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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorCOSTA, Wellington Junior Taisho Nagahama-
dc.date.accessioned2025-03-26T16:30:29Z-
dc.date.available2025-03-26T16:30:29Z-
dc.date.issued2024-08-
dc.identifier.citationCOSTA, Wellington Junior Taisho Nagahama. Caracterização química, avaliação da toxicidade oral aguda e da atividade antinociceptiva do extrato metanólico das folhas de Montrichardia linifera (Arruda) Schott. Orientadora: Gilmara de Nazareth Tavares Bastos.; Coorientadora: Cristine Bastos do Amarante. 2024. 51 f. Dissertação (Mestrado em Neurociências e Biologia Celular) - Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal do Pará, Belém, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/17098. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/17098-
dc.description.abstractBackground: Montrichardia linifera (Arruda) Schott is popularly known as “aninga”, “aningaçu”, “aningaíba” and “aninga-do-igapó”. The compresses and plasters from the leaves of the medicinal plant are used to treat abscesses, tumors and pain caused by stingray stings. Aim of the study: The study aimed to investigate the antinociceptive potential of the methanolic extract of Montrichardia linifera leaves (MEMLL), as well as carry out chemical characterization and acute oral toxicity. Materials and methods: The leaves were collected during the rainy season and the methanolic extract was obtained after gradient extraction in different solvents. The MEMLL was analyzed using high performance liquid chromatography (HPLC) and Nuclear Magnetic Resonance (NMR). The evaluation of the acute oral toxicity test was used to observe the presence of toxic substances. Subsequently, acetic acid, hot plate and formalin tests were used to evaluate the analgesic effects. Results: The HPLC fingerprint analysis allowed the identification of rutin, quercetin and epicatechin. The analysis of NMR spectra identified rutin and quercetin, as well as the flavonoids luteolin and chrysoeriol. The MEMLL did not demonstrate effects considered toxic. In the acetic acid test, the MEMLL inhibited peripheral pain by 51.46% (p < 0.05) at a dose of 50 mg/kg and 75.08% (p < 0.001) at a dose of 100 mg/kg. The hot plate test evaluated the latency time of animals, demonstrating central activity at 30 and 60 min increasing by 164.43% (p < 0.01) and 122.95% (p < 0.05) at a dose of 50 mg /kg and 162.62% (p < 0.01) and 136.68% (p < 0.05) at a dose of 100 mg/kg. The formalin test evaluated the central and peripheral antinociceptive effect of the MEMLL. In the neurogenic phase, a reduction of 35.25% (p < 0.05) at a dose of 50 mg/kg and 52.30% (p < 0.01) at a dose of 100 mg/kg. In inflammatory pain, a reduction of 66.39% (p < 0.0001) and 72.15% (p < 0.0001) was observed. Conclusion: The antinociceptive activity supports its ethnopharmacological use. This analgesic effect is probably associated with the identified flavonoids, all of which have antioxidant, anti-inflammatory and antinociceptive properties. Furthermore, the MEMLL was non-toxic.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by JACIARA CRISTINA ALMEIDA DO AMARAL (jaciaramaral@ufpa.br) on 2025-03-26T16:28:34Z No. of bitstreams: 2 Dissertação de Wellington Costa Pós Defesa.pdf: 1784234 bytes, checksum: b979f52938b124fae316d4ce18a21901 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.uriDisponível na internet via correio eletrônico: biblicb.420@gmail.compt_BR
dc.subjectMontrichardia liniferapt_BR
dc.subjectAtividade antinociceptivapt_BR
dc.subjectExtratos vegetaispt_BR
dc.subjectTestes de toxicidadept_BR
dc.subjectPlantas medicinaispt_BR
dc.subjectAningapt_BR
dc.subjectAningaçupt_BR
dc.subjectAningaíbapt_BR
dc.subjectEtnofarmacologiapt_BR
dc.titleCaracterização química, avaliação da toxicidade oral aguda e da atividade antinociceptiva do extrato metanólico das folhas de Montrichardia linifera (Arruda) Schottpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Biológicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FARMACOLOGIA::ETNOFARMACOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1BASTOS, Gilmara de Nazareth Tavares-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2487879058181806pt_BR
dc.contributor.advisor-co1AMARANTE, Cristine Bastos do-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4101983776191966pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9204405597054240pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: Montrichardia linifera (Arruda) Schott é popularmente conhecida como “aninga”, “aningaçu”, “aningaíba” e “aninga-do-igapó”. As compressas e emplastros das folhas são da planta medicinal utilizados para tratar abscessos, tumores e dores causadas por ferroada de arraias. Objetivo: O estudo teve como objetivo investigar o potencial antinociceptivo do extrato metanólico das folhas de Montrichardia linifera (EMFML), bem como realizar a caracterização química e toxicidade oral aguda. Material e métodos: As folhas foram coletadas durante a estação chuvosa e o extrato metanólico foi obtido após extração em gradiente em diferentes solventes. O EMFML foi analisado por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) e ressonância magnética nuclear (RMN). A avaliação do teste de toxicidade oral aguda foi utilizada para observar a presença de substâncias tóxicas. Posteriormente, foram utilizados os testes de ácido acético, placa quente e formalina para avaliar os efeitos analgésicos. Resultados: A análise do CLAE fingerprint permitiu a identificação de rutina, quercetina e epicatequina. A análise dos espectros de RMN identificou rutina e quercetina, bem como os flavonoides luteolina e crisoeriol. O EMFML não demonstrou efeitos considerados tóxicos. No teste do ácido acético, o EMFML inibiu a dor periférica em 51,46% (p < 0,05) na dose de 50 mg/kg e 75,08% (p < 0,001) na dose de 100 mg/kg. O teste da placa quente avaliou o tempo de latência dos animais, demonstrando atividade central em 30 e 60 min aumentando em 164,43% (p < 0,01) e 122,95% (p < 0,05) na dose de 50 mg/kg, e 162,62% (p < 0,01) e 136,68% (p < 0,05) na dose de 100 mg/kg. O teste da formalina avaliou o efeito antinociceptivo central e periférico do EMFML. Na fase neurogênica, redução de 35,25% (p < 0,05) na dose de 50 mg/kg e 52,30% (p < 0,01) na dose de 100 mg/kg. Na dor inflamatória, foi observada uma redução de 66,39% (p < 0,0001) e 72,15% (p < 0,0001). Conclusão: A atividade antinociceptiva corrobora com o seu uso etnofarmacológico. Este efeito analgésico está provavelmente associado aos flavonoides identificados, todos possuem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antinociceptivas. Além disso, o EMFML não apresentou toxicidade.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Neurociências e Biologia Celularpt_BR
dc.subject.linhadepesquisaNEUROFARMACOLOGIApt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoBIOLOGIA CELULARpt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-4434-5345pt_BR
dc.contributor.advisor-co1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-8602-8180pt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações em Neurociências e Biologia Celular (Mestrado) - PPGNBC/ICB

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