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dc.creatorUCHÔA, Thais Lopes do Amaral-
dc.date.accessioned2025-02-04T16:36:53Z-
dc.date.available2025-02-04T16:36:53Z-
dc.date.issued2021-12-03-
dc.identifier.citationUCHÔA, Thais Lopes do Amaral. Preditores da sífilis gestacional em um estado da Amazônia brasileira: um estudo de caso e controle. Orientadora: Eliete da Cunha Araújo; Coorientadora: Glenda Roberta Oliveira Naiff Ferreira. 2021. 69 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Pará, Belém, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/16831. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/16831-
dc.description.abstractIntroduction: Advances in public policies aimed at maternal and child care implemented in Brazil in recent decades have not yet had an impact on reducing gestational syphilis and, especially, congenital syphilis. In Pará, there is still a high number of cases of gestational syphilis detected in childbirth and puerperium. The factors that relate to the maintenance of this context are unknown. Objective: To determine the predictors of gestational syphilis in a state in the Brazilian Amazon region. Methods: Unpaired case-control study, carried out in a public reference maternity hospital in Pará. Data were collected from November 2020 to July 2021, from the application of the form, analysis of the pregnant woman's card and medical records. Women diagnosed with syphilis during pregnancy, childbirth or puerperium were considered as cases. Controls were women without a diagnosis of syphilis in the pregnancy puerperal cycle. The response variable was the diagnosis or not of gestational syphilis, the event being considered the diagnosis of gestational syphilis in the prenatal, delivery or postpartum period. Independent variables were grouped into: a) sociodemographic; b) gynecological and obstetric by two (02) categorical variables and five (05) discrete variables; c) sexual and obstetric practices by eight (08) categorical variables; d) knowledge is composed of fifteen (15) categorical variables and e) Attitudes is composed of six (06) categorical variables. The sample size, calculated using the Kelsey method, was 204 participants, 68 cases and 136 controls. To test the main hypothesis of the study, multiple logistic regression analysis was performed. In the Bioestat 5.3® program, the chi-square test of independence, tendency and G test were applied. In the Minitab 20® program, descriptive analyzes and logistic regression were performed. Odds ratio, 95% confidence interval was calculated. P values <0.05 were considered statistically significant. Results: Among the 68 cases and 137 controls, age ranged from 15 to 41 years, mean age was 26.1 years (SD: 6.2). In the multiple logistic regression, the cases are independently associated with the lowest number of prenatal consultations (OR: 0.82; p = 0.02), history of previous STI (OR: 24.8; p = 0.00 ), spontaneous abortion (OR: 2.86; p = 0.025) and difficulty in talking with the partner about the use of sexual condoms in relationships (OR: 4.43; p = 0.00). Among the factors of knowledge and attitudes, cases were associated with knowledge about vertical transmission (OD: 0.24; p= 0.019), treatment with penicillin (OD: 0.47; p= 0.023) and on the availability of treatment in basic health units (OD: 0.14; p= 0.014). However, they are associated with the lack of knowledge about the lack of vaccine (OD: 1.94; p= 0.04). The analysis of variables related to attitudes showed an association of cases (OD: 2.40; p= 0.016) with inadequate attitude about the beginning of prenatal care. There is an increase in reactive cases from the 1st trimester to the puerperium with p < 0.0001, with the highest significant proportions of reactive cases during delivery and postpartum. Conclusion: gynecological-obstetric factors, sexual and reproductive practices and knowledge are associated with gestational syphilis. In a population with precarious socioeconomic conditions, no association of these factors was demonstrated. Actions for monitoring and evaluating prenatal care are urgent.en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.uriDisponível na internet via correio eletrônico: riufpabc@ufpa.brpt_BR
dc.subjectFatores de Riscopt_BR
dc.subjectSífilispt_BR
