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dc.creatorCASTRO, Fábio Fonseca de-
dc.date.accessioned2022-09-21T17:20:42Z-
dc.date.available2022-09-21T17:20:42Z-
dc.date.issued2016-11-
dc.identifier.citationCASTRO, Fábio Fonseca de. Sociedade dos arquivos: temporalidade e intersubjetividade na cultura contemporânea. Contracampo, online, v. 35, n. 2, p. 183-199, ago./nov., 2016. DOI: http://dx.doi.org/10.20505/contracampo.v35i2.941. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14760. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2238-2577pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14760-
dc.description.abstractThe article discusses the concept of archieve in a mediatic and hyper connected society. It starts from the concept of trace, used by Derrida (1967, 1995) to refer to the pre-ontological character of all meaning and aims on an interpretation of that concept by Ricoeur (1985), in his phenomenological understanding of the problem of temporality. With that in mind, we try to think intersubjectivity and the meaning of the debate about the “cohesion to life” in Dilthey (1992a; 1992b), through the trace. We built the idea that the space-time experience, on the media culture and, through them, on the contemporary society, has no reference and is guided by the trace: atopic and achronic, it is also anarchivic. Therefore, this experience opens up possibilities to abolish the submission of thought to an analogical order and thus to reverse the logocentric status of Western culture (Derrida, 1967).en
dc.description.provenanceSubmitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2022-09-20T12:38:18Z No. of bitstreams: 2 Sociedade_dos_arquivos_temporalidade_e_i.pdf: 387027 bytes, checksum: 254591d29b4ba36c309ae2ae915b8a80 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal Fluminensept_BR
dc.relation.ispartofContracampopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/*
dc.source.urihttps://periodicos.uff.br/contracampo/article/view/17578pt_BR
dc.subjectTraçopt_BR
dc.subjectArquivopt_BR
dc.subjectIntersubjetividadept_BR
dc.subjectCultura das mídiaspt_BR
dc.subjectLogocentrismopt_BR
dc.subjectTraceen
dc.subjectArchieven
dc.subjectIntersubjectivityen
dc.subjectCulture of the mediaen
dc.subjectLogocentrismen
dc.titleSociedade dos arquivos: temporalidade e intersubjetividade na cultura contemporâneapt_BR
dc.title.alternativeArchives society: temporality and intersubjectivity in contemporary cultureen
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFFpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5700042332015787pt_BR
dc.citation.volume35pt_BR
dc.citation.issue2pt_BR
dc.citation.spage183pt_BR
dcterms.citation.epage199pt_BR
dc.identifier.doi10.20505/contracampo.v35i2.941pt_BR
dc.description.resumoO artigo discute o conceito de arquivo na sociedade midiática e hiperconectada. Parte-se do conceito de traço, usado por Derrida (1967; 1995) para referir o caráter pré-ontológico de toda signiicação e caminha-se em direção a uma interpretação do traço por Ricoeur (1985), em sua compreensão fenomenológica do problema da temporalidade. Com esse horizonte, procuramos pensar a intersubjetividade e o sentido do debate sobre a “coesão à vida”, feito por Dilthey (1992a; 1992b), por meio do traço. Construímos a ideia de que a experiência espaço-temporal da cultura das mídias e, por meio delas, da sociedade contemporânea, é sem referentes e pautada pelo traço: atópica e acrônica, ela é, igualmente, anarquívica. De certa maneira, essa experiência abre possibilidades para abolir a submissão do pensamento a uma ordem analógica e, assim, para reverter o estatuto logocêntrico da cultura ocidental (Derrida, 1967).pt_BR
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-8083-1415pt_BR
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