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dc.creatorOLIVEIRA, Alessandra Nunes de-
dc.creatorSILVA, Luiz Eduardo Ferreira da-
dc.creatorCASTRO, Jetur Lima de-
dc.date.accessioned2018-11-13T21:06:01Z-
dc.date.available2018-11-13T21:06:01Z-
dc.date.issued2018-12-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Alessandra Nunes de; SILVA, Luiz Eduardo Ferreira da; CASTRO, Jetur Lima de. (Re)visitando o Estado Novo no Brasil: uma análise da censura e a difusão cultural dos livros nas bibliotecas. Em Questão, Porto Alegre, v. 24, n. 3, p. 125-151, set./dez. 2018. Disponível em: <http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10393>. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1808-5245pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10393-
dc.description.abstractThe article about the relations between censorship and the measures of implementation of the cultural dissemination of the books in the libraries, in the Estado Novo, in Brazil. It presents a theoretical approach of a historical, bibliographic and documentary nature, in which the indicium knowledge was adopted by which interpretative aspects of other forms of knowledge that share the clues and footprints through indirect knowledge are evidenced. Considerations are made on the development of the Instituto Nacional do Livro in libraries, under the influence of the Estado Novo, and the relation of censorship with the Departamento de Imprensa e Propaganda, which was connected to the interests of the government in relation to the expansion and dissemination of books. It is considered that the book and the reading were great efforts in the politics of Vargas in the Estado Novo, with the creation of Instituto Nacional do Livro, a dangerous act, in advertising, instanced in the name of morality and good manners and, as a result of censorship and repression of the freedom of expression of the great Brazilian authors, such as Jorge Amado, Monteiro Lobato, Cecilia Meireles and José Lins do Rego. Therefore, it is necessary to question, because there is still a tendency to the conservative vestiges, such as the ones from Estado Novo due to the usual traditions established in the work environments, the climate of vigilance in the institutions and the common policies in libraries.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofEm Questãopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttps://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/80013pt_BR
dc.subjectDifusão culturalpt_BR
dc.subjectDitadura Militar - Bibliotecaspt_BR
dc.subjectEstado Novo - Brasilpt_BR
dc.subjectCensurapt_BR
dc.title(Re)visitando o Estado Novo no Brasil: uma análise da censura e a difusão cultural dos livros nas bibliotecaspt_BR
dc.title.alternative(Re)visiting the Estado Novo in Brazil: an analysis of censorship and cultural dissemination of books in librariespt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4843006321155226pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7757626842906197pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9611821674215117pt_BR
dc.citation.volume24pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage125pt_BR
dc.citation.epage151pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.19132/1808-5245243.125-151pt_BR
dc.description.resumoO artigo traz uma discussão sobre as relações da censura com as medidas de implementação da difusão cultural dos livros nas bibliotecas no Estado Novo no Brasil. Configura-se como uma abordagem teórica de cunho histórico, bibliográfico e documental, em que foi adotado o conhecimento indiciário sobre as quais evidenciam-se os aspectos interpretativos de outras formas do saber que partilham das pistas e das pegadas por meio do conhecimento indireto.  São feitas considerações sobre o desenvolvimento do Instituto Nacional do Livro nas bibliotecas, sob a influência do Estado Novista, e sobre a relação da censura com o Departamento de Imprensa e Propaganda, com o qual estava coligada aos interesses do governo em questão em relação à expansão e à difusão dos livros. Considera-se que o livro e a leitura foram um esforço grande na política de Vargas com o Estado Novo, com a criação do Instituto Nacional do Livro, um ato perigoso, diga-se, na propaganda, instanciado em nome da moral e dos bons costumes e, por conseguinte, alvo da censura e da repressão à liberdade de expressão de grandes autores brasileiros citados no estudo, como Jorge Amado, Monteiro Lobato, Cecília Meireles e José Lins do Rego. Portanto, é necessário questionar, visto que ainda há uma tendência aos vestígios conservadores, como o do Estado Novo, devido às tradições habituais instauradas nos ambientes de trabalho, ao clima de vigilância nas instituições e às políticas comuns em bibliotecas.pt_BR
dc.description.affiliationOLIVEIRA, A. N. Mestranda da Universidade Federal do Pará, Instituto de Letras e Comunicação, Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia (Período 2018 – atual)pt_BR
dc.description.affiliationCASTRO, J. L. Mestrando da Universidade Federal do Pará, Instituto de Letras e Comunicação, Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia (Período 2018 – atual)pt_BR
Appears in Collections:Artigos Científicos - ILC

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