dc.subjectDiagnósticopt_BR
dc.subjectDoenças Sexualmente Transmissíveispt_BR
dc.subjectRisk Factorspt_BR
dc.subjectSyphilispt_BR
dc.subjectDiagnosispt_BR
dc.subjectSexually Transmitted Diseasespt_BR
dc.titlePreditores da sífilis gestacional em um estado da Amazônia brasileira: um estudo de caso e controlept_BR
dc.title.alternativePredictors of gestational syphilis in a brazilian Amazon state: a case and control studypt_BR
dc.title.alternativePredictores de sífilis gestacional en un estado de la Amazonía brasileña: un estudio de casos y controlespt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEMpt_BR
dc.contributor.advisor1ARAÚJO, Eliete da Cunhapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5906453187927460pt_BR
dc.contributor.advisor-co1FERREIRA, Glenda Roberta Oliveira Naiffpt_BR
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7459094802051187pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4577182431849351pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: Os avanços nas políticas públicas voltadas a atenção materno-infantil implantadas no Brasil nas últimas décadas ainda não produziram impacto na redução da sífilis gestacional e, principalmente, na sífilis congênita. No Pará, ainda há um elevado número de casos de sífilis gestacional detectados no parto e puerpério. Os fatores que se relacionam a manutenção desse contexto são desconhecidos. Objetivo: Determinar os preditores da sífilis gestacional em um estado da região Amazônica brasileira. Métodos: Estudo de caso e controle não pareados, realizado em uma maternidade pública de referência do Pará. Os dados foram coletados no período de novembro de 2020 a julho de 2021, a partir da aplicação de formulário, análise do cartão da gestante e prontuário. Foram considerados casos as mulheres com diagnóstico de sífilis na gestação, parto ou puerpério. Os controles foram as mulheres sem o diagnóstico de sífilis no ciclo gravídico-puerperal. A variável resposta foi o diagnóstico ou não de sífilis gestacional, sendo considerado o evento o diagnóstico de sífilis gestacional no pré-natal, parto ou puerpério. As variáveis independentes foram agrupadas em: a) sociodemográficas; b) ginecológica e obstétrica por duas (02) variáveis categóricas e cinco (05) variáveis discretas; c) práticas sexuais e obstétricas por oito (08) variáveis categóricas; d) conhecimento é composto quinze (15) variáveis categóricas e e) Atitudes é composta por seis (06) variáveis categóricas. O tamanho da amostra, calculado pelo método de Kelsey, foi de 204 participantes, sendo 68 casos e 136 controles. Para testar a principal hipótese do estudo foi realizada análise de regressão logística múltipla. No programa Bioestat 5.3® foi aplicado teste do qui-quadrado de independência, tendência e teste G. No programa Minitab 20® foram realizadas as análises descritivas e regressão logística. Foi calculada a razão de chances, intervalo de confiança de 95%. Valores de p <0,05 foram considerados estatisticamente significantes. Resultados: Entre os 68 casos e 137 controles, a idade variou de 15 a 41 anos, a média de idade foi de 26,1 anos (DP: 6,2). Na regressão logística múltipla, de maneira independente os casos estão associados ao menor número de consultas pré-natal (OR: 0,82; p = 0,02), história de IST anterior (OR: 24,8; p = 0,00), aborto espontâneo (OR: 2,86; p = 0,025) e dificuldade para conversar com o parceiro sobre uso do preservativo sexual nas relações (OR: 4,43; p = 0,00). Entre os fatores dos conhecimentos e atitudes os casos estiveram associados a conhecimento sobre a transmissão vertical (OD: 0,24; p= 0,019), ao tratamento com penicilina (OD: 0,47; p= 0,023) e sobre a disponibilidade do tratamento nas unidades básicas de saúde (OD: 0,14; p= 0,014). No entanto, estão associados ao desconhecimento sobre a inexistência de vacina (OD: 1,94; p= 0,04). A análise das variáveis relacionadas às atitudes evidenciou uma associação dos casos (OD: 2,40; p= 0,016) a atitude inadequada sobre o início do pré-natal. Há crescimento dos casos reagente do 1º trimestre ao puerpério com p < 0,0001, sendo as maiores proporções significativas de casos reagentes no parto e no puerpério. Conclusão: Os fatores ginecológicos e obstétricos, as práticas sexuais e reprodutivas e o conhecimento estão associados à sífilis gestacional. Em uma população com precárias condições socioeconômicas não foi demonstrado associação desses fatores. Ações de monitoramento e avaliação do pré-natal são urgentes.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagempt_BR
