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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorBARGAS, Janine de Kássia Rocha-
dc.creatorCARDOSO, Luís Fernando Cardoso e-
dc.date.accessioned2017-03-28T15:20:24Z-
dc.date.available2017-03-28T15:20:24Z-
dc.date.issued2015-08-
dc.identifier.citationBARGAS, Janine de Kássia Rocha; CARDOSO, Luís Fernando Cardoso e. Cartografia social e organização política das comunidades remanescentes de quilombos de Salvaterra, Marajó, Pará, Brasil. Boletim do Museu Paraense. Emílio Goeldi. Ciências Humanas, Belém, v. 10, n. 2, p. 469-488, mai./ago. 2015. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-81222015000200469&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 28 mar. 2017. <http://dx.doi.org/10.1590/1981-81222015000200013>.pt_BR
dc.identifier.issn2178-2547pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/8037-
dc.description.abstractBefore 1988, the demands of Black rural communities were diluted in the agenda of social struggles of wider categories such as rural workers. With the promulgation of the Constitution, the emergence of the term “remaining Quilombo communities” gave rise to a specific set of demands.  In this scenario, the role of social scientists in the production of expert reports and academic works became a central aspect in the discussion of perceptions about the term “Quilombo”. Taking this into consideration, we analyze the experience of researchers from the New Social Cartography of the Amazon project (PNCSA, in portuguese) and their social relations with Salvaterra’s Quilombo communities, Marajó Island, Pará, who participated in workshops for the production of maps which resulted in a booklet entitled Quilombolas da Ilha de Marajó: Pará. We aimed at investigating, based on data collection and field research, how the relations between the cartography actors became political tools in the struggle for the latter’s social-territorial rights and their political organizing following the social cartography process. We point out that the social relations between the PNCSA and the Quilombo communities are characterized, on the one hand, as means for questioning the historical forms of disrespect and injustice and as mechanisms of politicizing the Quilombo social movement. On the other hand, as affirmation and academic consolidation of the Project’s research practice.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofBoletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanaspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCartografia socialpt_BR
dc.subjectQuilombolaspt_BR
dc.subjectSalvaterra - PApt_BR
dc.subjectIlha de Marajó - PApt_BR
dc.subjectAmazôniapt_BR
dc.subjectAntropologia socialpt_BR
dc.subjectConflito socialpt_BR
dc.titleCartografia social e organização política das comunidades remanescentes de quilombos de Salvaterra, Marajó, Pará, Brasilpt_BR
dc.title.alternativeSocial cartography and political organization among remaining quilombos communities from Salvaterra, Marajó, Pará, Brazilpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.citation.volume10pt_BR
dc.citation.issue2pt_BR
dc.citation.spage469pt_BR
dcterms.citation.epage488pt_BR
dc.description.resumoAs demandas das comunidades negras rurais, antes de 1988, estavam diluídas na agenda de lutas de categorias como a de trabalhadores rurais. Com a promulgação da Constituição, a emergência do termo “comunidade remanescentes de quilombos” faz também emergir uma pauta específica. Nesse quadro, o papel dos cientistas sociais na produção de laudos técnicos periciais e de trabalhos acadêmicos tornou-se um ponto central na discussão das percepções sobre o “quilombo”. A partir disso, analisamos a relação entre os pesquisadores do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia (PNCSA) e as comunidades quilombolas de Salvaterra, Ilha do Marajó, Pará, participantes das oficinas de produção de mapas que geraram um fascículo intitulado: Quilombolas da Ilha de Marajó: Pará. Objetivamos investigar, a partir de levantamento de dados e de pesquisa de campo, como as relações entre os atores da cartografia converteram-se em ferramentas políticas na luta por direitos socioterritoriais das comunidades quilombolas. Apontamos que as relações sociais entre PNCSA e quilombolas configuram-se, de um lado, como formas de contestação das formas históricas de desrespeito e injustiça e como instrumento de politização do movimento quilombola e, de outro, como afirmação e consolidação acadêmica da prática de pesquisa do Projeto.pt_BR
Aparece en las colecciones: Artigos Científicos - IFCH

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