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dc.creatorFONSÊCA, Danielle de Jesus de Souza-
dc.date.accessioned2022-04-04T15:29:04Z-
dc.date.available2022-04-04T15:29:04Z-
dc.date.issued2022-01-31-
dc.identifier.citationFONSÊCA, Danielle de Jesus de Souza. A caminhada como modo de existir na Festa de São Marçal: poéticas moventes, espetacularidades e geração de outros mundos possíveis em São Luís/MA. Orientadora: Ivone Maria Xavier de Amorim Almeida. 2022. 335 f. Tese (Doutorado em Artes) - Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências da Arte, Belém, 2022. Disponível em:http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14100. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14100-
dc.description.abstractThis writing explores the modes of existence experienced by the playful bodies that walk at the Festa de São Marçal, in São Luís, capital of Maranhão. The party, also known as Encontro de Bois de Matraca, takes place annually on June 30, São Marçal day, in the neighborhood of João Paulo. Based on this festive and walking context, the research looks for other ways of making and saying epistemic ones attentive to the wisdom of the streets (SIMAS, 2019) amidst the inventions produced by the groups of Bumba meu boi. In this context, I elaborated turns, whirls, crosses and ruminations, generating the methodological proposition of ethnowalk, a notion that has epistemic and affective proximity to the motive of thought in ethnocenology (SANTA BRÍGIDA, 2016, 2015; BIÃO, 2009, 2007). It is through the ethnowalk that I perceive the strength of the aesthetic, devotional, ritualistic, poetic and political processes nurtured in the Festa de São Marçal, mainly of the playing body in its movements and gestures settled in spiral time (MARTINS, 2021). In addition, the ethnowalk made emerge, as a methodological event, my status as a walker-ethno-researcher, which is when I walk in a festive immersion with the intense desire for the crossroads, folds, crevices and edges of the spectacular phenomenon and for the encounters generated from the to be together collectively (MAFFESOLI, 2014; 1998). The study also seeks to know the tactics elaborated (DE CERTEAU, 1994) by the slow men (SANTOS, 1996) and their bodies generated (JACQUES E BRITTO, 2006) in the urban and walking environment of São Marçal as a festive experience that generates microresistance. The pandemic context and the new typologies of partying also moved this investigation, which is about the inventiveness employed and the expansion of the festive model, deeply affecting by the pandemic. Therefore, the research aims to understand how walking activates inventive ways of existing, transforming the festive landscape of São Marçal into a space - physical and virtual - of emotional exchanges, nomadic creation and generation of other possible worlds (KRENAK, 2019; ROLNIK, 2019).en
dc.description.provenanceSubmitted by Larissa Silva (larissasilva@ufpa.br) on 2022-04-04T15:05:49Z No. of bitstreams: 1 Tese_FestaSaoMarcal.pdf: 14115180 bytes, checksum: ad19adcfeeaa68740d13d8abede11d10 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Larissa Silva (larissasilva@ufpa.br) on 2022-04-04T15:29:04Z (GMT) No. of bitstreams: 1 Tese_FestaSaoMarcal.pdf: 14115180 bytes, checksum: ad19adcfeeaa68740d13d8abede11d10 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2022-04-04T15:29:04Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Tese_FestaSaoMarcal.pdf: 14115180 bytes, checksum: ad19adcfeeaa68740d13d8abede11d10 (MD5) Previous issue date: 2022-01-31en
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectCultura popular - São Luís (MA)pt_BR
dc.subjectDança - Folclore - São Luís (MA)pt_BR
dc.subjectFestas folclóricas - São Luís (MA)pt_BR
dc.subjectEtnocenologiapt_BR
dc.subjectBumba-meu-boi - São Luís (MA)pt_BR
dc.titleA caminhada como modo de existir na Festa de São Marçal: poéticas moventes, espetacularidades e geração de outros mundos possíveis em São Luís/MApt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências da Artept_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES::DANCApt_BR
dc.contributor.advisor1ALMEIDA, Ivone Maria Xavier de Amorim-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5012937201849414pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5560367799056987pt_BR
dc.description.resumoEsta escritura incursiona a respeito dos modos de existência experimentados pelos corpos brincantes que caminham na Festa de São Marçal, em São Luís, capital maranhense. A festa, também conhecida como Encontro de Bois de Matraca, acontece anualmente no dia 30 de junho, dia de São Marçal, no bairro do João Paulo. Com base nesse contexto festivo e caminhante, a pesquisa mira por outros modos de fazer e dizer epistêmicos, atentos às sapiências das ruas (SIMAS, 2019) em meio às invenções produzidas pelos grupos de Bumba meu boi. Nisso, elaborei giros, redemoinhos, cruzos e ruminações, gerando a proposição metodológica da etnocaminhada, noção que tem proximidade epistêmica e afetiva com a motriz de pensamento da etnocenologia (SANTA BRÍGIDA, 2016, 2015; BIÃO, 2009, 2007). É pela etnocaminhada que percebo a força dos processos estéticos, devotivos, ritualísticos, poéticos e políticos nutridos na Festa de São Marçal, sobretudo do corpo brincante em seus movimentos e gestualidades assentadas no tempo espiralar (MARTINS, 2021). Além disso, a etnocaminhada fez emergir, como acontecimento metodológico, meu estado de caminhante etno-pesquisadora, que é quando caminho na imersão festiva com o desejo intenso pelas encruzilhadas, dobras, frestas e bordas do fenômeno espetacular e pelos encontros gerados a partir do estar-junto coletivamente (MAFFESOLI, 2014; 1998). O estudo busca ainda conhecer as táticas elaboradas (DE CERTEAU, 1994) pelos homens lentos (SANTOS, 1996) e suas corpografias geradas (JACQUES E BRITTO, 2006) na ambiência urbana e caminhante de São Marçal, como experiência festiva geradora de microrresistências. O contexto pandêmico e as novas configurações do festejar também movimentaram esta investigação, que versa acerca da inventividade empregada e do alargamento no modelo festivo, profundamente afetando pela pandemia. Portanto, a pesquisa objetiva compreender como a caminhada ativa modos inventivos de existir, transformando a paisagem festiva de São Marçal num espaço – físico e virtual – de trocas afetivas, criação nômade e geração de outros mundos possíveis (KRENAK, 2019; ROLNIK, 2019).pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Artespt_BR
dc.subject.linhadepesquisaTEORIAS E INTERFACES EPISTÊMICAS EM ARTESpt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoARTESpt_BR
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