Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/5711
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorISHAK, Ricardo-
dc.creatorLINHARES, Alexandre da Costa-
dc.creatorISHAK, Marluísa de Oliveira Guimarães-
dc.date.accessioned2014-09-15T12:46:48Z-
dc.date.available2014-09-15T12:46:48Z-
dc.date.issued1989-04-
dc.identifier.citationISHAK, R.; LINHARES, A. C.; ISHAK, M. O. G. Biossegurança no laboratório. Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 126-131, mar./abr. 1989. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rimtsp/v31n2/11.pdf>. Acesso em: 18 jun. 2014. <http://dx.doi.org/10.1590/S0036-46651989000200011>.pt_BR
dc.identifier.issn0036-4665-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/5711-
dc.description.abstractThe occurrence of laboratory-acquired infections have elicited in the last ten years an intense interest in methods and procedures for the safe handling of microbiological material. The major laboratory safety problem is aerial transmission, however, protection against airborne hazards is efficiently achieved by the use of microbiological safety cabinets. Biosafety rules should be strictly followed by all members of a laboratory. Evaluation of these procedures should be effectively performed by an independent biosafety committee. The/ upsurge of AIDS should stimulate the adoption of safe working procedures in the laboratory.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2014-08-29T20:14:43Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23148 bytes, checksum: 9da0b6dfac957114c6a7714714b86306 (MD5) Artigo_BiossegurancaLaboratorio.pdf: 515392 bytes, checksum: f7012e37b765e1b0745367fbd1b95e8a (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Albirene Aires (albireneufpa@gmail.com) on 2014-09-15T12:46:48Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23148 bytes, checksum: 9da0b6dfac957114c6a7714714b86306 (MD5) Artigo_BiossegurancaLaboratorio.pdf: 515392 bytes, checksum: f7012e37b765e1b0745367fbd1b95e8a (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2014-09-15T12:46:48Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23148 bytes, checksum: 9da0b6dfac957114c6a7714714b86306 (MD5) Artigo_BiossegurancaLaboratorio.pdf: 515392 bytes, checksum: f7012e37b765e1b0745367fbd1b95e8a (MD5) Previous issue date: 1989-04en
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.subjectBiossegurançapt_BR
dc.subjectLaboratórios médicospt_BR
dc.subjectSegurança do trabalhopt_BR
dc.subjectExposição a agentes biológicospt_BR
dc.subjectInfecções laboratoriaispt_BR
dc.titleBiossegurança no laboratóriopt_BR
dc.title.alternativeLaboratory safetypt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.resumoNos últimos dez anos tem sido travada uma luta com a finalidade de prevenir a transmissão de agentes infecciosos dentro de laboratórios. A grande fonte de dispersão de patógenos por meio de aerossóis, pode ser eliminada satisfatoriamente com o uso de câmaras de segurança biológica. Regras gerais e específicas de biossegurança devem ser cumpridas por todos os usuários de laboratórios que manuseiam patógenos ou materiais potencialmente contaminantes e, eventualmente, avaliados por um comitê de biossegurança independente. O surgimento da síndrome de imunodeficiência adquirida deve servir como fator de estímulo à adoção de normas eficazes de segurança laboratorial.pt_BR
Aparece nas coleções:Artigos Científicos - ICB

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Artigo_BiossegurancaLaboratorio.pdf503,31 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons