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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorFIGUEIRAS, Alexandre José Martins-
dc.date.accessioned2019-08-21T15:09:36Z-
dc.date.available2019-08-21T15:09:36Z-
dc.date.issued1983-12-22-
dc.identifier.citationFIGUEIRAS, Alexandre José Martins. Petrologia dos carbonatos da formação Itaituba na região de Aveiro - PA. Orientador: Werner Truckenbrodt. 1983. 135 f. Dissertação (Mestrado em Geologia e Geoquímica) – Núcleo de Ciências Geofísicas e Geológicas, Universidade Federal do Pará, Belém, 1983. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11482. Acesso em: .pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11482-
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dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectRochas sedimentarespt_BR
dc.subjectPetrologiapt_BR
dc.subjectAveiro - PApt_BR
dc.titlePetrologia dos carbonatos da formação Itaituba na região de Aveiro - PApt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIASpt_BR
dc.contributor.advisor1TRUCKENBRODT, Werner Hermann Walter-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5463384509941553pt_BR
dc.description.resumoA Formação Itaituba (Westphaliano "D" ao Stephaniano), na região de Aveiro - Pa, é constituída predominantemente por calcário e dolomito associados a níveis de siltito e argilito e mais raramente a arenito.A fauna ali presente está representada principalmente por braquiópodes, equinodermas, foraminíferos e menos frequentemente ostracodes, briozoários, moluscos, trilobitas, além de algas.As evidências mineralógicas, texturais e geoquímicas sugerem que o processo de dolomitização ali atuante desenvolveu-se em um ambiente "schizohalino" de subsuperfície, acompanhado de uma intensa silicificação. O estudo microfaciológico desses carbonatos constatou a presença de sete tipos de microfacies, sendo predominante os biomicritos e biomicroesparitos com textura packstone. Menos frequentemente ocorrem grainstones com foraminíferos e biointrapelesparitos com ou sem agregados. Estas microfacies sugerem um ambiente de "Facies Plataformal Marinha Aberta", embora localmente de circulação restrita. Outros tipos de microfacies estão representadas por grainstones com bioclastos micritizados e grainstones com pelóides e oólitos, sugerindo uma "Fácies de Areia em Margem de Plataforma". A evolução da seqüência diagenética nesses calcários, constatou que os primeiros eventos verificados durante a fase sinsedimentar foram os processos de micritização, glauconitização e bioturbação. Durante a diagênese inicial ocorreu dolomitização, a compactação e a formação do cimento "A". Já na fase de diagênese tardia verificou-se a precipitação do cimento "B", a segunda dolomitização, a fluoritização, silicificação, piritização, estilolitização e a formação da desdolomita. A fração insolúvel é predominantemente síltico-argilosa, constituindo geralmente menos que 18% dos carbonatos. O argilomineral mais abundante é a ilita, seguido da esmectita e caulinita, sendo considerados basicamente de origem terrígena, embora tenha ocorrido neoformação como atesta a presença da "glauconie". O estudo da fração pesada, constatou a presença dominante da pirita e granada, associada a turmalina e zircão e menos frequentemente rutilo, fluorita e anatásio. Um certo valor paleoclimático é atribuído aos feldspatos, granada e ilita sugerindo, para a área de erosão, um clima mais moderado, com tendências a semi-árido. Dos nove elementos analisados (Cu, Pb, Ni, Zn, Sr, Mn, Fe, K e Mg), apenas os três primeiros apresentaram valores abaixo do limite de detecção do aparelho. Os resultados mostraram uma boa correlação entre o potássio e o ferro, e entre manganês e o magnésio, além de uma propensão ao aumento dos teores de ferro e potássio, em direção ao topo do perfil, acompanhado de uma diminuição dos teores de manganês nesse mesmo sentido. Esse comportamento associado ao aumento da fração insolúvel seria indicador de uma mudança vertical de facies com tendências mais continentais (regressão marinha).pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímicapt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoGEOLOGIApt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações em Geologia e Geoquímica (Mestrado) - PPGG/IG

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