Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/17090
Registro completo de metadatos
Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorSENA, Mayara Haydée Lima-
dc.date.accessioned2025-03-24T21:00:01Z-
dc.date.available2025-03-24T21:00:01Z-
dc.date.issued2023-12-22-
dc.identifier.citationSENA, Mayara Haydée Lima. Melancolia em Repertório Selvagem, de Olga Savary, e Metade cara, metade máscara, de Eliane Potiguara. Orientadora: Mayara Ribeiro Guimarães. 2023. 105 f. Dissertação (Mestrado em Letras) - Instituto de Letras e Comunicação, Universidade Federal do Pará, Belém, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/17090. Acesso em: .pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/17090-
dc.description.abstractThis study focuses on the images of melancholy that emerge in the context of coloniality in two of its Brazilian expressions: indigenous and Amazonian sadness. The so-called peripheral sadnesses are represented by the books Metade cara, metade máscara (2004), by Eliane Potiguara, and Repertório Selvagem (1998), by Olga Savary, which make up the corpus of this research. The aim is to identify allegorized melancholy as a fundamental theme in the poetics of Eliane Potiguara's Metade cara, metade máscara and Olga Savary's Repertório selvagem. Furthermore, the specific objectives are to discuss some relationships between the coloniality of knowledge and the silencing of peripheral, non-canonical, Brazilian and Amazonian sadness; to identify indigenous melancholy, metonymized in Eliane Potiguara's work; and to investigate images of melancholy in the shadow of the Amazonian forest in Olga Savary's book. The work recalls canonical authors of studies on melancholy, such as Sigmund Freud (2013), Julia Kristeva (1989), Giorgio Agamben (2007), Susan Sontag (2022), Jean Starobinski (2016), Susana Kampff Lages (2007), Luiz Costa Lima (2017), Maria Rita Kehl (2015), among others; dialogues with the decolonial perspective of thinkers such as Aníbal Quijano (2005), Enrique Dussel (2005), Walter Mignolo (2017), María Lugones (2014); with scholars of Amazonian issues, such as Neide Gondim (1994), Ana Pizarro (2012),Carlos Walter Porto Gonçalves (2023), Eidorfe Moreira (1958) and João de Jesus Paes Loureiro (2001); and with indigenous thinkers such as Graça Graúna (2013), Trudruá Dorrico (2017), Davi Kopenawa (2015), Jaider Esbell (2020), Ely Makuxi (2018), Ailton Krenak (2022), Olívio Jekupé (2019), Daniel Munduruku (2012), among others. Thus, there is a need for a more specific debate on the Brazilian experience of malaise, which is crossed by coloniality and therefore differs from Eurocentric understandings of sadness and its literary representations. In this sense, based on the interpretative path of the poems, it is recognized that the indigenous literature of Eliane Potiguara and the omnipresence of the Amazon rainforest in the work of Olga Savary, place other characters and territories in the repertoire of melancholy studies in contemporary times, outside the hegemonic melancholy of large European cities. The authors' poetic contributions are fundamental to making peripheral sadness visible, creating a counter-narrative that challenges the coloniality of knowledge about melancholy. In Savary's poetics, the Amazons, in terms of their phytogeographic concept (MOREIRA, 1958), are inscribed under the sign of loss; as well as in Eliane Potiguara's poetic testimony, it is revealed that coloniality cannot be thought of without the reign of sadness.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Rejane Coelho (rejanepcs@gmail.com) on 2025-03-24T20:59:49Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Dissertacao_MelaconliaRepertorioSelvagem.pdf: 846926 bytes, checksum: 22cb458d11ac0dfd957b29dc8ff58b12 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Rejane Coelho (rejanepcs@gmail.com) on 2025-03-24T21:00:01Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Dissertacao_MelaconliaRepertorioSelvagem.pdf: 846926 bytes, checksum: 22cb458d11ac0dfd957b29dc8ff58b12 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2025-03-24T21:00:01Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Dissertacao_MelaconliaRepertorioSelvagem.pdf: 846926 bytes, checksum: 22cb458d11ac0dfd957b29dc8ff58b12 (MD5) Previous issue date: 2023-12-22en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.uriDisponível na internet via correio eletrônico: bibletras@ufpa.brpt_BR
