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dc.creatorCARVALHO, André Cutrim-
dc.creatorCARVALHO, David Ferreira-
dc.date.accessioned2023-01-27T18:18:49Z-
dc.date.available2023-01-27T18:18:49Z-
dc.date.issued2019-03-
dc.identifier.citationCARVALHO, André Cutrim; CARVALHO, David Ferreira. Keynes’ critique of the classical and neoclassical theories of the rate of interest. Análise Econômica, v. 37, n. 72, p. 269-284, mar. 2019. DOI: dx.doi.org/10.22456/2176-5456.73001. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/15221. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2176-5456pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/15221-
dc.description.abstractThe classical theory of the rate of interest is the theory that mainstream economists inherited chiefly from Marshall, Ricardo and Wicksell, and is also this same theory that John Maynard Keynes criticizes in his General Theory for presenting an explanation centered solely on the special case of full employment. Despite the difficulties, Keynes offered a scathing critique of the theory of the rate of interest from both classical and neoclassical economists. This was only made possible because the traditional rationale of these economists remained imprisoned by the trap set by Say’s Law. Therefore, within this context, the main objective of this paper is to undertake a critical analysis of Keynes regarding the classical general theory of the rate of interest, through which we may then demonstrate the points on which he was in disagreement with the neoclassical school. The main conclusion is that Keynes considered that traditional analysis is defective because it was unable to identify the independent variables of the system. Indeed, savings and investment are determined variables and not the determinants of the dynamics of the capitalist economic system. Such determined variables are the twin product of the true determinants, i.e., from the propensity to consume, from the scale of the marginal efficiency of capital and from the interest rates, and this is why the flow of investments tends to expand until the marginal efficiency of capital remains at the rate of interest.en
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dc.languageengpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.relation.ispartofAnálise Econômicapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://seer.ufrgs.br/AnaliseEconomica/article/view/73001pt_BR
dc.subjectInterest rateen
dc.subjectGeneral theoryen
dc.subjectClassicalen
dc.subjectNeoclassical Taxa de jurosen
dc.subjectTeoria geralen
dc.subjectClássicosen
dc.subjectNeoclássicosen
dc.titleKeynes’ critique of the classical and neoclassical theories of the rate of interesten
dc.title.alternativeA crítica de Keynes a teoria da taxa de juros dos clássicos e neoclássicospt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRGSpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1089731342748216pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5110389700162104pt_BR
dc.citation.volume37pt_BR
dc.citation.issue72pt_BR
dc.citation.spage269pt_BR
dc.identifier.doi10.22456/2176-5456.73001pt_BR
dc.description.resumoA teoria clássica da taxa de juros é a teoria que os economistas do mainstream herdaram de Marshall, Ricardo e Wicksell, principalmente. É, também, a mesma teoria da taxa de juros que John Maynard Keynes crítica na sua Teoria Geral por apresentar uma explicação centrada apenas para o caso especial do pleno emprego. Apesar das dificuldades, Keynes direcionou uma crítica contundente à teoria da taxa de juros dos economistas clássicos e neoclássicos. Isso só foi possível porque o raciocínio tradicional desses economistas continuou prisioneiro da armadilha da Lei de Say. Neste contexto, o objetivo fundamental do presente artigo é realizar uma leitura crítica de Keynes sobre a tradicional teoria especial da taxa de juros dos clássicos para demonstrar, desta forma, os pontos de discordância dele para com a escola neoclássica, também. A principal conclusão é que para Keynes a análise tradicional é defeituosa porque não conseguiu identificar as variáveis independentes do sistema. De fato, a poupança e o investimento são variáveis determinadas e não os determinantes da dinâmica do sistema econômico capitalista. Tais variáveis determinadas são o produto gêmeo dos verdadeiros determinantes, isto é, da propensão a consumir, da escala da eficiência marginal do capital e da taxa de juros, por isso o fluxo do montante do investimento tende a se expandir até que a eficiência marginal do capital fique ao nível da taxa de juros.pt_BR
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-0936-9424pt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-9161-4715pt_BR
dc.citation.epage284pt_BR
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