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dc.creatorMENESES, Antonio Alan Dantas de-
dc.date.accessioned2014-01-27T15:34:48Z-
dc.date.available2014-01-27T15:34:48Z-
dc.date.issued2012-10-29-
dc.identifier.citationMENESES, Antonio Alan Dantas de. O cangaço em “Fogo morto” e em “Os Desvalidos”. 2012. 87 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará, Instituto de Letras e Comunicação, Belém, 2012. Curso de Pós-Graduação em Letras.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/4662-
dc.description.abstractThis study aims to establish a comparative analysis between novels of the twentieth century Brazilian literature, regarding the approach taken by the works of social and historical phenomenon of the cangaço. The works Fogo Morto of José Lins do Rego and the Os Desvalidos of Francisco Dantas represent two different moments of northeast fictional production. The first work is inserted into the fiction of the '30s and '40s. The Fogo Morto consists in the tenth novel of the writer represented by character Jose Amaro, saddler that turns into helper outlaw Antonio Silvino. The second works published in 1993 represents regional fiction. The novel is based in the point of view of character Coriolano that unlike Jose Amaro he demonstrates hatred by cangaço represented by Lampião. The comparative analysis of the work was preceded by a historical study of the cangaço, as well as, the ambiguous characterization of the “cangaçeiro” presents in the northeast popular imagination. Indeed, the cangaceiro is represented as hero and sometimes seen as outlaw. The contradictory point of view appears in the two novels analyzed in this work. The historical approach of the cangaço is made from studies of authors such as Facó Rui (1983), Maria Isaura Pereira de Queiroz (1977) and Luis Bernardo Pericás (2010). It was also essential a brief survey of Camara Cascudo (2005) which helps to understand the cangaceiro as a regional folk hero. Finally, for the comparative study between of Fogo Morto and Os Desvalidos were used works of authors such as José Paulo Paes (1995) and Sonia Lucia Ramalho de Farias (2006), which supply important elements to relation between works of nature regionalist produced by writers from the Northeast.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Pará-
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.subjectRego, José Lins do, 1901-1957. Fogo morto - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectDantas, Francisco, 1911-2000. Os Desvalidos - Crítica e interpretaçãopt_BR
dc.subjectLiteratura comparadapt_BR
dc.subjectLiteratura brasileira - Séc. XX - História e críticapt_BR
dc.titleO cangaço em “Fogo morto” e em “Os Desvalidos”pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasil-
dc.publisher.departmentInstituto de Letras e Comunicação-
dc.publisher.initialsUFPA-
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRA-
dc.contributor.advisor1FURTADO, Marli Tereza-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2382303554607592-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8287369667161244-
dc.description.resumoO presente estudo visa a estabelecer uma análise comparativa entre dois romances da literatura brasileira do século XX, no que tange à abordagem realizada pelas obras do fenômeno histórico-social do cangaço. As obras escolhidas, Fogo Morto, de José Lins do Rego, e Os Desvalidos, de Francisco Dantas, representam dois momentos distintos da produção ficcional nordestina. A primeira está inserida na corrente ficcional das décadas de 30 e 40. Décimo romance do escritor paraibano, Fogo Morto representa o cangaço na perspectiva do personagem José Amaro, seleiro que se transforma em ajudante do cangaceiro Antônio Silvino. A segunda obra, publicada em 1993, representa uma retomada da ficção regionalista. O romance focaliza o cangaço sob o ponto de vista de Coriolano, personagem que, ao contrário de José Amaro, demonstra ódio implacável pelo cangaço, no romance representado por Lampião. A análise comparativa das obras foi precedida pelo estudo das raízes históricas do cangaço, bem como a caracterização do cangaceiro como ser carregado de dubiedade no imaginário popular nordestino. Com efeito, o cangaceiro ora é representado como herói, ora é encarado como bandido pelo sertanejo, sendo que essa visão contraditória é transportada para a ficção, aparecendo nos dois romances que são analisados neste trabalho. A abordagem histórica do cangaço é realizada a partir de estudos de autores como Rui Facó (1983), Maria Isaura Pereira de Queiroz (1977) e Luiz Bernardo Pericás (2010). Também foi imprescindível um breve estudo de Câmara Cascudo (2005), que auxilia a compreender a figura do cangaceiro enquanto herói popular regional. Finalmente, como suporte para o estudo comparativo entre Fogo Morto e Os Desvalidos foram utilizados trabalhos de autores como José Paulo Paes (1995) e Sônia Lúcia Ramalho de Farias (2006), que fornecem elementos importantes para o estabelecimento de relações entre obras de cunho regionalista, produzidas por escritores nordestinos.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Letras-
Appears in Collections:Dissertações em Letras (Mestrado) - PPGL/ILC

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