Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/6499
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.creatorSOUZA JÚNIOR, José Alves de-
dc.date.accessioned2015-03-30T13:49:39Z-
dc.date.available2015-03-30T13:49:39Z-
dc.date.issued2013-12-
dc.identifier.citationSOUZA JÚNIOR, José Alves de. Negros da terra e/ou negros da Guiné: Trabalho, resistência e repressão no Grão-Pará no período do Diretório. Afro-Ásia, Salvador, n. 48, p. 173-211, jul./dez. 2013. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/afro/n48/a05n48.pdf>. Acesso em: 27 mar. 2015. <http://dx.doi.org/10.1590/S0002-05912013000200005>.pt_BR
dc.identifier.issn0002-0591-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/6499-
dc.description.abstractThis paper aims to analyze the labor world in the Colonial Grão Pará during the Pombaline period, when Indians showed tenacious resistance to time and work discipline. Such discipline was imposed in the colonization process, associated with high rates of mortality, due to epidemics, resulting in the enhancement of the African slave trade to the captaincy in the 18th century, during the control of the Grão Pará and Maranhão General Trading Company. The Indians' and slaves' colonial experience, which encompassed excessive exploitation and oppression, led these populations to form an identity of interests, and to develop forms of collective resistance, which, thus, justified for a more severe repression by colonial authorities.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2015-03-27T18:08:53Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22190 bytes, checksum: 19e8a2b57ef43c09f4d7071d2153c97d (MD5) Artigo_NegrosTerraNegros.pdf: 154119 bytes, checksum: 8a94d1ecfc5cf1591f53e10c0280a4c9 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Ana Rosa Silva (arosa@ufpa.br) on 2015-03-30T13:49:39Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22190 bytes, checksum: 19e8a2b57ef43c09f4d7071d2153c97d (MD5) Artigo_NegrosTerraNegros.pdf: 154119 bytes, checksum: 8a94d1ecfc5cf1591f53e10c0280a4c9 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2015-03-30T13:49:39Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22190 bytes, checksum: 19e8a2b57ef43c09f4d7071d2153c97d (MD5) Artigo_NegrosTerraNegros.pdf: 154119 bytes, checksum: 8a94d1ecfc5cf1591f53e10c0280a4c9 (MD5) Previous issue date: 2013-12en
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAmazônia brasileira-
dc.subjectTrabalhopt_BR
dc.subjectTrabalho escravopt_BR
dc.subjectÍndiopt_BR
dc.subjectNegro (Raça)pt_BR
dc.subjectCompanhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhãopt_BR
dc.subjectProvíncia do Grão-Pará e Maranhãopt_BR
dc.subjectHistória, 1750-1777pt_BR
dc.titleNegros da terra e/ou negros da Guiné: Trabalho, resistência e repressão no Grão-Pará no período do Diretóriopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.resumoO presente artigo pretende analisar o mundo do trabalho no Grão-Pará colonial durante o período pombalino, onde a tenaz resistência dos índios à disciplina de tempo e de trabalho imposta pela colonização, associada às altas taxas de mortalidade entre eles causadas pelas epidemias, intensificaram o tráfico negreiro para a capitania no século XVIII, durante a vigência da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão. A experiência colonial vivenciada por índios e negros, marcada pela excessiva exploração e opressão, levou-os a construir uma identidade de interesses e a desenvolver formas de resistência coletivas, o que justificou a radicalização das medidas repressivas por parte das autoridades coloniais.pt_BR
Aparece nas coleções:Artigos Científicos - FAHIS/IFCH

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Artigo_NegrosTerraNegros.pdf150,51 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons Creative Commons