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dc.creatorMAUÉS, Raymundo Heraldo-
dc.date.accessioned2014-11-05T13:07:37Z-
dc.date.available2014-11-05T13:07:37Z-
dc.date.issued2013-12-
dc.identifier.citationMAUES, Raymundo Heraldo. A Mãe e o Filho como peregrinos: dois modelos de peregrinação católica no Brasil. Religião & Sociedade, Rio de Janeiro, v. 33, n. 2, p. 121-140, dez. 2013. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rs/v33n2/07.pdf >. Acesso em: 21 jul. 2014. <http://dx.doi.org/10.1590/S0100-85872013000200007>.pt_BR
dc.identifier.issn0100-8587-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/5992-
dc.description.abstractTwo ways of pilgrimage, observed in two distinct regions of Brazil. In São Paulo, in southeastern Brazil, leading to the city-Sanctuary of Bom Jesus de Pirapora, a "particular priest" imitates Christ to load huge cross that he claims to weigh more than 100 kg, on a path of about 60 km. This is done also, every year, by many others, men and women, during Holy Week, from several cities in the region, although they load much less heavy crosses. In Belém do Pará, in the Amazon, many images of our Lady of Nazareth journey through the streets of the city during the weeks immediately before the Círio de Nazaré Catholic Festival, which culminates with an enormous procession, annually, in the month of October. These two ways of pilgrimage are special, because in them whom symbolic walks are not the human pilgrims, but the son of God and his holy mother, which make this pilgrimage being "embodied" or having their images conducted by human pilgrims, of both sexes. This article aims to explore analytically symbolic aspects of these events in the light of anthropological theory, starting from field research (with direct observation) and the available bibliography on the topic. One of the goals is to show that, in the "ethics of the pilgrimage" (Victor Turner), the inventive forms of imagery allow an exchange of roles between the deity and the faithful human subjects that is perfectly suited to this possible grammar of the sacred.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2014-11-04T22:22:08Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22190 bytes, checksum: 19e8a2b57ef43c09f4d7071d2153c97d (MD5) Artigo_MaeFilhosPeregrinos.pdf: 582551 bytes, checksum: 9e542ea72cae5107d5a96fa766852a49 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2014-11-05T13:07:37Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22190 bytes, checksum: 19e8a2b57ef43c09f4d7071d2153c97d (MD5) Artigo_MaeFilhosPeregrinos.pdf: 582551 bytes, checksum: 9e542ea72cae5107d5a96fa766852a49 (MD5) Previous issue date: 2013-12en
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.subjectAntropologia da religiãopt_BR
dc.subjectReligiãopt_BR
dc.subjectCatolicismopt_BR
dc.subjectPeregrinos e peregrinações cristãspt_BR
dc.subjectRomariapt_BR
dc.subjectReligiosidadept_BR
dc.subjectSacrifíciopt_BR
dc.subjectBom Jesus de Pirapora - SPpt_BR
dc.subjectSão Paulo - Estadopt_BR
dc.subjectBelém - PApt_BR
dc.subjectPará - Estadopt_BR
dc.subjectAmazônia brasileirapt_BR
dc.titleA Mãe e o Filho como peregrinos: dois modelos de peregrinação católica no Brasilpt_BR
dc.title.alternativeThe Mother and the Son as pilgrims: two models of catholic pilgrimage in Brazilpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.resumoDuas formas de peregrinação, em duas regiões distintas do Brasil. Em São Paulo, no sudeste brasileiro, em direção à cidade-santuário de Bom Jesus de Pirapora, um "sacerdote particular" imita Cristo ao carregar enorme cruz que afirma pesar mais de cem quilos, em um trajeto de cerca de sessenta quilômetros. Isso é feito também, todos os anos, por muitos outros, homens e mulheres, durante a Semana Santa, partindo de várias cidades da região, embora carreguem cruzes bem menos pesadas. Em Belém do Pará, na Amazônia, muitas imagens de Nossa Senhora de Nazaré peregrinam pelas ruas da cidade, durante a festa do Círio de Nazaré, que culmina com enorme procissão, anualmente, no mês de outubro. Essas duas formas de peregrinação são especiais, porque, nelas, quem caminha não são propriamente os romeiros, mas o Filho de Deus e sua Santa Mãe, que o fazem simbolicamente, sendo "corporificados" ou tendo suas imagens conduzidas pelos peregrinos humanos, de ambos os sexos. Este artigo pretende explorar analiticamente aspectos simbólicos desses eventos, à luz da teoria antropológica, a partir de pesquisa de campo (com observação direta) e da bibliografia disponível sobre o tema. Um dos objetivos é mostrar que, na "ética da peregrinação" (Victor Turner), as formas inventivas do imaginário permitem uma troca de papéis entre a divindade e o fiel que é perfeitamente adequada a essa possível gramática do sagrado.pt_BR
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