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dc.creatorSACRAMENTO, Noemi Diniz-
dc.date.accessioned2021-08-17T15:41:13Z-
dc.date.available2021-08-17T15:41:13Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationSACRAMENTO, Noemi Diniz. “Do dendê eu tenho medo até dos espinhos”: resistência cotidiana à integração à agroindústria do dendê pelos camponeses de Maçaranduba – Tomé-açu, Nordeste Paraense. Orientador: Gutemberg Armando Diniz Guerra. 2016. 100 f. Dissertação (Mestrado em Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustentável) - Núcleo de Ciências Agrárias e Desenvolvimento Rural, Universidade Federal do Pará, Belém, 2016. Disponível em: . Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13399-
dc.description.abstractI've built this dissertation in order to analyze the daily forms of resistance to the integration into the agricultural industry of dende palm from the farmers of the colony Maçaranduba, municiplatiy of Tomé-Açú, northeast of Pará State. The daily forms of resistance are not usual subjects within researchs on resistance because they are subscribed in the daily life of the peasant societies that do not always allow the researchers to take them as object of analysis. Maçaranduba is geographically inserted in monoculture expansion zone of dende palm, where integration is a mechanism used by agribusinesses, to the expansion of areas planted with oil palm, supported by the creation of the National Program for Production and Use of Biodiesel (PNPB) and Sustainable Production program of Oil Palm (PSOP). As a result, assumed that individuos are not static, but develop justification, opinions and attribute meaning to their choices based on the projects that the family has and into the "fear" that integration might reduce the autonomy that are used to possess. I've used as a theoretical basis the reflections of James Scott, author that considers the daily life the place where the peasant resistance become plausible and real. The methodology was based on a case study, which allowed to understand how the subjects of Maçaranduba undertook the resistance to the integration, to design the data were applied thirty questionnaires whose organization of the questions focused on the knowledge of the families about the program and their positions about the integration, as well as interviews with key informants to understand local history and public agents involved in the debate. With the research I observed that the families elaborate their justifications for resistance from their everyday experiences, always thinking about productive projects that guarantee the family's permanence in the agricultural establishment, rejecting projects that take risks for the maintenance of future generations. I also observed that the families acquire knowledge about integration from an invisible network of information that they weave among the subjects that are part of their daily lives, among them are the families residing in nearby localities that have joined the project. Despite the resistance to integration, the peasants of Maçaranduba feel the reflexes of the expansion of oil palm plantations, through the application of agrochemicals in the nearby crops and in the modification of the landscape to which they were used to.pt_BR
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.publisherEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuáriapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectResistência cotidianapt_BR
dc.subjectCamponesespt_BR
dc.subjectDendezeiropt_BR
dc.subjectEveryday resistancept_BR
dc.subjectPeasantspt_BR
dc.subjectDende palmpt_BR
dc.title“Do dendê eu tenho medo até dos espinhos”: resistência cotidiana à integração à agroindústria do dendê pelos camponeses de Maçaranduba – Tomé-açu, Nordeste Paraensept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto Amazônico de Agriculturas Familiarespt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.publisher.initialsEMBRAPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIASpt_BR
dc.contributor.advisor1GUERRA, Gutemberg Armando Diniz-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4262726973211880pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7969228656142223pt_BR
dc.description.resumoConstruí esta dissertação com o objetivo de analisar as formas cotidianas de resistência à integração à agroindústria do dendê, a partir dos camponeses da colônia Maçaranduba, localizada no município de Tomé-Açu, região nordeste do estado do Pará. As formas cotidianas de resistência não são assuntos costumeiros dentro das pesquisas sobre resistência por estarem subscritas no cotidiano das sociedades camponesas que nem sempre permitem aos pesquisadores tomá-las como objeto de análise. Maçaranduba está geograficamente inserida na zona de expansão do monocultivo de dendê, em que a integração é um mecanismo utilizado pelas agroindústrias para a expansão das áreas cultivadas com dendezeiro, subsidiada pela criação do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) e do Programa de Produção Sustentável da Palma de Óleo (PSOP). Destarte assumi que os sujeitos não são estáticos, mas que desenvolvem justificativas, opiniões e atribuem sentido às suas escolhas baseados nos projetos que a família possui e no “medo” que a integração possa reduzir a autonomia a que estão habituados possuir. Utilizei como base teórica as reflexões de James Scott, autor que considera o cotidiano o lugar onde a resistência camponesa se torna plausível e concreta. A metodologia partiu de um estudo de caso, que permitiu compreender como os sujeitos de Maçaranduba empreenderam a resistência à integração, para conceber os dados foram aplicados trinta questionários cuja organização das perguntas se centrou sobre o conhecimento das famílias sobre o programa e de seus posicionamentos acerca da integração, além de entrevistas a informantes chaves para conhecimento da história local e a agentes públicos envolvidos no debate. Com a pesquisa constatei que as famílias elaboram suas justificativas para a resistência a partir de suas experiências cotidianas, sempre pensando em projetos produtivos que garantam a permanência da família no estabelecimento agrícola, rejeitando projetos que assumam riscos para a manutenção das gerações futuras. Observei ainda que as famílias adquirem conhecimento sobre a integração a partir de uma rede invisível de informação que tecem entre os sujeitos que fazem parte dos seus cotidianos, entre eles estão as famílias residentes em localidades próximas e que aderiram ao projeto. Apesar da resistência à integração, os camponeses de Maçaranduba sentem os reflexos da expansão dos cultivos de dendezeiro, através da aplicação de agrotóxicos nos cultivos próximos e na modificação da paisagem a que estavam habituados.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Agriculturas Amazônicaspt_BR
dc.subject.linhadepesquisaDINÂMICAS ECONÔMICAS, CULTURAIS E SOCIOAMBIENTAIS NO DESENVOLVIMENTO RURAL NA AMAZÔNIApt_BR
dc.subject.linhadepesquisaSUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR NA AMAZÔNIApt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoAGRICULTURAS FAMILIARES E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVELpt_BR
Aparece nas coleções:Dissertações em Agriculturas Amazônicas (Mestrado) - PPGAA/INEAF

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