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Campo DCValorIdioma
dc.creatorRIBEIRO, Giselle-
dc.date.accessioned2020-03-03T15:34:52Z-
dc.date.available2020-03-03T15:34:52Z-
dc.date.issued2017-05-
dc.identifier.citationRIBEIRO, Giselle. Francisco Gregório Filho: contador de histórias, tradutor de gerações. Nova Revista Amazônica, Bragança, v. 5, n. 1 , p. 147-155, 2017. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v5i1.6382. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12339. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2318-1346pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/12339-
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofNova Revista Amazônicapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttps://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/6382pt_BR
dc.subjectTraduçãopt_BR
dc.subjectNarrativaspt_BR
dc.subjectLiteratura oralpt_BR
dc.subjectEstudo da traduçãopt_BR
dc.subjectNarrationsen
dc.titleFrancisco Gregório Filho: contador de história, tradudor de geraçõespt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.citation.volume5pt_BR
dc.citation.issue1pt_BR
dc.citation.spage147pt_BR
dcterms.citation.epage155pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.18542/nra.v5i1.6382pt_BR
dc.description.resumoTraduzir é também contar histórias antes ouvidas por outras gerações. É fazer bom uso da palavra para nomear, descrever e comunicar acontecimentos, emoções, pessoas e coisas visíveis e invisíveis ao mundo. É dar vez à voz do outro. Nesta cena, o contador de histórias aparece como tradutor da voz ancestral, que não é a voz primeira, mas também a voz de outro que quer ser transmitida de geração em geração. Aqui, há rumores de que o mundo evolui, de que o pensamento nascido com a humanidade é mutável, de que os saberes nos transformam e se transformam com observações e experimentações. É também assim para a tradução, pois ela é tão igual ao camaleão, porque está na escala dos saberes observados, experimentados e mutáveis. É o que faz Francisco Gregório Filho, com a publicação do livro Lembranças amorosas (2000), ele conta e traduz as histórias que ouviu do avô e da avó, às vezes do pai, às vezes da mãe. Por isso, essa aproximação com o livro Lembranças Amorosas (2000) e a tradução. É disso que esse artigo se dispõe a dialogarpt_BR
dc.description.resumeTraduire c’est aussi raconter d’ histoires entendues par d'autres générations. C’est bien utiliser le mot pour nommer, décrire et communiquer les événements, les émotions, les gens et les choses visibles et invisibles dans le monde. Il est temps de donner la parole à l'autre. Dans cette scène, le raconteur apparaît comme un traducteur de voix ancienne, qui n’est pas la première voix, mais la voix d'un autre qui veut être transmise de génération en génération. Ici, il y a des rumeurs que le monde évolue, que la pensée est née avec l'humanité et qu’elle est en train de changer et de nous faire tourner à des observations et des expériences. Ainsi je vous parle de la traduction, parce qu'elle est comme le caméléon, elle est lá pour l’experience et l'évolution des connaissances. Et il est possible de dire qu’avec la publication du livre Lembranças Amorosas (2000), Francisco Gregório Filho fait des traductions, quand il raconte les histoires qu’il a entendu de son grand-père, de sa grand-mère, parfois de son père et de sa mère. C'est ce que cet article est prêt à parler.fra
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
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