Navegando por Assunto "Xingu"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A acessibilidade de uma escola ribeirinha num dado contexto da Amazônia paraense(Universidade Estadual Paulista, 2022) FORMIGOSA, Marcos Marques; COSTA, Kélli Cristina de Jesus Ferreira; GIESE, Jhennifer Lorenna Freitas; MILÉO, Irlanda do Socorro de OliveiraO artigo analisa a acessibilidade, numa perspectiva de desenho universal, em uma escola ribeirinha, no Rio Xingu, em Altamira (PA). A pesquisa tem inspirações etnográficas, com dados produzidos por meio de vivências entre 2018 e 2019 em uma comunidade ribeirinha. Esses dados foram registrados em diário de campo e multimídias e analisados numa abordagem qualitativa. A pesquisa empírica mostrou que a arquitetura da escola possui carências de acessibilidade, tanto para as pessoas com deficiência permanente, como àquelas com mobilidades reduzidas sejam elas momentâneas ou permanentes. Em seus espaços internos e externos, as instalações e funcionamento são precários, indo de encontro com o que determinam as normas e a legislação vigentes, pois não há: banheiros adequados; rampas de acesso no porto da escola e nem na entrada na sala de aula; sinalização nos espaços; ventilação inapropriada; energia elétrica e água encanada; espaços de lazer e atividades físicas; refeitório, etc. Tais espaços implicam na precarização do trabalho docente, assim como refletem, de forma negativa, nos processos de ensino e de aprendizagem das crianças que frequentam a escola, bem como mantém as famílias da comunidade sem acesso à ela. Consideramos a necessidade imediata, de implementação de políticas públicas de acessibilidade em tal contexto, bem como em outras escolas do campo da região amazônica, em especial nas ribeirinhas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O desenvolvimento socioambiental na Transamazônica: a trajetória de um discurso a muitas vozes(Universidade Federal do Pará, 2006) SOUZA, Ana Paula Santos; VEIGA JUNIOR, Iran Pereira; http://lattes.cnpq.br/9513562131313692A Transamazônica é uma região de fronteira agrícola planejada pelos governos militares com a finalidade de ligar a Amazonia ao restante do país. Com o abandono do projeto do projeto de colonização, os imigrantes reagiram e com apoio da igreja católica, criaram um movimento social forte. O discurso do desenvolvimento sustentável, difundido na ECO92, chega a Transamazonica em 198, apartir do Encontro dos povos indígenas do Xingu em protesto a construção de Belo Monte. O enfoque desse trabalho é o discurso trata-se de uma análise histórico social do discurso oral e escrito dos agricultores e da igreja catolica, sobre desenvolvimento e meio ambiente. O objetivo é especificar os tipos de discurso que estão delineados na amostra discursiva sob análise. A área do estudo está situada na região Oeste do Pará com um recorte espacial nos municipios localizados ao longo da BR-230, de Rurópolis a Pacajá, na BR-163 de Rurópolis A Itaituba e no médio Xingu incluindo os municipios de Vitória do Xingu, Senador José Porfírio e Porto de Moz. Essa região é também a área prioritária de atuação da Prelazia do xingu e do movimento social coordenado pelos agricultores familiares. Quatro assuntos foram selecionados para análise:a demarcação da terra indígena Cachoeira Seca, o FNO especial, a construção de Belo Monte e o programa Proambient. Os resultados mostraram que o discurso socioambiental internacional influenciou o movimento social dos agricultores da Transamazônica e Xingu. Entretanto, a criação das resex, parques, bem como os debates sobre os impactos ambientais de Belo Monte, a expansão da soja e outras iniciativas revelaram também que a agricultura familiar diversificada, com acesso as políticas públicas, tendo