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dc.creatorSILVA, Bianca Darski-
dc.date.accessioned2015-09-21T14:31:03Z-
dc.date.available2015-09-21T14:31:03Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationSILVA, Bianca Darski. Padrão de distribuição de assembléias de aves nas florestas de várzea do rio Madeira. 2014. 51 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará, Museu Paraense Emílio Goeldi, Belém, 2014. Programa de Pós-Graduação em Zoologia.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/6895-
dc.description.provenanceSubmitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2015-09-17T17:57:57Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 22974 bytes, checksum: 99c771d9f0b9c46790009b9874d49253 (MD5) Dissertacao_PadraoDistribuicaoAssembleias.pdf: 893792 bytes, checksum: ee41654c1c7415443d20e2fef839d0e1 (MD5)en
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dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Pará-
dc.publisherMuseu Paraense Emílio Goeldi-
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAvespt_BR
dc.subjectAvifaunapt_BR
dc.subjectAninhamentopt_BR
dc.subjectEspécie (Zoologia)pt_BR
dc.subjectFloresta de várzeapt_BR
dc.subjectSubstituição de espéciespt_BR
dc.subjectRio Madeira (Bacia do Amazonas)pt_BR
dc.subjectAmazônia brasileirapt_BR
dc.titlePadrão de distribuição de assembléias de aves nas florestas de várzea do rio Madeirapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasil-
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências Biológicas-
dc.publisher.initialsUFPA-
dc.publisher.initialsMPEG-
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::ZOOLOGIA::COMPORTAMENTO ANIMAL-
dc.contributor.advisor1SANTOS, Marcos Pérsio Dantas-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7941154223198901-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9724709323365426-
dc.description.resumoA variação da composição de espécies pode ser um reflexo de dois fenômenos: aninhamento, que ocorre quando a assembléia de um local pobre em número de espécies é apenas um subconjunto de uma assembléia mais rica em espécies; e a substituição de espécies, definida pela mudança de espécies entre locais decorrente de diferenças ambientais e restrições tanto espacial, como históricas. A continuidade linear das várzeas e a presença de ilhas fluviais pode facilitar a dispersão das espécies, sugerindo que a distância entre os locais seria o fator mais importante para diferenciar assembléias de aves nas várzeas. O rio Madeira é considerado uma barreira para diversas espécies de aves, especialmente as de subosque, no entanto, não é esperado que aves típicas de ambientes inundáveis tenham sua distribuição limitada por rios. O objetivo deste trabalho é investigar se há variação na composição de espécies de aves que ocupam as florestas de várzea do rio Madeira, mensurando a importância do aninhamento e da substituição de espécies, bem como a influência do ambiente e do espaço sobre o padrão encontrado. Para avaliar se o rio Madeira restringe a distribuição de aves que ocupam a várzea, testamos se há diferença na composição de espécies entre margens opostas. A amostragem de aves foi realizada nas florestas de várzea do rio Madeira, de Agosto à Setembro de 2011, pelo método de censo por Listas de 20 espécies e captura por redes de neblina. Utilizamos a análise de partição da diversidade beta para mensurar a importância do aninhamento e da substituição de espécies, seguida da análise de Mantel Parcial para avaliar o efeito do ambiente e do espaço sobre a variação da composição de espécies. Posteriormente foi realizada uma análise de similaridade para testar a diferença da composição entre margens opostas. A dissimilaridade na composição de espécies de aves foi alta e a substituição de espécies foi predominante na estruturação destas assembléias. O ambiente (representado pela altitude) explicou a maior parte da variação da composição de espécies e não houve efeito do espaço, porém o ambiente se mostrou espacialmente estruturado. Em relação à composição de espécies entre margens opostas, não encontramos diferença significativa. Entretanto, encontramos diferença significativa quando testamos apenas espécies de subosque, mas o mesmo não ocorreu quando selecionamos somente espécies típicas de várzea. As florestas de várzea do rio Madeira abrigam assembléias de aves altamente distintas entre si, o que está associado à substituição de espécies que ocorre no sentido alto-baixo deste rio. A altitude parece ser uma variável importante na variação da composição das espécies. Como previsto, aves de subosque não se distribuem igualmente entre margens opostas do rio Madeira, no entanto, quando se considera apenas espécies típicas de várzea, não parece haver efeito deste rio como barreira, possivelmente por utilizarem ilhas fluviais para acessar ambas as margens.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Zoologia-
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