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dc.creatorSIMITH, Darlan de Jesus de Brito-
dc.creatorDIELE, Karen-
dc.date.accessioned2012-11-27T13:51:28Z-
dc.date.available2012-11-27T13:51:28Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationSIMITH, Darlan de Jesus de Brito; DIELE, Karen. O efeito da salinidade no desenvolvimento larval do caranguejo-uçá, Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Decapoda: Ocypodidae) no Norte do Brasil. Acta Amazonica, Manaus, v. 38, n. 2, p. 345-350, 2008. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/3227. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1809-4392-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/3227-
dc.description.abstractThe present work studied the effect of salinity on the survival and duration of larval development of the mangrove crab, Ucides cordatus (from the Caeté River estuary, North of Brazil) until the megalopal phase in seven salinity treatments (0, 5, 10, 15, 20, 25 e 30). Salinity significantly affected the survival of the zoea larvae, however it did not affect the duration of the larval development (20.77 ± 1.56 days). In salinity 0, 5 and 10 all zoea larvae died. Only from off salinity 15, complete development until the megalopal phase occurred. The survival rate was highest in salinity 30 (72%) and lowest in 15 (16%). The reduced survival rate of the U. cordatus zoea larvae, in low salinities, indicates the necessity of larval dispersion from the estuary to coastal waters, where salinity conditions for larval development are more favorable. Otherwise, if there was no dispersion, the reduced salinity of estuarine waters in the rainy season would cause a high mortality thereby affecting the recruitment, maintenance and growth of the U. cordatus population in the mangroves.en
dc.description.provenanceSubmitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2012-11-26T18:21:50Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23599 bytes, checksum: 9e2b7f6edbd693264102b96ece20428a (MD5) Artigo_EfeitoSalinidadeDesenvolvimento.pdf: 383874 bytes, checksum: 8f6caad690fadb0c6396fca0e7a5602e (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2012-11-27T13:51:28Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23599 bytes, checksum: 9e2b7f6edbd693264102b96ece20428a (MD5) Artigo_EfeitoSalinidadeDesenvolvimento.pdf: 383874 bytes, checksum: 8f6caad690fadb0c6396fca0e7a5602e (MD5) Previous issue date: 2008en
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherInstituto Nacional de Pesquisas da Amazônia-
dc.relation.ispartofActa Amazonica-
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.source.urihttp://ref.scielo.org/7dn5m9-
dc.subjectCrustáceo-
dc.subjectUcides cordatuspt_BR
dc.subjectSalinidadept_BR
dc.subjectSobrevivênciapt_BR
dc.subjectDispersão larvalpt_BR
dc.subjectZoeapt_BR
dc.subjectSalinityen
dc.subjectSurvivalen
dc.subjectLarval dispersionen
dc.titleO efeito da salinidade no desenvolvimento larval do caranguejo-uçá, Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Decapoda: Ocypodidae) no Norte do Brasilpt_BR
dc.title.alternativeThe effect of salinity on the larval development of the uçá-crab, Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Decapoda: Ocypodidae) in Northern Brazilen
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasil-
dc.publisher.initialsINPA-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3745817680349292-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4946180921378387-
dc.citation.volume38-
dc.citation.issue2-
dc.citation.spage345-
dcterms.citation.epage350-
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/S0044-59672008000200019-
dc.description.resumoO presente trabalho estudou o efeito da salinidade na sobrevivência e na duração do desenvolvimento larval do caranguejo-uçá, Ucides cordatus (do estuário do Rio Caeté, Norte do Brasil), até a fase de megalopa em sete tratamentos de salinidade (0, 5, 10, 15, 20, 25 e 30). A salinidade afetou significativamente a sobrevivência das larvas zoea, no entanto não afetou a duração do desenvolvimento larval (20,77 ± 1,56 dias). Nas salinidades 0, 5 e 10 houve total mortalidade das larvas zoea. Somente a partir da salinidade 15 observou-se um desenvolvimento completo até a fase de megalopa. A taxa de sobrevivência foi maior em salinidade 30 (72%) e menor em 15 (16%). A reduzida taxa de sobrevivência das larvas zoea de U. cordatus, em salinidades baixas, indica a necessidade de dispersão larval do estuário para as águas costeiras onde as condições de salinidade para o desenvolvimento larval são mais favoráveis. Caso contrário se não houvesse a dispersão, a reduzida salinidade das águas estuarinas no período chuvoso, causaria uma elevada mortalidade, afetando desta forma o recrutamento, a manutenção e o crescimento da população de U. cordatus nos manguezais.pt_BR
dc.description.affiliationSIMITH, D. J. B. Universidade Federal do Pará-
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