sua produção beneficiada e comercializada, é o modelo de desenvolvimento almejado por esses atores. O Proambiente é um exemplo dissoDissertação Acesso aberto (Open Access) Enxertia e indução da floração com Paclobutrazol em golosa (Chrysom sapyllunuignolentum (Pierre) Baehnni)(Universidade Federal do Pará, 2025-02-24) RIBEIRO, Cleber da Silva; LEÃO, Fábio Miranda; http://lattes.cnpq.br/6256044082655658; https://orcid.org/0000-0002-3258-8748Acelerar a floração e frutificação de espécies em áreas degradadas pode tornar a restauração florestal mais eficiente. A enxertia combinada com fitoreguladores tem o potencial de acelerar esse processo. Este estudo avaliou a eficácia da enxertia e de diferentes técnicas de proteção do enxerto na taxa de pegamento de mudas de Golosa (Chrysophyllum sanguinolentum) e o impacto do paclobutrazol em mudas enxertadas e não enxertadas sob diferentes condições de sombreamento. O experimento foi conduzido na Universidade Federal do Pará em duas fases. Na primeira, realizada entre agosto e setembro de 2023, foram enxertadas 160 mudas, distribuídas em quatro tratamentos de proteção do enxerto: parafilm (T1), parafilm com saco de papel kraft (T2), saco plástico (T3) e saco plástico com saco de papel kraft (T4). O delineamento experimental foi em blocos inteiramente casualizados, e as mudas foram mantidas em casa de vegetação. A brotação foi avaliada aos 20, 27, 34, 41, 48 e 56 dias após a enxertia. Como os pressupostos de normalidade e homogeneidade não foram atendidos, utilizou-se o teste não paramétrico de Kruskal-Wallis (p < 0,05). Na segunda fase, entre junho e dezembro de 2024, avaliaram-se diâmetro do coleto, altura, número de folhas e índice de clorofila, considerando os fatores enxertia, sombreamento e aplicação de paclobutrazol. O delineamento foi inteiramente casualizado, com 56 mudas divididas entre enxertadas (28) e não enxertadas (28), submetidas a dois níveis de sombreamento (pleno sol e 50% de sombra) e dois tratamentos com paclobutrazol: aplicação de 2 ml diluídos em 250 ml de água e controle sem aplicação. As mensurações ocorreram aos 0, 30, 60, 90, 120, 150 e 180 dias após a aplicação do PBZ. Para análise, utilizou-se o software R Studio, empregando Modelos Lineares Generalizados (GLM). Os resultados mostraram diferenças significativas entre os tratamentos de proteção. O T2 (parafilm com saco de papel kraft) obteve a maior taxa de pegamento (27,5%), seguido por T4 (12,5%), enquanto T1 apresentou 10% e T3 não brotou. Em relação ao sombreamento, plantas sob 50% de sombra tiveram maior crescimento em diâmetro (2,36%), número de folhas (53) e índice de clorofila (34,2 g). O crescimento em altura foi maior sob sombra, mas sem significância estatística. Plantas não enxertadas apresentaram maior número de folhas (64), enquanto as enxertadas tiveram o maior índice de clorofila (30,7 g). O PBZ reduziu o número médio de folhas (42) e o crescimento em diâmetro (1,99%), mas não afetou significativamente a altura e o índice de clorofila. Conclui-se que a enxertia é eficaz para C. sanguinolentum, e a proteção com parafilm e saco de papel kraft aumenta a taxa de pegamento. Além disso, a enxertia pode acelerar a floração e frutificação, mas essa hipótese requer monitoramento a longo prazo. O PBZ mostrou-se fitotóxico, reduzindo o crescimento e causando perda total de folhas.Resenha Acesso aberto (Open Access) Resenha da obra de: SARAIVA, Márcia Pires. identidade multifacetada: a reconstrução do " ser" indígena entre os Juruna do médio Xingu(Universidade Federal do Pará, 2009-06) ASSIS, Eneida Corrêa deResenha da obra de: SARAIVA, Márcia Pires. IDENTIDADE MULTIFACETADA: a reconstrução do "ser" indígena entre os Juruna do médio Xingu. Belém: NAEA/UFPA,2008, 323 p.
