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https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/6085
Registro completo de metadatos
Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
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dc.creator | MAIA, Ana Áurea Barreto | - |
dc.creator | ANGÉLICA, Rômulo Simões | - |
dc.creator | NEVES, Roberto de Freitas | - |
dc.date.accessioned | 2014-11-18T12:15:51Z | - |
dc.date.available | 2014-11-18T12:15:51Z | - |
dc.date.issued | 2008-09 | - |
dc.identifier.citation | MAIA, A. A. B.; ANGELICA, R. S.; NEVES, R. F. Estabilidade térmica da zeólita A sintetizada a partir de um rejeito de caulim da Amazônia. Cerâmica, São Paulo, v. 54, n. 331, p. 345-350, jul./set. 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ce/v54n331/a1254331.pdf>. Acesso em: 31 jul. 2014. <http://dx.doi.org/10.1590/S0366-69132008000300012>. | pt_BR |
dc.identifier.issn | 0366-6913 | - |
dc.identifier.uri | http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/6085 | - |
dc.description.abstract | Zeolite A was calcined at 200, 400, 600, 800 and 1000 °C for 2h to evaluate its thermal stability. The zeolite A was synthesized using kaolin waste from kaolin processing industries for paper coating located in the Amazon region. Both zeolite A and further calcined products were characterized by X-ray diffraction analysis and scanning electron microscopy. The zeolite A structure remained stable up to 600 °C, where only small variations in peak intensities were observed. At 800 °C the diffraction pattern still exhibited zeolite A but with the absence of some peaks. At 1000 °C nepheline, mullite and probably sodalite were formed. The zeolite A was also heated at 900 and 950 °C to check the two exothermic peaks observed in the DTA curve. The X-ray diffraction analysis indicated the presence of nepheline, sodalite and mullite. | pt_BR |
dc.description.provenance | Submitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2014-11-17T22:56:40Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22190 bytes, checksum: 19e8a2b57ef43c09f4d7071d2153c97d (MD5) Artigo_EstabilidadeTermicaZeolita.pdf: 404586 bytes, checksum: ffde6f5ad8ad51cb465864f8890bc2c5 (MD5) | en |
dc.description.provenance | Approved for entry into archive by Ana Rosa Silva (arosa@ufpa.br) on 2014-11-18T12:15:51Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22190 bytes, checksum: 19e8a2b57ef43c09f4d7071d2153c97d (MD5) Artigo_EstabilidadeTermicaZeolita.pdf: 404586 bytes, checksum: ffde6f5ad8ad51cb465864f8890bc2c5 (MD5) | en |
dc.description.provenance | Made available in DSpace on 2014-11-18T12:15:51Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22190 bytes, checksum: 19e8a2b57ef43c09f4d7071d2153c97d (MD5) Artigo_EstabilidadeTermicaZeolita.pdf: 404586 bytes, checksum: ffde6f5ad8ad51cb465864f8890bc2c5 (MD5) Previous issue date: 2008-09 | en |
dc.language.iso | por | pt_BR |
dc.rights | Acesso Aberto | - |
dc.subject | Síntese | pt_BR |
dc.subject | Estabilidade térmica | pt_BR |
dc.subject | Zeólita A | pt_BR |
dc.subject | Zeolitos | pt_BR |
dc.subject | Caulim | pt_BR |
dc.subject | Rejeito de caulim | pt_BR |
dc.subject | Beneficiamento de minério | pt_BR |
dc.subject | Amazônia brasileira | pt_BR |
dc.title | Estabilidade térmica da zeólita A sintetizada a partir de um rejeito de caulim da Amazônia | pt_BR |
dc.title.alternative | Thermal stability of the zeolite A synthesized after kaolin waste from Amazon region | pt_BR |
dc.type | Artigo de Periódico | pt_BR |
dc.description.resumo | Zeólita A foi calcinada nas temperaturas de 200, 400, 600, 800 e 1000 °C/2 h para estudar sua estabilidade térmica. A síntese foi feita a partir de um rejeito de beneficiamento de caulim para a produção de papel de uma empresa mineradora localizada na região Amazônica. A caracterização da zeólita A calcinada nas diferentes temperaturas foi realizada por difração de raios X e microscopia eletrônica de varredura. A zeólita A permaneceu estável até 600 °C, havendo apenas variações nas intensidades dos picos em função da temperatura. A 800 °C o padrão de difração apresentado pelo material continuava sendo da zeólita A mas com ausência de alguns picos. A 1000 °C foi constatado que o produto de calcinação era constituído de nefelina, mulita e provavelmente sodalita. Essa zeólita também foi aquecida em mais duas temperaturas, 900 e 950 °C, com o objetivo de confirmar os dois picos exotérmicos observados em curva de análise térmica diferencial. Os produtos de calcinação nessas temperaturas eram constituídos de nefelina, sodalita e mulita. | pt_BR |
Aparece en las colecciones: | Artigos Científicos - IG |
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Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
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