dc.subjectMelancoliapt_BR
dc.subjectColonialidadept_BR
dc.subjectLiteratura indígena - Amazôniapt_BR
dc.subjectMelancholyeng
dc.subjectColonialityeng
dc.subjectIndigenous literature - Amazoneng
dc.titleMelancolia em Repertório Selvagem, de Olga Savary, e Metade cara, metade máscara, de Eliane Potiguarapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letras e Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::TEORIA LITERARIApt_BR
dc.contributor.advisor1GUIMARÃES, Mayara Ribeiro-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6834076554286321pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3649143274848115pt_BR
dc.description.resumoEste estudo centra-se nas imagens da melancolia que emergem no contexto de colonialidade em duas de suas expressões brasileiras: as tristezas indígenas e as amazônicas. As chamadas tristezas periféricas são representadas pelos livros Metade cara, metade máscara (2004), de Eliane Potiguara, e Repertório Selvagem (1998), de Olga Savary, que compõem o corpus desta pesquisa. Dessa forma, objetiva-se identificar a melancolia alegorizada como tema fundamental das poéticas de Metade cara, metade máscara, de Eliane Potiguara, e de Repertório Selvagem, de Olga Savary. Outrossim, como objetivos específicos, anseia-se discutir algumas relações entre colonialidade do saber e o silenciamento das tristezas periféricas, não canônicas, brasileiras e amazônicas; identificar a melancolia indígena, metonimizada na obra de Eliane Potiguara; além de investigar imagens da melancolia à sombra da floresta amazônica no livro de Olga Savary. O trabalho recupera autores canônicos dos estudos sobre a melancolia, como Sigmund Freud (2013), Julia Kristeva (1989), Giorgio Agamben (2007), Susan Sontag (2022), Jean Starobinski (2016), Susana Kampff Lages (2007), Luiz Costa Lima (2017), Maria Rita Kehl (2015), entre outros; dialoga com a perspectiva decolonial de pensadores como Aníbal Quijano (2005), Enrique Dussel (2005), Walter Mignolo (2017), María Lugones (2014); com estudiosos das questões amazônicas, como Neide Gondim (1994), Ana Pizarro (2012), Carlos Walter Porto Gonçalves (2023), Eidorfe Moreira (1958) e João de Jesus Paes Loureiro (2001); e com pensadores indígenas como Graça Graúna (2013), Trudruá Dorrico (2017), Davi Kopenawa (2015), Jaider Esbell (2020), Ely Makuxi (2018), Ailton Krenak (2022), Olívio Jekupé (2019), Daniel Munduruku (2012), entre outros. Assim, constata-se a necessidade de um debate mais específico sobre a experiência brasileira do mal-estar, atravessado pela colonialidade e que, portanto, distingue-se das compreensões eurocentradas da tristeza e suas representações literárias. Nesse sentido, a partir do percurso interpretativo dos poemas, reconhece-se que a literatura indígena de Eliane Potiguara e a onipresença da floresta amazônica, na obra de Olga Savary, colocam outros personagens e territórios no repertório dos estudos da melancolia na contemporaneidade, fora da hegemônica melancolia das grandes cidades europeias. As contribuições poéticas das autoras são fundamentais para a visibilização das tristezas periféricas, criando uma contranarrativa que desafia a colonialidade do saber sobre a melancolia. Na poética de Savary, as Amazônias, no que tange ao seu conceito fitogeográfico (MOREIRA, 1958), são inscritas sob o signo da perda; bem como, no testemunho poético de Eliane Potiguara, revela-se que não se pode pensar a colonialidade sem o reinado da tristeza.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.subject.linhadepesquisaLITERATURA, INTERPRETAÇÃO, CIRCULAÇÃO E RECEPÇÃOpt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoESTUDOS LITERÁRIOSpt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações em Letras (Mestrado) - PPGL/ILC

Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción Tamaño Formato  
Dissertacao_MelaconliaRepertorioSelvagem.pdf827,08 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este ítem está sujeto a una licencia Creative Commons Licencia Creative Commons Creative Commons