nas linhas vitais de pacientes terminais
    (Universidade Federal do Pará, 2016-02-25) NASCIMENTO, Lucineide Soares do; BRITO, Maria dos Remédios de; http://lattes.cnpq.br/6896268801860211
    A pesquisa surgiu do interesse em compreender como os pacientes terminais criam forças para viver mesmo com as inúmeras dificuldades e com as limitações ocasionadas pela doença e pelos efeitos colaterais dos tratamentos radicais. Com uma metodologia meio movediça que se constituiu ao longo do trabalho, a pesquisa contou com o acompanhamento de dois pacientes terminais e seus familiares e com o relato de duas pessoas que cuidaram de seus genitores, também diagnosticados como pacientes terminais, até o óbito. Dentre os procedimentos, houve o uso de entrevistas, de diários de familiares, de observações durante as visitas aos pacientes em suas residências e em suas várias idas aos hospitais em busca de tratamento médico. A imersão e produção do pensamento se deram nas confluências e conexões entre as experiências dos pacientes terminais, acumuladas durante os encontros com esses pacientes, com familiares e com a leitura atenta às teoriazações de Deleuze, de Guattari e de Nietzsche, dentre outros. As questões a seguir ajudaram a dar algum norteamento para o trabalho de pesquisa: como os pacientes em estado terminal experienciam o seu corpo no intermezzo vida e morte? Que acontecimentos são suscitados entre desacreditar de tudo e acreditar em momentos possíveis de saúde, ou seja, o que emerge entre a impotência e a potência do corpo? Que subjetivações/individuações nebulosas são criadas ou inventadas nesse entre vida e morte na superfície do corpo? Como esses corpos provocam/problematizam ou impactam as nossas noções tradicionais de corpo saudável e de corpo doente? E, o que mais importa para esses pacientes, quando experimentam o adoecimento de seu corpo? Tais questões foram desdobradas nos objetivos de detectar os modos como os pacientes em estado terminal experienciam possíveis momentos de velocidades lentas e/ou frenéticas de saúde para seus corpos, mesmo no estado de doença no qual se encontram; discutir os processos de subjetivação que se inscrevem nos corpos desses pacientes que são atravessados pelos estados de saúde, de adoecimento, de vida e de proximidade com a morte e problematizar os modos de reinvenção do corpo saudável criados por esses pacientes com os conceitos tradicionais de corpo, de saúde e de doença oriundos principalmente da biomedicina. Como principais resultados a experimentação do pensamento levou a criação do conceito de geocorpo e outros que o compõem como saúde possível, solidão rodeada, solidão miserável e corpo apaziguado corroborando a tese de que os pacientes em estado terminal inventam e reinventam suas subjetividades e percorrem um nebuloso movimento entre vida e morte, entre saúde e doença, que os forçam o repensar de outros modos de entendimento do corpo, da vida e da saúde. O corpo nesse intermezzo fomenta um movimento de dobras e de redobramentos percorrido por experiências de momentos de velocidades lentas e/ou frenéticas de saúde, (mesmo no estado de doença no qual se encontram, através da eliminação ou exclusão mental dos órgãos comprometidos) e tendem a providenciar uma saúde provisória para a sua própria existência. Um geocorpo que experiencia transmutar ou ver e dizer de si outros modos. O que possibilita comunicar com o desmanchamento do idêntico para dobrar o “outramento” (um outro de si, um outro de outro). A tese fomenta outras perspectivas de corpo humano para além do modelo orgânico, o que pode vir a ser uma contribuição para o Ensino de Ciências e para a com-vivência com/dos pacientes terminais.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Ser vivo, ser espécie, ser classificado: epistemes, dispositivos e subjetivações no ensino de ciências e biologia
    (Universidade Federal do Pará, 2013-12-16) VIEIRA, Eduardo Paiva de Pontes; CHAVES, Silvia Nogueira; http://lattes.cnpq.br/9353964127402937
    Em linhas gerais o objetivo deste trajeto investigativo emerge da discussão dos efeitos da racionalidade científica e das suas verdades na formação e no exercício docente dos professores de ciências e biologia. O percurso analítico se dirige aos espaços de constituição dos saberes, de suas formas e de suas relações de forças, problematizando o pensamento hegemônico e contingente da biologia no século XX, lido em seus enunciados evolutivos e moleculares. As ciências biológicas objetificadas como produto acabado de um contínuo de superações e aprimoramentos teóricos, mantenedora de determinados conceitos ou ideias estruturantes é questionada na medida em que se defende a tese de que o presente da biologia multiplica as produções de falso e verdadeiro, resultando em diferentes modos de formar docentes e de se ensinar ciências biológicas em territórios nos quais se acredita ter/manter certa homogeneidade. Nesta perspectiva, a pesquisa torna visíveis os enunciados que corroboram a tese, utilizando documentos que narram o cotidiano da educação em ciências e biologia, tais como livros e periódicos da formação de professores e materiais didáticos utilizados na educação básica, dentre outros. Os documentos são definidos pelo aparecimento dos objetos, lançando-se mão de recursos enunciativos como conceitos e imagens relacionadas ao ensino de ciências e biologia. A análise utiliza ferramentas dispostas nas teorizações de Michel Foucault, sobretudo, conceitos como episteme e dispositivo relacionados às investigações dos regimes de constituição dos saberes. As perspectivas de episteme e dispositivo neste trabalho vinculam-se com a produção dos objetos Vida, Espécie e Sistema Classificatório, que possibilitam pensar em demarcação de conteúdos, além disso, o dispositivo é pensado como algo constituído em uma rede, estabelecida predominantemente entre discurso e prática, não de forma dual, posto que são indissociáveis, mas no campo do que é visível e do que não é visível. Com efeito, o corpo deste trabalho traz de forma propositadamente imbricada, a análise de determinados enunciados que se referem às formas de pensar o que é ser vivo, ser espécie e ser classificado, predominantemente no período compreendido entre o início do século XX e o início do século XXI. A biologia, nesta perspectiva analítica aparece como um saber não unificado, sendo, portanto, campo em movimento, em disputa pelo poder de significar a ideia de vida. Disputa que se expressa no âmbito do ensino da biologia produzindo múltiplas, cambiantes e concorrentes formas de dizer sobre o vivo.
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