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dc.creatorSILVA, Rubens Elias da-
dc.creatorBONFIM, Fernanda da Silva-
dc.creatorSOUZA, Rogério Ribeiro de-
dc.date.accessioned2020-01-10T13:28:36Z-
dc.date.available2020-01-10T13:28:36Z-
dc.date.issued2014-06-
dc.identifier.citationSILVA, Rubens Elias da; BONFIM, Fernanda da Silva; SOUZA, Rogério Ribeiro de. Mulheres, saberes práticos, relações de gênero e a floresta. Nova Revista Amazônica, Bragança, v. 2, n. 1, p. 38-49, jan./jun. 2014. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v2i1.6293. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12143. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2318-1346pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12143-
dc.description.abstractThis work investigates the role of women collectors of seeds in the construction of practical knowledge with demarche gender relations as a nodal point for the elaboration of this knowledge in inspite of sexual and social divisions of work. The locus of the research is the Maguari community, located inside of National Tapajós Forest, Belterra, Western of Pará. The collectors of seed play the role of learning, to master n and use the resources available in the forest. This role is effectivated in knowledge across generations. Therefore the close contact with the same wedge the identity of the social group and gives them the sense of being and existence. The community forest land area according to our observations are made through social relationships between foresters and collectors of seeds. This association to the work of collectors becomes effective and can provide the capital injection required for social production, and also ensures the permanence of populations living within the forest. From what has been observed in the fieldwork is the existing differences in gender relations that emerge in the possible work tasks within the forest hatching in efficient social cooperation strategies between genders, reflecting discussions about echofeminism.en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofNova Revista Amazônicapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttps://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/6293pt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectSaberes práticospt_BR
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectCooperaçãopt_BR
dc.subjectFlorestapt_BR
dc.subjectWomenen
dc.subjectPractical knowledgesen
dc.subjectGenderen
dc.subjectCooperationen
dc.subjectForesten
dc.titleMulheres, saberes práticos, relações de gênero e a florestapt_BR
dc.title.alternativeWomen, practical knowledge, gender relations and the forestpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8000215626928980pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9163956978618154pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6500109084830835pt_BR
dc.citation.volume2pt_BR
dc.citation.issue1pt_BR
dc.citation.spage38pt_BR
dc.citation.epage49pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.18542/nra.v2i1.6293pt_BR
dc.description.resumoEste artigo discute o papel das mulheres coletoras de sementes na construção de saberes práticos a partir do contato cotidiano com a floresta, tendo como démarche as relações de gênero como ponto nodal para a reconstrução das divisões social e sexual do trabalho. O locus da pesquisa é a comunidade do Maguari, localizada no interior da Floresta Nacional do Tapajós, no município de Belterra, oeste do Pará. As coletoras de sementes desempenham o papel de apreender, dominar e usufruir os recursos disponíveis na floresta. Esse papel efetiva-se num saber-fazer transmitido ao longo de gerações de mulheres coletoras, pois o contato estreito com a floresta define uma a identidade do grupo social e lhes confere sentido de ser e existir. A propriedade comunitária da floresta – segundo nossa observação em campo – passa a ser constituída através de relações sociais de cooperação entre mateiros e coletoras de sementes. Essa associação é fundamental para que o trabalho de coleta se efetive e possa oferecer a entrada de capital necessário para a reprodução social e, também, assegure a permanência de populações vivendo dentro da floresta. A partir do que foi visto em campo, as diferenciações existentes nas relações de gênero emergem no sentido prático de tornar exequível as tarefas de trabalho dentro da floresta, eclodindo em estratégias sociais eficientes de cooperação entre gêneros, refletindo na prática reflexões discutidas pelo ecofeminismo.pt_BR
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