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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorARRAES, Ronaldo de Albuquerque e-
dc.creatorDINIZ, Marcelo Bentes-
dc.creatorDINIZ, Márcia Jucá Teixeira-
dc.date.accessioned2014-06-30T19:04:17Z-
dc.date.available2014-06-30T19:04:17Z-
dc.date.issued2006-09-
dc.identifier.citationARRAES, Ronaldo A.; DINIZ, Marcelo B.; DINIZ, Márcia J. T. Curva ambiental de Kuznets e desenvolvimento econômico sustentável. Revista de Economia e Sociologia Rural, Brasília, v. 44, n. 3, p. 525-547, jul./set. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/resr/v44n3/a08v44n3.pdf>. Acesso em: 24 fev. 2014. <http://dx.doi.org/10.1590/S0103-20032006000300008>.pt_BR
dc.identifier.issn0103-2003-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/5205-
dc.description.abstractThe motivation of this article bases on the controversy in the recent literature about economic growth, sustainable development and environmental protection, started with the empirical evidences presented by Grossman and Krueger (1995, 1996), where the relationship between per capita GDP and emission of pollutants takes the shape of an inverted–U, denominated in the literature as Environmental Kuznets Curves (EKC). This article differs from others by contributing with further explanation stemming from economic development indicators. Despite being contested by many authors, several structural interpretations of EKC have been strongly sustained under ad hoc shield. The concern about such stylized fact is whether or not the economic growth itself generates an automatic protection to the environment, consequently to the maintainable development. Based upon panel data for countries, it is verified that the variables that denote sustainable economic development present a weak relationship with per capita GDP to support an EKC representation. There are also evidences for environmental curves in cubic format, which means rejection of EKC, besides most of the development indicators pointing out for divergences among countries.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2014-06-27T21:29:13Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23148 bytes, checksum: 9da0b6dfac957114c6a7714714b86306 (MD5) Artigo_CurvaAmbientalKuznets.pdf: 301221 bytes, checksum: 5eaab6d2a74386749d86b627a537a8cb (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2014-06-30T19:04:17Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23148 bytes, checksum: 9da0b6dfac957114c6a7714714b86306 (MD5) Artigo_CurvaAmbientalKuznets.pdf: 301221 bytes, checksum: 5eaab6d2a74386749d86b627a537a8cb (MD5) Previous issue date: 2006-09en
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.subjectDesenvolvimento sustentávelpt_BR
dc.subjectCurva ambiental de Kuznetspt_BR
dc.subjectDesenvolvimento econômicopt_BR
dc.subjectProteção ambientalpt_BR
dc.subjectCAKpt_BR
dc.subjectCurvas ambientaispt_BR
dc.titleCurva ambiental de Kuznets e desenvolvimento econômico sustentávelpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.resumoA motivação deste artigo se baseia na controvérsia existente na literatura recente sobre crescimento econômico, desenvolvimento sustentável e proteção ambiental, gerada a partir da evidência empírica mostrada inicialmente por Grossman e Krueger (1995, 1996), onde a relação entre PIB per capita e emissão de poluentes toma a forma de um U-invertido, denominada na literatura como Curva Ambiental de Kuznets (CAK). Este artigo se distingue por contribuir com a explicação de fatores ligados ao desenvolvimento econômico. Como essa relação tem sido recentemente contestada, muitas interpretações estruturais da CAK têm permanecido fortemente sob o amparo ad hoc. A questão sobre tal fato estilizado é se o crescimento econômico gera por si só uma proteção automática ao meio ambiente, vis a vis ao desenvolvimento sustentável. A partir de dados em painel para países, verifica-se que as variáveis que denotam desenvolvimento sustentável apresentam uma relação fraca com o PIB per capita, quanto a sua representação para uma CAK. Há evidências para curvas ambientais com formato cúbico, indicando que o fenômeno pode ser cíclico, rejeitando-se assim as CAK originais, além de todos os indicadores de desenvolvimento selecionados apontarem para divergências entre países, exceção apenas para o indicador relacionado à educação.pt_BR
Aparece en las colecciones: Artigos Científicos - ICSA

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