dc.description.resumenIntroducción: Los avances en las políticas públicas dirigidas a la atención maternoinfantil implementadas en Brasil en las últimas décadas aún no han tenido impacto en la reducción de la sífilis gestacional y, especialmente, la sífilis congénita. En Pará, todavía hay un alto número de casos de sífilis gestacional detectados en el parto y puerperio. Se desconocen los factores que se relacionan con el mantenimiento de este contexto. Objetivo: Determinar los predictores de sífilis gestacional en un estado de la región amazónica brasileña. Métodos: Estudio de casos y controles no pareado, realizado en una maternidad pública de referencia en Pará. Los datos fueron recolectados de noviembre de 2020 a julio de 2021, a partir de la aplicación del formulario, análisis de la ficha de la gestante y prontuario. Se consideraron casos las mujeres diagnosticadas con sífilis durante el embarazo, parto o puerperio. Los controles fueron mujeres sin diagnóstico de sífilis en el ciclo gestacional-puerperal. La variable respuesta fue el diagnóstico o no de sífilis gestacional, considerándose evento el diagnóstico de sífilis gestacional en el período prenatal, parto o puerperio. Las variables independientes se agruparon en: a) sociodemográficas; b) ginecológica y obstétrica por dos (02) variables categóricas y cinco (05) variables discretas; c) prácticas sexuales y obstétricas por ocho (08) variables categóricas; d) conocimiento está compuesto por quince (15) variables categóricas ye) Actitudes está compuesto por seis (06) variables categóricas. El tamaño de la muestra, calculado mediante el método de Kelsey, fue de 204 participantes, 68 casos y 136 controles. Para probar la hipótesis principal del estudio, se realizó un análisis de regresión logística múltiple. En el programa Bioestat 5.3® se aplicó la prueba de independencia chi cuadrado, tendencia y prueba de G. En el programa Minitab 20® se realizaron análisis descriptivos y regresión logística. Se calculó la razón de momios, el intervalo de confianza del 95 %, se consideraron estadísticamente significativos los valores de p < 0,05. Resultados: Entre los 68 casos y 137 controles, la edad osciló entre 15 y 41 años, la edad media fue de 26,1 años (DE: 6,2). En la regresión logística múltiple, los casos se asocian de forma independiente con el menor número de consultas prenatales (OR: 0,82; p = 0,02), antecedente de ITS previa (OR: 24,8; p = 0,00), aborto espontáneo (OR: 2,86; p = 0,025) y dificultad para hablar con la pareja sobre el uso del preservativo sexual en las relaciones (OR: 4,43; p = 0,00). Entre los factores de conocimientos y actitudes, los casos se asociaron con conocimientos sobre transmisión vertical (OD: 0,24; p= 0,019), tratamiento con penicilina (OD: 0,47; p= 0,023) y sobre disponibilidad de tratamiento en unidades básicas de salud (OD : 0,14; p= 0,014). Sin embargo, se asocian al desconocimiento sobre la falta de vacuna (OD: 1,94; p= 0,04). El análisis de las variables relacionadas con las actitudes mostró asociación de casos (OD: 2,40; p= 0,016) con actitud inadecuada sobre el inicio del control prenatal. Hay un aumento de casos reactivos desde el 1.er trimestre hasta el puerperio con p < 0,0001, con las mayores proporciones significativas de casos reactivos durante el parto y posparto. Conclusión: factores ginecológicos-obstétricos, prácticas y conocimientos sexuales y reproductivos están asociados a la sífilis gestacional. En una población con condiciones socioeconómicas precarias no se demostró asociación de estos factores. Las acciones de seguimiento y evaluación de la atención prenatal son urgentes.pt_BR
dc.subject.linhadepesquisaEDUCAÇÃO, FORMAÇÃO E GESTÃO PARA A PRÁXIS DO CUIDADO EM SAÚDE E ENFERMAGEM NO CONTEXTO AMAZÔNICOpt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoENFERMAGEM NO CONTEXTO AMAZÔNICOpt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-1847-0185pt_BR
dc.contributor.advisor-co1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-8206-4950pt_BR
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