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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorSILVA JÚNIOR, Fernando Alves da-
dc.creatorSILVA, Aline Costa da-
dc.date.accessioned2020-03-13T11:52:41Z-
dc.date.available2020-03-13T11:52:41Z-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.citationSILVA JÚNIOR, Fernando Alves da; SILVA, Aline Costa da. As poética orais de Maria nos limiares de Taperaçu-campo. Nova Revista Amazônica, Bragança, v. 5, n. 3, p. 187-188, 2017. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v5i3.6314. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12390. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2318-1346pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/12390-
dc.description.abstractMaria do Bairro is a shaman. It is a threshold figure par excellence and for some reasons. First, it does not fit the heteronormative patterns, it does not respond to male / female binarism, something similar to what Judith Butler proposes in her Gender Problems (2013).Second, he chose a place that is in the middle of two communities, Acarpará and Tamatateua. Third, because for the very condition of the shaman being in the middle is a prerogative for one who can see what ordinary eyes do not see. What Maria sees composes her oral poetics and in them the stories of the Matinta and the Werewolf are narrated, giving us to know, with event and performance, the experiences of the enchanted one of Taperaçu-Campo and its threshold experiences with the Amazonian mythopoetics.en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofNova Revista Amazônicapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttps://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/6314pt_BR
dc.subjectPoética oralpt_BR
dc.subjectMaria do Bairropt_BR
dc.subjectLimiarpt_BR
dc.subjectMatintapt_BR
dc.subjectLobisomempt_BR
dc.subjectOral poeticsen
dc.subjectThresholden
dc.subjectWerewolfen
dc.titleAs poéticas orais de Maria nos limiares de Taperaçu-campopt_BR
dc.title.alternativeThe oral poistics of Maria in the thresholds of Taperaçu-campoen
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2243125866342655pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9020635573819574pt_BR
dc.citation.volume5pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage187pt_BR
dcterms.citation.epage188pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.18542/nra.v5i3.6314pt_BR
dc.description.resumoMaria do Bairro é uma pajé. Figura limiar por excelência e por alguns motivos. Primeiro por não se enquadrar nos padrões heteronormativos, não responder ao binarismo masculino/feminino, algo similar ao que propõe Judith Butler em seu Problemas de gênero (2013). Segundo por ter escolhido um lugar que está no entremeio de duas comunidades, Acarpará e Tamatateua. Terceiro porque para a própria condição de pajé1 estar no entremeio é uma prerrogativa para aquele que consegue ver o que os olhos comuns não enxergam. O que Maria vê compõe suas poéticas orais e nelas as histórias da Matinta e do Lobisomem são narradas, dando-nos saber, com evento e performance, as vivências da encantada de Taperaçu-Campo e suas experiências limiares com a mitopoética amazônica.pt_BR
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
Aparece en las colecciones: Artigos - NRA/UFPA

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