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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorCASTRO, Nathália Santos Serrão de-
dc.creatorBRAGA, Camila Margalho-
dc.creatorTRINDADE, Paulo Arthur de Abreu-
dc.creatorGIARRIZZO, Tommaso-
dc.creatorLIMA, Marcelo de Oliveira-
dc.date.accessioned2017-05-29T12:31:39Z-
dc.date.available2017-05-29T12:31:39Z-
dc.date.issued2016-09-
dc.identifier.citationCASTRO, Nathália Santos Serrão de et al. Mercury in fish and sediment of Purus River, Acre State, Amazon. Cadernos Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 24, n. 3, p. 294-300, jul./set. 2016. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-462X2016000300294&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 29 maio 2017. <http://dx.doi.org/10.1590/1414-462x201600030142>.pt_BR
dc.identifier.issn2358-291Xpt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/8526-
dc.description.abstractCore subject: To quantify the Hg content of sediment and fish collected along the Purus River (Acre State, Amazon) in order to identify if those samples could be a potential route of Hg exposure to the population of Manoel Urbano (a riverside community). Methods: The total mercury (THg) was quantified using the Cold Vapor Atomic Absorption technique. Results: We collected 06 samples of sediment and 264 samples of fish. The Hg in sediments ranged between 0.038 and 0.065 µg.g–1.The results indicate that sediment is in agreement with “uncontaminated” Amazonian rivers. The carnivorous species presented the highest level of Hg on muscle (mean 0.927 µg/g–1), followed by piscivorous (mean 0.873 µg.g–1), planktophagus (mean 0.566 µg.g–1), omnivorous (mean 0.533 µg.g–1) and detritivorous (mean 0.176 µg/g–1). Fourty four percent (44%) of the total species collected presented mean levels of THg on muscle, a percentage greater than the threshold recommended by WHO. Conclusion: Some species may be a route for Hg exposure. The sediment is within the normality. The authors suggest that other factors, such as culture and society, should be considered for future researches in order to promote the population healths.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Luciana Alcantara (lalcantara@ufpa.br) on 2017-05-29T12:30:42Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Artigo_MercuryFishSediment.pdf: 1714795 bytes, checksum: b3f27e337573a6dfaad441c0655dc2fe (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2017-05-29T12:31:39Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Artigo_MercuryFishSediment.pdf: 1714795 bytes, checksum: b3f27e337573a6dfaad441c0655dc2fe (MD5) Previous issue date: 2016-09en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofCadernos Saúde Coletivapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMercúriopt_BR
dc.subjectPeixept_BR
dc.subjectSedimentospt_BR
dc.subjectRio Purus - AMpt_BR
dc.subjectAcre - Estadopt_BR
dc.subjectAmazôniapt_BR
dc.subjectRibeirinhos-
dc.titleMercury in fish and sediment of Purus River, Acre State, Amazonpt_BR
dc.title.alternativeMercúrio em peixe e em sedimento do Rio Purus, Estado do Acre, Amazôniapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.citation.volume24pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage294pt_BR
dcterms.citation.epage300pt_BR
dc.description.resumoTema central: Quantificar o teor de mercúrio (Hg) em sedimentos e em peixes coletados ao longo do rio Purus, no Estado do Acre, Região Amazônica, a fim de identificar se essas amostras conferem uma via potencial de exposição do Hg para a população de Manoel Urbano (uma comunidade ribeirinha). Métodos: O mercúrio total (HgT) foi quantificado utilizando a técnica de absorção atômica por vapor frio. Resultados: Seis amostras de sedimentos e 264 amostras de peixes foram coletadas. O Hg em sedimentos de fundo variou entre 0,038 e 0,065 µg.g–1 (média de 0,050 µg.g–1). Os resultados indicam que os sedimentos estão de acordo com rios amazônicos “não contaminados”. As espécies carnívoras apresentaram o mais alto nível de Hg no músculo (média de 0,927 µg/g–1), seguido por piscívoros (média de 0,873 µg/g–1), planctófagos (média de 0,566 µg/g–1), onívoros (média de 0,533 µg/g–1) e detritívoros (média de 0,176 µg/g–1). Além disso, 44% do total de espécies coletadas apresentaram níveis médios de HgT no músculo superior ao limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Conclusão: Algumas espécies podem ser uma via para a exposição ao Hg. O sedimento encontra-se dentro na normalidade. Os autores consideram que outros fatores, como a cultura e a sociedade, devem ser considerados para pesquisas futuras a fim de promover a saúde dessa população.pt_BR
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