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https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/5018
Registro completo de metadados
Campo DC | Valor | Idioma |
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dc.creator | CRUZ, Benedito Ely Valente da | - |
dc.date.accessioned | 2014-06-04T14:38:06Z | - |
dc.date.available | 2014-06-04T14:38:06Z | - |
dc.date.issued | 2006-09-27 | - |
dc.identifier.citation | CRUZ, Benedito Ely Valente da. Territorialização e organização espacial do Grupo AGROPALMA. 2006. 139 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Belém, 2006. Programa de Pós-Graduação em Geografia. | pt_BR |
dc.identifier.uri | http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/5018 | - |
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dc.language.iso | por | pt_BR |
dc.publisher | Universidade Federal do Pará | - |
dc.rights | Acesso Aberto | - |
dc.subject | Organização territorial | pt_BR |
dc.subject | Territorialidade | pt_BR |
dc.subject | Grupo Agropalma | pt_BR |
dc.subject | Pará - Estado | pt_BR |
dc.subject | Amazônia brasileira | pt_BR |
dc.title | Territorialização e organização espacial do Grupo AGROPALMA | pt_BR |
dc.type | Dissertação | pt_BR |
dc.publisher.country | Brasil | - |
dc.publisher.department | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas | - |
dc.publisher.initials | UFPA | - |
dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA::GEOGRAFIA HUMANA::GEOGRAFIA AGRARIA | - |
dc.contributor.advisor1 | ROCHA, Gilberto de Miranda | - |
dc.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/2436176783315749 | - |
dc.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/2966561990177277 | - |
dc.description.resumo | Objetiva o estudo da territorialização e organização espacial do Grupo AGROPALMA no Estado do Pará, cuja origem está relacionada aos grandes projetos agropecuários e agroindustriais implantados na Amazônia a partir da década de 1960. Para isso o papel do Estado foi de fundamental importância, pois através de suas políticas públicas estimulou o capital a investir na região. Além do que o Estado, como um dos principais agentes de produção do espaço, investiu na construção de infra-estruturas territoriais que deram suporte à expansão e à diversificação do capital na Amazônia. É dentro desse contexto político e econômico que surge o Grupo AGROPALMA. O marco inicial de sua territorialização no Pará foi a implantação da CRAI, dentro do modelo de desenvolvimento rural vigente desde a década de 1970, os complexos agroindustriais. Este modelo de desenvolvimento teve forte participação do Estado que através de suas políticas fiscais, de crédito e cambiais estimulou a implantação de seguimentos produtivos a montante e a jusante do setor agrícola, o que possibilitou a implantação de diversos complexos agroindustriais por todo o Brasil, como foi o caso do complexo agroindustrial do dendê na Amazônia. Implantada como um complexo agroindustrial, a empresa se expandiu ganhando a dimensão de uma corporação, multilocalizada e multifuncional. Sua dimensão espacial abrange os estados de São Paulo e Pará. No Pará sua dimensão espacial envolve vários municípios (Moju, Tailândia, Acará e Belém) tomando a gestão de seu território estratégica dentro do Grupo. Para isso, a empresa para assegurar sua reprodução ampliada em área de fronteira estabelece uma série de práticas socioespaciais. A análise dessas práticas socioespaciais nos remete ao entendimento da relação espaço-poder, ou seja, como esta gesta o seu território mediante a implantação de fixos e fluxos que potencializam sua reprodução É a partir da identificação de suas práticas socioespaciais que se evidencia como o seu poder se manifesta no espaço. Portanto, a empresa ao gestar seu território impõe regras que são seguidas por aqueles que estão sob seu controle. Nesse sentido, ao identificar as táticas e as estratégias territoriais do Grupo AGROPALMA na sua área de influência, estamos revelando como esta vem fazendo para expandir sua área de produção e a reprodução do seu capital. | pt_BR |
dc.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Geografia | - |
Aparece nas coleções: | Dissertações em Geografia (Mestrado) - PPGEO/IFCH |
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Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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