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dc.creatorPICANÇO, Marcelo de Souza-
dc.creatorANGÉLICA, Rômulo Simões-
dc.creatorBARATA, Márcio Santos-
dc.date.accessioned2014-11-13T11:50:50Z-
dc.date.available2014-11-13T11:50:50Z-
dc.date.issued2012-06-
dc.identifier.citationPICANÇO, Marcelo de Souza; ANGÉLICA, Rômulo Simões; BARATA, Márcio Santos. Atividade pozolânica de arenito zeolítico da região Nordeste do Brasil. Rem: Revista Escola de Minas, Ouro Preto, v. 65, n. 2, p. 161-168, abr./jun. 2012. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rem/v65n2/03.pdf>. Acesso em: 30 jul. 2014. <http://dx.doi.org/10.1590/S0370-44672012000200003>.pt_BR
dc.identifier.issn0370-4467-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/6052-
dc.description.abstractIn northeastern Brazil, sedimentary zeolites occur associated with sandstones of the Corda Formation (Parnaiba Paleozoic Basin), discovered in the 2000s. These sandstones are composed of quartz, natural zeolites (estilbite) and clay minerals (smectite). Preliminary studies have shown that this sandstone can be used as a pozzolanic material in Portland-cement-based systems after the material has been sieved to remove the quartz and after thermal activation because the estilbite has low pozzolanic activity. The main objective of this study was to determine the best particle size distribution that yields the highest smectite and zeolite concentration, besides the best temperature for higher pozzolanic activity. The experimental program employed the zeolitic sandstone passing through a #200 and #325 mesh sieve and calcination at the following temperatures: 150°C, 300°C and 500°C. Chemical analysis of the sieved samples was carried out by X-ray fluorescence spectroscopy and X-ray diffractometry, while mineralogical characterization was done by X-ray and thermogravimetric analysis and thermogravimetry..To assess reactivity, calorimetry driving and mechanical tests for pozzolanic activity in hydrated lime and cement Porltand were performed. The results showed that the sample sieved through at #200 mesh was the most suitable because it had a higher concentration of estilbite and a higher percentage of material seived compared to the sample sieved at #325 mesh, 15% and 2% respectively. The 500°C calcination temperature was accompanied by increased pozzolanic activity due to changes in estilbite and smectite cristalinity; the more moderate temperatures of 150°C and 300°C were not sufficient to achieve similar results. The mortars with sandstone sieved at #200 mesh and calcinated at 500°C reached the minimum limits required for a material to be considered as pozzolanic, i.e, 6 MPa for hydrated lime mortars and 75% for the pozzolanic index activity (PAI).pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Aberto-
dc.subjectPozolanaspt_BR
dc.subjectArenitopt_BR
dc.subjectZeolitospt_BR
dc.subjectCimento Portlandpt_BR
dc.subjectComposição químicapt_BR
dc.subjectEstilbitapt_BR
dc.subjectRegião Norte - Brasilpt_BR
dc.titleAtividade pozolânica de arenito zeolítico da região Nordeste do Brasilpt_BR
dc.title.alternativePozzolanic activity of zeolite-bearing sandstone from northeast Brazilpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.resumoNo nordeste do Brasil, existe a ocorrência de zeolitas sedimentares relacionadas a arenitos, descoberta nos anos 2000. Esses arenitos são constituídos de quartzo, zeolitas naturais (estilbita) e argilominerais (esmectita). Estudos preliminares constataram que esse arenito pode ser empregado como material pozolânico em sistemas à base de cimento Portland, desde que o material seja peneirado para remoção do quartzo e ativado termicamente, uma vez que a estilbita é zeolita de baixa atividade pozolânica. O objetivo geral desse trabalho foi determinar qual a fração granulométrica que proporciona a maior concentração de zeolita e esmectita e a temperatura de calcinação que acarreta a maior atividade pozolânica. No programa experimental, empregou-se o arenito zeolítico passante nas peneiras #200 e #325 e calcinado às temperaturas de 150ºC, 300ºC e 500ºC. A análise da caracterização mineralógica das amostras peneiradas foi realizada por difração de raios X, por análises termogravimétrica e termodiferencial. Para avaliação da reatividade, foram realizados ensaios mecânicos de atividade pozolânica em argamassas de cal hidratada e cimento Porltand. Os resultados mostraram que a amostra peneirada na peneira #200 foi a mais adequada porque apresentou elevada concentração de estilbita e um percentual maior de material passante em comparação a amostra da peneira #325, 15% e 2% respectivamente. A temperatura de calcinação de 500ºC foi a que proporcionou a maior atividade pozolânica, em razão da modificação mais efetiva da estrutura cristalina, tanto da estilbita, como da esmectita. As temperaturas mais moderadas a 150ºC e 300ºC não foram suficientes para a obtenção dos mesmos resultados. As argamassas com o arenito passante na peneira #200 e calcinado a 500ºC atingiram os valores limites mínimos exigidos para que um material seja considerado pozolânico, no caso, 6 MPa para argamassas de cal hidratada e 75% para o índice de atividade pozolânica (IAP).pt_BR
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