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dc.creatorLOBATO, Milene Dayana Paes-
dc.date.accessioned2023-03-22T15:03:28Z-
dc.date.available2023-03-22T15:03:28Z-
dc.date.issued2022-07-01-
dc.identifier.citationLOBATO, Milene Dayana Paes. Arthur Schopenhauer e o medo da morte. Orientador: Ivan Risafi de Pontes; Coorientador: Vilmar Debona. 2022. 106 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do Pará, Belém, 2022. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/15423. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/15423-
dc.description.abstractAll that is known in the phenomenal world are forms of objectification of the Will. The Will is treated by Schopenhauer as blind, arbitrary, tyrannical, and brutal, being responsible for all the suffering of life. Among the various existential fears and consternations, death is the greatest among them, the idea of finitude is what terrifies the human being the most. Knowing this, Arthur Schopenhauer developed a philosophical thought about death that provides a possible answer to the aforementioned common affliction of humanity. Death and life would be partitions of the same cycle in which there are two extremes of non-being: before life and after death. If life and death form a unity, what makes the individual fear death, but not fear life (in the same intensity)? Schopenhauerian thought shows that life should be equally feared since it can be even worse. Death for the subject is only a cessation of consciousness, which is solely the result of organic life and not the cause of it. The lack of awareness of death and the mere awareness of the present (nunc stans) results in the anguish and frustration of not being able to reach eternity. Therefore, the present work problematizes the “philosophy of death” in Schopenhauer and the relationship with the indestructibility of our being-in-itself. It seeks to indicate possibilities for alleviating the fear of death through two ways: that of self-knowledge as Will (metaphysical/knowledge) and that of the search for a more bearable and less unhappy life as possible (eudemonological). Thus, perceiving himself as a constituent of a being-in- itself that is impossible to be annihilated with death, or accepting the impossibility of a life without pain, Schopenhauer shows direct ways for the possibility of overcoming and alleviating the fear of dying – and various other existential fears.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Orinete Souza (orinetesouza@hotmail.com) on 2023-03-21T13:47:35Z No. of bitstreams: 2 Dissertacao_ArthurSchopenhauermedo.pdf: 824877 bytes, checksum: 7ef25a44d114a28a124163bf61d6def4 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectAngústiapt_BR
dc.subjectMedo da Mortept_BR
dc.subjectObjetividade da Vontadept_BR
dc.subjectSchopenhauerpt_BR
dc.subjectSofrimentopt_BR
dc.subjectAnguishen
dc.subjectFear of deathen
dc.subjectObjectivity of the willen
dc.subjectSufferingen
dc.titleArthur Schopenhauer e o medo da mortept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIApt_BR
dc.contributor.advisor1PONTES, Ivan Risafi de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8592244270861493pt_BR
dc.contributor.advisor-co1DEBONA, Vilmar-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5992703653122811pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1308566435876482pt_BR
dc.description.resumoudo o que se conhece no mundo fenomênico são formas de objetivação da Vontade. A Vontade é tratada por Schopenhauer como cega, arbitrária, tirânica e brutal, sendo responsável por todo o sofrimento da vida. Dentre os diversos medos e temores existenciais, a morte é o maior entre eles, a ideia de finitude é o que mais aterroriza o ser humano. Sabendo disso, Arthur Schopenhauer desenvolveu um pensamento filosófico acerca da morte que fornece uma resposta possível para a referida aflição comum à humanidade. Morte e vida seriam partições do mesmo ciclo no qual existem dois extremos de não-ser: o antes da vida e o pós-morte. Se a vida e a morte formam uma unidade, o que faz o indivíduo temer a morte, porém, não a vida (na mesma intensidade)? O pensamento schopenhaueriano mostra que deveriam da mesma forma temer a vida, visto que ela pode Sufferingser ainda pior. A morte para o sujeito é apenas um cessar da consciência, que é somente resultado da vida orgânica e não a causa dela. A falta de consciência da morte e a mera consciência do presente (nunc stans) tem como consequências angústias e frustrações de não conseguir alcançar a eternidade. Sendo assim, o presente trabalho problematiza a “filosofia da morte” em Schopenhauer e a relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si. Busca indicar possibilidades de amenização do medo da morte através de duas vias: a do autoconhecimento enquanto Vontade (metafísico/conhecimento) e a da busca de uma vida mais suportável e menos infeliz possível (eudemonológica). Assim, percebendo-se enquanto constituinte de um ser-em-si que é impossível de ser aniquilado com a morte, ou aceitando a impossibilidade de uma vida ausente de dores, Schopenhauer mostra vias diretas para a possível superação e amenização do medo de morrer – e de diversos outros medos existenciais.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.subject.linhadepesquisaESTÉTICA, ÉTICA E FILOSOFIA POLÍTICApt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoFILOSOFIApt_BR
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-3579-4413pt_BR
dc.contributor.advisor-co1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-0411-3358pt_BR
Aparece nas coleções:Dissertações em Filosofia (Mestrado) - PPGFIL/IFCH

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