As críticas de Karl Marx e John Maynard Keynes à teoria (neo)clássica

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01-12-2013

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Cadernos CEPEC

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CARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira. As críticas de Karl Marx e John Maynard Keynes à teoria (neo)clássica. Cadernos CEPEC, online, v. 2, n. 12, p. 1-31, dez. 2013. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/cepec.v2i7-12.6867. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/15051. Acesso em:.

DOI

10.18542/cepec.v2i7-12.6867
A Lei de Say nada mais é do que um princípio ou axioma que até hoje serve de base para sustentar o arcabouço teórico da economia neoclássica. A crítica de Keynes contra esse princípio na Teoria Geral foi tão contundente que acabou provocando uma divisão na ciência econômica: a economia clássica (sustentada pelo princípio de Say) e a economia de Keynes (sustentada pelo princípio da demanda efetiva). Neste contexto, o presente artigo procura discutir a formulação original da Lei de Say, como o princípio básico de sustentação da economia dos clássicos e neoclássicos, e sua ligação com a formulação da Lei de Walras, bem como apresentar as críticas que John Maynard Keynes e Karl Marx fizeram contra esse axioma.

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CNPq

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Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

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UFPA

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https://periodicos.ufpa.br/index.php/cepec/article/view/6867