Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12299
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorOLIVEIRA, Cristiane Helena Silva de-
dc.date.accessioned2020-02-20T15:34:00Z-
dc.date.available2020-02-20T15:34:00Z-
dc.date.issued2018-06-18-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Cristiane Helena Silva de. Necropolítica linguística: silenciamento e resistência da língua Tenetehara nas aldeias do Guamá. Orientadora: Ivânia dos Santos Neves.2018. 105 f. Dissertação (Mestrado em Letras) - Programa de Pós-Graduação em Letras, Instituto de Letras e Comunicação, Universidade Federal do Pará, Belém, 2018. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/12299. Acesso em: .pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/12299-
dc.description.provenanceSubmitted by Rejane Coelho (rejanecoelho@ufpa.br) on 2020-02-20T15:33:43Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_NecropoliticaLinguisticaSilencimento.pdf: 2646694 bytes, checksum: 68f70444639f262a1454779001cc60cc (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Rejane Coelho (rejanecoelho@ufpa.br) on 2020-02-20T15:33:59Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_NecropoliticaLinguisticaSilencimento.pdf: 2646694 bytes, checksum: 68f70444639f262a1454779001cc60cc (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2020-02-20T15:34:00Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Dissertacao_NecropoliticaLinguisticaSilencimento.pdf: 2646694 bytes, checksum: 68f70444639f262a1454779001cc60cc (MD5) Previous issue date: 2018-06-18en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectLíngua índigenapt_BR
dc.subjectNecropolítica linguísticapt_BR
dc.subjectPolitica linguisticapt_BR
dc.subjectIndios teneteharapt_BR
dc.titleNecropolítica linguística: silenciamento e resistência da língua Tenetehara nas aldeias do Guamápt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letras e Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICA::LINGUISTICA APLICADApt_BR
dc.contributor.advisor1NEVES, Ivânia dos Santos-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2648132192179863pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8961911362261627pt_BR
dc.description.resumoNeste trabalho trazemos o conceito de Necropolítica do camaronês Achille Mbembe tangenciado para a linguística a fim de evidenciar silenciamentos linguísticos ocorridos com as sociedades indígenas brasileiras, mais especificamente os ocorridos com a sociedade indígena Tenetehara. Assim sendo, para nortear esta pesquisa trabalhamos com o objetivo de promover uma análise discursiva acerca das práticas de silenciamento linguístico vivenciadas pelos indígenas Tembé-Tenetehara. Este trabalho está dividido em três capítulos, no primeiro, buscamos apresentar as sujeitas e sujeitos da pesquisa e suas relações com sua língua e cultura, através de uma série de observações e memórias das pesquisas de campo realizadas desde 2015 e de autores como Geertz (2008), cujas reflexões sobre etnografia nos ajudam a fazer pesquisa de campo. Também tomamos como referência Galvão; Wagley (1961), Meira (2017), Gomes (2002), Neves; Cardoso (2015) e Valente (2017) que dedicaram suas pesquisas ao estudo das sociedades indígenas. No segundo, trouxemos algumas teorias da linguística e do discurso para discutir o poder que a língua pode exercer em uma comunidade, sociedade, povo ou população, a partir de Foucault (1996; 2008), Bagno (2007), Scherre (2005), Savedra; Lagares (2012) e Oliveira (2001). Com Fabian (2013) e Neves (2018) propusemos uma discussão sobre a noção de tempo ocidental e tempo cosmológico, a partir do cotejamento das narrativas de origem das línguas nas perspectivas do povo Makurap (Silva, 2003) e da Bíblia. A segunda divisão teórica trata especificamente das sociedades indígenas e de como os Tenetehara foram silenciados nas Aldeias do Guamá, para estas análises, nos fundamentamos em Neves; Carvalho (2014) e Mignolo (2008) e procuramos discutir o conceito de colonialismo. Barreto (1998) e Fiorin (2000) ilustram como a língua indígena tupi era vista dentro da literatura brasileira. Para finalizar, colocamos em discussão as formulações de Biopolítica propostas por Foucault (1988; 1996; 2000) e retomadas por Mbembe (2016), que analisam o poder do soberano, aniquilação dos corpos e Necropolítica. E, por fim, e como não deveria faltar, as vozes indígenas são representadas pelos próprios indígenas Krenac (1999), Smith (2016) e Tembé (2017). Os achados iniciais apontam que trazer o conceito de Necropolítica para uma discussão linguística é extremamente desafiador.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.description.resumenEn este trabajo traemos el concepto de Necropolítica del camerunés Achille Mbembe tangenciado para la lingüística a fin de evidenciar silenciamientos lingüísticos ocurridos con las sociedades indígenas brasileñas, más específicamente los ocurridos con la sociedad indígena Tenetehara. Así, para orientar esta investigación trabajamos con el objetivo de promover un análisis discursivo acerca de las prácticas de silenciamiento lingüístico vivenciadas por los indígenas Tembé-Tenetehara. Este trabajo está dividido en tres capítulos, en el primero buscamos presentar las sujetas y sujetos de la investigación y sus relaciones con su lengua y cultura, a través de una serie de observaciones y memorias de las investigaciones de campo realizadas desde 2015 y de autores como Geertz (2008) que con la antropología trae en su estudio una perspectiva innovadora sobre el "cómo" hacer investigación de campo. También tomamos como referencia Galvão; Wagley (1961), Meira (2017), Gomes (2002), Neves; Cardoso (2015) y Valente (2017) que dedicaron sus investigaciones y al estudio de las sociedades indígenas. En el segundo tramos las teorías de la lingüística y del discurso para discutir el poder que la lengua puede ejercer en una comunidad, sociedad, pueblo o población, a partir de Foucault (1996; 2008), Bagno (2007), Scherre (2005), Savedra; Lagares (2000) y Oliveira (2001). Con Fabian (2013) y Neves (2018) buscamos una pequeña discusión sobre la noción de tiempo occidental y tiempo cosmológico, siendo que la ilustración con las narrativas del origen de las lenguas fueron hechas a través de los recortes en los textos de Silva (2003) y la Biblia. La segunda división teórica trata específicamente de las sociedades indígenas y de cómo los Tenetehara fueron silenciados en las Aldeas del Guamá. Con Neves; Carvalho (2014) y Mignolo (2008) introducimos el concepto de colonialismo. Barreto (1998) y Fiorin (2000) ilustran cómo la lengua indígena tupí era vista dentro de la literatura brasileña. Foucault (1988, 1996, 2000) y Mbembe (2016) traen la discusión de Biopolítica, poder del soberano, aniquilación de los cuerpos y Necropolítica, respectivamente. Y, por fin, y como no debería faltar, las voces indígenas son representadas por los propios indígenas Krenac (1999), Smith (2016) y Tembé (2017). Los hallazgos iniciales apuntan que traer el concepto de Necropolítica para una discusión lingüística es extremadamente desafiante.spa
dc.subject.linhadepesquisaANÁLISE, DESCRIÇÃO E DOCUMENTAÇÃO DAS LÍNGUAS NATURAISpt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoESTUDOS LINGUÍSTICOSpt_BR
dc.description.affiliationPVMB - Pré Vestibular Municipal de Belémpt_BR
Aparece nas coleções:Dissertações em Letras (Mestrado) - PPGL/ILC

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Dissertacao_NecropoliticaLinguisticaSilencimento.pdf2,58 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons