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dc.creatorBARBOSA, Maria Betanha Cardoso-
dc.creatorACEVEDO MARIN, Rosa Elizabeth-
dc.date.accessioned2011-03-28T16:16:33Z-
dc.date.available2011-03-28T16:16:33Z-
dc.date.issued2010-07-
dc.identifier.citationBARBOSA, Maria Betanha Cardoso; ACEVEDO MARIN, Rosa Elizabeth. Manejo e uso comum dos recursos naturais em populações quilombolas no vale do Rio Capim - PA. Novos Cadernos NAEA, Belém, v. 13, n. 1, p. 27-45, jul. 2010. DOI: http://dx.doi.org/10.5801/ncn.v13i1.337. Disponível em: http://www.repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/2042. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2179-7536-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/2042-
dc.description.abstractThis text outlines the system of common use of natural resources in quilombola communities of Taperinha, Sauá-Mirim and Nova Ipixuna. Situated in the southeastern of the São Domingos do Capim city. The communities are located in the most deforested area of the Capim River bank. According to the memory of the elderly, in the abundance of natural resources, the community handled without rules and norms of use. However, in times of scarcity, it was necessary to elaborate arrangements in order to sort the management of resources, to keep them. These rules and standards exist as management mechanisms within the territory of the community, which become incorporated by the families, by the awakening of the feeling of belonging, governed by strategies of use and survival. Thus, the use derives from an ancestry that defines spaces for gathering, hunting, farming, etc..The standards and rules emerge according to the notion of territory established by the group, giving freedom to the ones who can access resources and at the same time, imposing rules to its utilization.en
dc.description.provenanceSubmitted by Irvana Coutinho (irvana@ufpa.br) on 2011-03-28T16:16:33Z No. of bitstreams: 2 NovosCadernosNAEA_RosaElizabeth.pdf: 352160 bytes, checksum: d37956f734974e14d274c3689863c7d5 (MD5) license_rdf: 22876 bytes, checksum: 0a4e855daae7a181424315bc63e71991 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2011-03-28T16:16:33Z (GMT). No. of bitstreams: 2 NovosCadernosNAEA_RosaElizabeth.pdf: 352160 bytes, checksum: d37956f734974e14d274c3689863c7d5 (MD5) license_rdf: 22876 bytes, checksum: 0a4e855daae7a181424315bc63e71991 (MD5) Previous issue date: 2010-07en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherNúcleo de Altos Estudos Amazônicospt_BR
dc.relation.ispartofNovos Cadernos NAEApt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttp://www.periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/article/view/337pt_BR
dc.subjectSão Domingos do Capim - PA-
dc.subjectPará - Estado-
dc.subjectAmazônia brasileira-
dc.subjectVale do Rio Capim - PA-
dc.subjectSistema de uso comumpt_BR
dc.subjectQuilombolaspt_BR
dc.subjectRecursos naturaispt_BR
dc.subjectCommon use systemen
dc.subjectNatural resourcesen
dc.titleManejo e uso comum dos recursos naturais em populações quilombolas no vale do Rio Capim - PApt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.initialsNAEApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3748540801230878pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0087693866786684pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.5801/ncn.v13i1.337pt_BR
dc.description.resumoEste texto destaca o sistema de uso comum de recursos naturais nas comunidades quilombolas de Taperinha, Sauá-Mirim e Nova Ipixuna localizadas no sudeste do Município de São Domingos do Capim, no Pará, Brasil. As comunidades encontran-se no local mais desmatado da margem do rio Capim. De acordo com a memória dos idosos, na abundância de recursos naturais, a comunidade os manejou sem regras e normas de uso. Entretanto, no período da escassez, foi necessária a elaboração de arranjos, a fim de ordenar a gestão dos recursos, para mantê-los. Essas regras e normas existem enquanto mecanismos de manejo dentro do território da comunidade, os quais passam a ser apropriados pelas famílias, segundo o despertar do sentimento de pertença, regido por estratégias de uso e sobrevivência. Assim, o uso deriva de uma ancestralidade que permite definir espaços de coleta, de caça e de cultivo. As normas e as regras emergem segundo a noção de território estabelecida pelo grupo, dando liberdade aos que podem acessar os recursos e, ao mesmo tempo, impondo regras ao seu consumo.pt_BR
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
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