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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorNUNES, Francivaldo Alves-
dc.date.accessioned2018-11-06T20:04:15Z-
dc.date.available2018-11-06T20:04:15Z-
dc.date.issued2016-04-
dc.identifier.citationNUNES, Francivaldo Alves. Direitos de propriedade em aldeamentos e colônias agrícolas na Amazônia (1840-1880). Tempo, Niterói, v. 22, n. 39, p. 154-174, jan./abr. 2016. Disponível em: <http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10368>. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1413-7704pt_BR
dc.identifier.issn1980-542Xpt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10368-
dc.description.abstractThis paper aims to understand the public agents’ concepts concerning the grant of property rights in land to Indian settlements and to settlers in agricultural colonies in nineteenth century Amazonia. The grant of the right to use the land, that is, the legal warranty of the permanence of the Indians’ and the settlers’ rights to use the landed resources allocated to the settlements and the colonies, was contingent on the regular use of the land and on agricultural activities. Based on the province administration’s reports and correspondence, we will show that both the Indian settlements and the agricultural colonies were represented as model spaces for socialization, which display a governmental policy of institutionalizing property rights in land subject to the discipline of agricultural work. This relationship is represented as one of social stratification, by which the settlers were afforded the social status of autonomous farmers, who were granted individual albeit conditional property rights to begin with, whereas the Indians were allocated the status of apprentice labourers in collective land, managed by an appointed settlement director. Finally, we give some instances of struggling implementation, conflict and resistance to that discipline, as represented in official discourses.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofTempopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-77042016000100154&lng=pt&nrm=isopt_BR
dc.subjectAldeamentos de índiospt_BR
dc.subjectColônias agrícolaspt_BR
dc.subjectDireito de propriedadept_BR
dc.subjectColonização - Amazôniapt_BR
dc.titleDireitos de propriedade em aldeamentos e colônias agrícolas na Amazônia (1840-1880)pt_BR
dc.title.alternativeProperty rights in agricultural settlements and colonies in the Amazon (1840-1880)pt_BR
dc.title.alternativeLes droits de propriété dans les établissements autochtones et les colonies agricoles de l’Amazonie (1840-1880)pt_BR
dc.title.alternativeDerechos de propiedad en los asentamientos indígena y colonias de la Amazonía (1840-1880)pt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASIL::HISTORIA REGIONAL DO BRASILpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4125313573133140pt_BR
dc.citation.volume22pt_BR
dc.citation.issue39pt_BR
dc.citation.spage154pt_BR
dcterms.citation.epage174pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.20509/tem-1980-542x2016v223906pt_BR
dc.description.resumoA proposta deste artigo é compreender como os agentes públicos concebiam a concessão de direitos de propriedade sobre a terra nos aldeamentos de índios e nas colônias agrícolas na Amazônia do século XIX. A concessão do direito de utilização da terra, ou seja, a garantia legal da permanência de índios e colonos em seus direitos à utilização dos recursos fundiários afetados aos aldeamentos e às colônias agrícolas, estava condicionada à ocupação regular da terra e à agricultura. Apoiados nos relatórios e nas correspondências da administração provincial, mostraremos que os aldeamentos e as colônias eram representados como espaços modelares de socialização, em que se observa a política governamental de institucionalização de direitos de propriedade sobre a terra, subordinada a uma disciplina do trabalho agrícola. Essa relação é representada como uma estratificação social, reconhecendo à partida aos colonos o estatuto social de agricultores autônomos, detentores de propriedade individual ainda que condicionada, e aos índios o de trabalhadores em aprendizado na terra coletiva gerida por um diretor de aldeamento. Por último, identificamos exemplos de dificuldades de implantação, conflito e resistência a essa disciplina, representadas nos discursos oficiais.pt_BR
dc.description.affiliationNUNES, F. A. Pós-Dr. Docente Universidade Federal do Pará, Faculdade de Historia, Campus Universitário de Ananindeuapt_BR
Aparece en las colecciones: Artigos Científicos - CANAN

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