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dc.creatorLEMOS, Flávia Cristina Silveira-
dc.creatorGALINDO, Dolores Cristina Gomes-
dc.creatorCASTELAR, Marilda-
dc.creatorJÚNIOR REIS, Leandro Passarinho-
dc.creatorPIANI, Pedro Paulo Freire-
dc.creatorNOGUEIRA, Thais-
dc.date.accessioned2019-08-06T12:08:04Z-
dc.date.available2019-08-06T12:08:04Z-
dc.date.issued2017-12-
dc.identifier.citationLEMOS, Flávia Cristina Silveira et al. |Unesco, mulheres e biopoder no Brasil: alguns apontamentos. Fractal: Revista de Psicologia, Rio de Janeiro, v. 29, n. 3, p. 224-230, set./dez. 2017. DOI: http://dx.doi.org/10.22409/1984-0292/v29i3/1052. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11394. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1984-0292pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11394-
dc.description.abstractThis article interrogates the practices of the United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO) towards brazilian women. Elaborates the Foucault´s analytics of racists and utilitarian discourses that promote discipline and securitarian regulations through education and culture. The concern with the violated rights in developing countries named by UNESCO and its designated partners, constitutes an important bulkhead to violence. However, guidelines and practices recommended by this multilateral Organization although potencially capable of producing specific improvements in the lives of some women, update neoliberal biopolitics justified by humanitarian and universalizing principles. Women are on UNESCO’s agenda from the perspective of threatened security and security, translated into public policies aimed at them and their children.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofFractal: Revista de Psicologiapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1984-02922017000300224&lng=pt&nrm=isopt_BR
dc.subjectUNESCOpt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectBiopolíticapt_BR
dc.subjectDisciplinapt_BR
dc.titleUNESCO, mulheres e biopoder no Brasil: alguns apontamentospt_BR
dc.title.alternativeUNESCO, women and biopower in Brazil: some notespt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8132595498104759pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6781116835399339pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5770576514922680pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8106073837131437pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/643410047366670pt_BR
dc.citation.volume29pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage224pt_BR
dc.citation.epage230pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.22409/1984-0292/v29i3/1052 pt_BR
dc.description.resumoO texto interroga as práticas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) frente às mulheres brasileiras e opera uma analítica dos discursos racistas e utilitaristas que promovem disciplina e regulações securitárias com base na educação e cultura. A preocupação com os direitos violados nos países chamados em desenvolvimento pela UNESCO, e seus designados parceiros se, de um lado, constitui um importante anteparo às violências, de outro, cria condições para práticas disciplinares e securitárias de base neoliberal e mundializada que devem ser problematizadas. As mulheres entram na agenda da UNESCO sob o ângulo da segurança ameaçada e da segurança a realizar traduzido em políticas públicas dirigidas a elas e a seus filhos.pt_BR
dc.description.affiliationLEMOS, F.C.S; LEANDRO, P.R.J; THAIS, N. Universidade Federal do Pará, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (FAPSI/IFCH)pt_BR
Appears in Collections:Artigos Científicos - FAPSI/IFCH

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