Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/4944
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorBUZA, Juliana Lando Canga-
dc.date.accessioned2014-05-07T12:53:42Z-
dc.date.available2014-05-07T12:53:42Z-
dc.date.issued2011-01-14-
dc.identifier.citationBUZA, Juliana Lando Canga. No Fútila, no Mayombe: modernidade, desenvolvimento e riscos no tempo de paz em Cabinda - Angola. 2011. 182 f. Tese (Doutorado) - Universidade Federal do Pará, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Belém, 2011. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/4944-
dc.description.abstractIn this study, the relation of contradiction integration between two towns of Cabinda, province of Angola, is put into question, with activities of exploration of natural resources such as crude oil and wood. Futila village, nearby Malongo oil field, where oil activities are concentrated under Chevron-Texaco leadership. And the town of Buco-Zau immersed in a region next to the Forest reserve of Mayombe. Modernity, development and the risk are prioritized as the main concept in this study. And as a broader context, the reconstruction of Angola after the peace agreement, post civil war in 2002, when conception of development and that of modernization are perceived, the stimulus of an economy guided by interests of exportation of primary goods such as crude oil and wood, even though the strong appeal of so called sustainable development. Placing a constitution of Angola while the country is integrated in the process of modernity, since the Portuguese colony through thirty years of overcoming the civil war, started after the conquest of independence in 1975, reflection was sought about meaning, for the population who suffered directly from exporting enterprises, adoption of the development model synonymous of the economic growth in governmental actions to the reconstruction of the country. Affected so much by exclusion, evidence was sought of which way is better to promote life, if it is to resist by opulence, effectively to force those population to overcome the constraints imposed upon them, of cultural order, social and political, such as environmental, in relation to activities of exploration of natural resources. On other hand, it also aimed to perceive the meaning of environmental requirements in strategies of legitimating undertaken in activities of exploration of natural resources, in order to mitigate adverse effects in the social and environmental that involve them. In conclusion, features were clearly the face of disintegrating local ways of life, based in fishing, small agriculture and collection, under the risk imposed by exportation activities, therefore without, considering the integration of the point of view of development such as substantive freedom, this is, in a sense of propitiate to those populations a worthy conditions of life, to perform strategies including politics of collective knowledge and the valorization of other rationalities more suited to a social reappropriation of nature.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Cleide Dantas (cleidedantas@ufpa.br) on 2014-03-06T14:43:54Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23898 bytes, checksum: e363e809996cf46ada20da1accfcd9c7 (MD5) Tese_FutilaMayombeModernidade.pdf: 3312588 bytes, checksum: bca4752eddeb7f60a694adf28764df0c (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Ana Rosa Silva (arosa@ufpa.br) on 2014-05-07T12:53:42Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23898 bytes, checksum: e363e809996cf46ada20da1accfcd9c7 (MD5) Tese_FutilaMayombeModernidade.pdf: 3312588 bytes, checksum: bca4752eddeb7f60a694adf28764df0c (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2014-05-07T12:53:42Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23898 bytes, checksum: e363e809996cf46ada20da1accfcd9c7 (MD5) Tese_FutilaMayombeModernidade.pdf: 3312588 bytes, checksum: bca4752eddeb7f60a694adf28764df0c (MD5) Previous issue date: 2011en
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Pará-
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.subjectRecursos naturaispt_BR
dc.subjectDesenvolvimento localpt_BR
dc.subjectSaber tradicionalpt_BR
dc.subjectModernização socialpt_BR
dc.subjectAldeia de Fútila - Cabindapt_BR
dc.subjectVila de Buco Zau - Cabindapt_BR
dc.subjectCabinda (Província)pt_BR
dc.subjectAngola - Paíspt_BR
dc.titleNo Fútila, no Mayombe: modernidade, desenvolvimento e riscos no tempo de paz em Cabinda - Angolapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.countryBrasil-
dc.publisher.departmentInstituto de Filosofia e Ciências Humanas-
dc.publisher.initialsUFPA-
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIA::SOCIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO-
dc.contributor.advisor1AQUINO, Maria José da Silva-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1799861202638255-
dc.contributor.advisor-co1CARDOSO, Luis Fernando Cardoso e-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9240601863315295-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7270713789857289-
dc.description.resumoNeste estudo coloca-se como questão as relações contraditórias de integração entre duas localidades de Cabinda, província de Angola, com as atividades de exploração de recursos naturais, como petróleo e madeira: a aldeia de Fútila, nas proximidades do Campo do Malongo, onde se concentram as atividades petrolíferas sob a direção da Chevron-Texaco e a vila de Buco Zau, imersa em território contíguo à Reserva Florestal do Mayombe. Como eixo conceitual priorizou-se a modernidade, o desenvolvimento e o risco; como contexto mais geral, a Reconstrução de Angola após estabelecidos os Acordos de Paz em 2002, quando se percebe, em termos de concepção do desenvolvimento e da modernização, o estímulo a uma economia dirigida pelos interesses da exportação de bens primários como petróleo e madeira, apesar do forte apelo ao chamado desenvolvimento sustentável. Situando a constituição de Angola enquanto país integrado ao processo de modernidade, desde colônia portuguesa até a superação dos trinta anos de Guerra Civil, iniciados após a conquista da independência em 1975, procurou-se refletir sobre o significado, para populações mais diretamente atingidas por empreendimentos exportadores, da adoção do modelo de desenvolvimento sinônimo de crescimento econômico nas ações governamentais pela reconstrução do país. Atingidas muito mais na exclusão, procurou-se aqui evidenciar de que maneira se promove a vida, se resiste em meio à opulência, efetivamente se esforçam essas populações para superar os constrangimentos a elas impostos, de ordem cultural, social e político, assim como ambiental, relacionados às atividades de exploração dos recursos naturais. De outro lado, objetivou-se também perceber o significado das exigências ambientais em estratégias de legitimação empreendidas nas atividades de exploração dos recursos naturais, com vistas a mitigar os efeitos desfavoráveis no meio social e ambiental que as envolve. Em conclusão, apresenta-se incontestavelmente a face desintegradora de modos de vida locais, baseados na pesca, pequena agricultura e coleta, sob o risco imposto pelas atividades exportadoras, sem, no entanto, oportunizar ainda a integração do ponto de vista do desenvolvimento como liberdade substantiva, isto é, no sentido de propiciar a estas populações condições de vida digna, de operar estratégias inclusive políticas de reconhecimento coletivo e de valorização de outras racionalidades mais adequadas a uma reapropriação social da natureza.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Sociais-
Aparece nas coleções:Teses em Ciências Sociais (Doutorado) - PPGCS/IFCH

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Tese_FutilaMayombeModernidade.pdf3,23 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons