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dc.creatorMORAES, Lucas Gabriel da Silva-
dc.date.accessioned2022-09-13T19:47:01Z-
dc.date.available2022-09-13T19:47:01Z-
dc.date.issued2022-01-25-
dc.identifier.citationMORAES, Lucas Gabriel da Silva. O movimento sindical dos trabalhadores e trabalhadoras rurais no nordeste paraense: as motivações dos participantes em Tomé-Açu. Orientador: Heribert Schmitz. 2022. 104 f. Dissertação (Mestrado em Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustentável) – Instituto Amazônico de Agriculturas Familiares, Universidade Federal do Pará, Belém, 2021. Disponível em: . Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14737-
dc.description.abstractThe Rural Workers' Union Movement (MSTTR) is one of the main collective actions organized in favor of the fight for better living and working conditions in rural areas. In the Northeast region of Pará State, the fight for rights in this category began in the mid-1950s, with the creation of the first farm workers organizations in the region and, later, with the institutionalization of the fight in 1962. Part of the demands of rural workers were rights that urban workers already had, whether they were: health, social security, labor laws and decent wages, in addition to the main demand, agrarian reform. These and other objectives guided collective actions within the scope of the MSTTR which, in turn, constituted the current structure of representation of rural workers. In Tomé-Açu, the Rural Workers’ Syndicate (STTR) was, for at least 35 years, the only organization that defended the category and represented its interests. This reality has changed since 2006, with the creation of the Tomé-Açu Family Farmers’ Syndicate (SINTRAF) and the Tomé-Açu Rural Employees’ Syndicate (SINDTER), in 2016, changing the dynamics of participation, affiliation and collective actions within the scope of the MSTTR. In relation to these dynamics, the literature of social movements has shown that collective action is not an easy task and may depend on a series of factors to materialize itself, as an example, the motivations. Within this context, the present work aims to identify the motivations for the participation of rural workers in the MSTTR, more specifically, in the Tomé-Açu STTR, in Northeast Pará, trying to analyze its trajectory and the current challenges that are imposed on the collective action. The methodology used started from a qualitative approach using the content analysis technique. During data collection, 34 interviews were carried out with syndicate leaders and rural workers, members and non-members who participate in any of the three rural syndicates in Tomé-Açu. The results of the study showed two bases of motivation, one of them being material, linked to the services and benefits of the syndicate, with rural retirement being the main one; and the other immaterial, being highlighted the syndical representativeness. Among non-members, land was the central motivation, exemplified in the case of the collective action carried out in the Mancha Negra camp. In the process of mobilizing new members, the role of leaders proved to be fundamental, both within the syndicate itself, through the figure of the president, and in the local context, through the action of syndicate delegates. As for the current challenges, signs of a crisis in the STTR were identified, which takes place within the scope of collective actions and reflects the problems that occur in the administration of the syndical organization, with the maintenance of power in the hands of the same group for many years, the prioritization of utilitarianism in the syndicate and the lack of new leaderships who could initiate a renewal of the current management.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Naiara Lima (naiara@ufpa.br) on 2022-09-13T19:44:36Z No. of bitstreams: 2 DissertacaoMovimentoSindicalTrabalhadores.pdf: 1142888 bytes, checksum: de86c6e79b52bb189b77cb7035e2005f (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2022-09-13T19:47:01Z (GMT). No. of bitstreams: 2 DissertacaoMovimentoSindicalTrabalhadores.pdf: 1142888 bytes, checksum: de86c6e79b52bb189b77cb7035e2005f (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Previous issue date: 2022-01-25en
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.publisherEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuáriapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectMovimento socialpt_BR
dc.subjectSindicalismo ruralpt_BR
dc.subjectAção coletivapt_BR
dc.subjectParticipaçãopt_BR
dc.subjectMotivaçãopt_BR
dc.subjectSocial movementpt_BR
dc.subjectRural syndicalismpt_BR
dc.subjectCollective actionpt_BR
dc.subjectParticipationpt_BR
dc.subjectMotivationpt_BR
dc.subjectSindicatos - Trabalhadores rurais - Tomé-Açu (PA)pt_BR
dc.subjectCamponesespt_BR
dc.titleO movimento sindical dos trabalhadores e trabalhadoras rurais no nordeste paraense: as motivações dos participantes em Tomé-Açupt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto Amazônico de Agriculturas Familiarespt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.publisher.initialsEMBRAPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIApt_BR
dc.contributor.advisor1SCHMITZ, Heribert-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2294519993210835pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8787175893876785pt_BR
dc.description.resumoO Movimento Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR) é uma das principais ações coletivas organizadas em prol da luta por melhores condições de vida e trabalho no campo. No Nordeste paraense, a luta por direitos desta categoria teve início nos meados da década de 1950, com a criação das primeiras organizações de camponeses na região e, mais tarde, com a institucionalização da luta em 1962. Parte das demandas dos trabalhadores rurais eram direitos que os trabalhadores urbanos já tinham, fossem eles: saúde, previdência social, leis trabalhistas e salários dignos, além da reivindicação principal, a reforma agrária. Estes e outros objetivos guiaram as ações coletivas no âmbito do MSTTR que, por sua vez, constituíram a atual estrutura de representação dos trabalhadores rurais. Em Tomé-Açu, o Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) foi, durante pelo menos 35 anos, a única organização que defendia a categoria e representava seus interesses. Essa realidade sofreu mudanças a partir de 2006, com a criação do Sindicato de Agricultores e Agricultoras Familiares de Tomé-Açu (SINTRAF) e do Sindicato de Empregados e Empregadas Rurais de Tomé-Açu (SINDTER), em 2016, alterando as dinâmicas de participação, de afiliação e de realização de ações coletivas no âmbito do MSTTR. Com relação à estas dinâmicas, a literatura dos movimentos sociais tem demonstrado que a ação coletiva não é um empreendimento de fácil realização e pode depender de uma série de fatores para se concretizar, como, por exemplo, as motivações. Dentro desse contexto, o presente trabalho tem o objetivo de identificar as motivações da participação dos trabalhadores e trabalhadoras rurais no MSTTR, mais especificamente, no STTR de Tomé-Açu, Nordeste paraense, tratando de analisar sua trajetória e os desafios atuais que se impõem à ação coletiva. A metodologia utilizada partiu de uma abordagem qualitativa com a utilização da técnica de análise de conteúdo. Durante a coleta de dados foram realizadas 34 entrevistas com dirigentes sindicais e trabalhadores rurais sócios e não sócios que participam de algum dos três sindicatos rurais de Tomé-Açu. Os resultados do estudo demonstraram duas bases de motivações, sendo uma delas material, ligada aos serviços e benefícios do sindicato, com a aposentadoria rural sendo a principal delas; e a outra imaterial, com a representatividade sindical em destaque. Entre os não-sócios, a terra foi a motivação central, exemplificada no caso da ação coletiva realizada no acampamento Mancha Negra. No processo de mobilização de novos sócios, o papel das lideranças se mostrou fundamental, tanto dentro do próprio sindicato, através da figura da presidente, quanto no contexto local, através da ação dos delegados sindicais. Quanto aos desafios atuais, foram identificados sinais de uma crise no STTR, que se dá no âmbito das ações coletivas e que reflete os problemas que ocorrem na administração da organização sindical, com a manutenção do poder nas mãos de um mesmo grupo por muitos anos, a priorização do utilitarismo no sindicato e a falta de novas lideranças que possam iniciar uma renovação à atual gestão.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Agriculturas Amazônicaspt_BR
dc.subject.linhadepesquisaDINÂMICAS ECONÔMICAS, CULTURAIS E SOCIOAMBIENTAIS NO DESENVOLVIMENTO RURAL NA AMAZÔNIApt_BR
dc.subject.linhadepesquisaSUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR NA AMAZÔNIApt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoAGRICULTURAS FAMILIARES E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVELpt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-3204-7973pt_BR
Aparece nas coleções:Dissertações em Agriculturas Amazônicas (Mestrado) - PPGAA/INEAF

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