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https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9920
Tipo: | Tese |
Data do documento: | 19-Mar-1997 |
Autor(es): | GOMES, Flávio dos Santos |
Primeiro(a) Orientador(a): | SLENES, Robert Wayne Andrew |
Título: | A Hidra e os pântanos: quilombos e mocambos no Brasil (sécs. XVII-XIX) |
Agência de fomento: | CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico |
Citar como: | GOMES, Flávio dos Santos. A Hidra e os pântanos: quilombos e mocambos no Brasil (sécs. XVII-XIX). 1997. 773 f. Tese (Doutorado) - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, 1997. Programa de Pós-Graduação em História. Disponível em: <http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9920>. Acesso em:. |
Resumo: | Em todas as áreas das Américas Negras onde se estabeleceram grupos de escravos fugidos, destaca-se a maneira como se forjaram políticas de alianças entre os fugitivos com outros setores da sociedade envolvente. Assim foi também no Brasil, em todas as regiões escravistas onde quilombolas procuraram se organizar econômica e socialmente em grupos e comunidades. Tentavam manter a todo custo sua autonomia e ao mesmo tempo agenciavam estratégias de resistência junto a indígenas, taberneiros, fazendeiros, lavradores, até autoridades coloniais e principalmente aqueles que permaneciam escravos. A partir de tais estratégias e experiências -- permeadas de contradições e conflitos -- os fugitivos determinaram os sentidos de suas vidas como sujeitos de sua própria história. Nesta tese analisamos as experiências históricas dos quilombolas na Amazônia Colonial, no Maranhão e comparativamente outras áreas coloniais brasileiras, destacando como eles estavam articulados sócio-economicamente a sociedade envolvente mas também representavam uma ameaça para ela. |
Abstract: | In all Latin American societies where runaway slaves shaped maroon communities alternatives economy and fighting for feedom lived together with many allinace forms involving wholi colonial society. It had occured also in slave areas in Brazil where the quilombolas (maroons) organized themselves in social and economic groups and communities in order to maintain their autonomy, otherwise it may include daily relations with indians, farmers, rural workers, colonial authorities and, mainly slaves. Although these strategies -- wich involved conflict and contradictory aspects -- the runaways gave sense to their lives as subjects of their own history- In this thesis the historical experience of maroon societies in colonial amazoniam region and Maranhão will be analized. Futher the cases studied will be compared with other colonial areas, foccusing how slave communities was articulated wich the brazilian colonial society as a whole represents a threat. |
Palavras-chave: | Escravidão - Brasil Quilombos - Brasil Negros - Condições sociais Escravos - Brasil - Condições sociais |
CNPq: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASIL::HISTORIA REGIONAL DO BRASIL |
País: | Brasil |
Instituição: | Universidade Estadual de Campinas |
Sigla da Instituição: | UNICAMP |
Instituto: | Instituto de Filosofia e Ciências Humanas – IFCH/UNICAMP |
Programa: | Programa de Pós-Graduação em História – PPGHIS/UNICAMP |
Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
Fonte URI: | http://repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/280897 |
Aparece nas coleções: | Teses em História (Doutorado) - PPGHIS/UNICAMP |
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