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dc.creatorHOHN, Helmut-
dc.creatorCOSTA, Marcondes Lima da-
dc.date.accessioned2014-08-05T18:50:15Z-
dc.date.available2014-08-05T18:50:15Z-
dc.date.issued2002-03-
dc.identifier.citationHOHN, Helmut; COSTA, Marcondes L. da. Ocorrência de ostras perlíferas no Marajó, rio Pará. Rem: Revista Escola de Minas, Ouro Preto, v. 55, n. 1, p. 61-64, jan./mar. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0370-44672002000100012&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 28 fev. 2014. <http://dx.doi.org/10.1590/S0370-44672002000100012>.pt_BR
dc.identifier.issn0370-4467-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/5404-
dc.description.abstractThe occurrence of perliferous freshwater oysters in the southern region of Marajó Island, at the mouth of Amazon River, is reported. The oyster's shell presents a thick layer of conchioline. A set of 12 freshwater pearls present white to dark gray colors with nacarous luster, some with golden metallic hue; sizes from 3 to 11 mm and spheric to cylindrical (with belts) to barroc forms. At long wave UV light, two samples present strong and one presents medium blue color. Paler blue colors are shown at short wave UV light. The inner side of the shell presents pale blue colors at both, long and short wave UV light. This occurrence represents, probably, the first important region in Brazil with natural pearls, opening a perspective for freshwater pearl cultivation.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2014-07-03T22:28:45Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 23148 bytes, checksum: 9da0b6dfac957114c6a7714714b86306 (MD5) Artigo_OcorrenciaOstrasPerliferas.pdf: 502443 bytes, checksum: 57d047c81ad3079f6f92a88814dc179f (MD5)en
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dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.subjectMineralogiapt_BR
dc.subjectOstrapt_BR
dc.subjectPérolapt_BR
dc.subjectMadrepérolapt_BR
dc.subjectConchapt_BR
dc.subjectIlha de Marajó - PApt_BR
dc.subjectRio Tocantins - PApt_BR
dc.subjectRio Pará - PApt_BR
dc.subjectPará - Estadopt_BR
dc.subjectAmazônia brasileirapt_BR
dc.titleOcorrência de ostras perlíferas no Marajó, rio Parápt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.resumoOstras perlíferas foram encontradas em águas que circundam a parte sul da ilha do Marajó, próxima à confluência dos rios Tocantins e Pará. As conchas das ostras possuem uma camada espessa de conchiolina, que lhes confere qualidades de madrepérola. Um lote de 12 pérolas naturais apresentou as seguintes características: cores variadas do branco rosa ao cinza escuro; tamanhos de 3 a 11 mm; formas esféricas a subesféricas, cilíndricas (algumas cinturadas) a barrocas. Sob irradiação UV de onda longa, duas amostras apresentaram cor azul forte e uma cor azul média. Respectivamente cores azuis mais fracas são obtidas por UV de onda curta. A parte interna da concha da ostra apresenta cor azul fraca, tanto sob irradiação UV de onda longa quanto de onda curta. A superfície externa das pérolas é lisa com brilho nacarado característico, sendo que algumas apresentam um tom metálico dourado. Essa é, provavelmente, a primeira região brasileira mais importante com ocorrência de pérolas naturais atuais, abrindo perspectivas para a produção de pérolas cultivadas em água doce.pt_BR
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