Devir-lobo na infância: kipling e sua matilha

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01-06-2010

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Margens

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NICOLAY, Deniz Alcione. Devir-lobo na infância: kipling e sua matilha. Margens, online, v. 6, n. 7, p. 97-103, jun. 2010. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v6i7.2814. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12751. Acesso em:.

DOI

10.18542/rmi.v6i7.2814
O propósito deste ensaio é o de reinterpretar a noção de desejo na infância, tal como ensinado e categorizado pelas contribuições psicanalíticas. Nesse sentido, procura refutar a triangulação edipiana, como única forma de entender a produção inconsciente, já que está inibe o desejo nas malhas do pensamento representacional. Por isso, entende a infância como uma verdadeira máquina desejante e pensá-la, dessa forma, significa partilhar das concepções desenvolvidas por Deleuze e Guattari no seu Anti-Édipo. Entretanto, é apenas nos Mil Platôs que as pistas para esse ensaio são delineadas. Apropriando-se dos conceitos de devir-animal e de matilha, ele realiza, à luz da Filosofia da Diferença, aproximações com a obra literária de Rudyard Kipling. De maneira muito especial, o Livro da Selva é o exemplo mais ilustre da produção desejante na infância. Assim, verifica-se a inversão da lógica freudiana: do sujeito que deseja algo, por devires pré-individuais, multiplicidades, espalhadas pela floresta como a matilha de lobos.

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CNPq

País

Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

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UFPA

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http://novoperiodicos.ufpa.br/periodicos/index.php/revistamargens/article/view/2814