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metadata.dc.type: Dissertação
Issue Date: 20-Feb-2015
metadata.dc.creator: FERNANDES, Rafael Monteiro
metadata.dc.contributor.advisor1: LIMA, Rafael Rodrigues
metadata.dc.contributor.advisor-co1: SILVA, Márcia Cristina Freitas da
Title: Avaliação neurocomportamental da exposição crônica ao Mercúrio inorgânico na memória social e memória emocional de ratos wistar machos adultos
Citation: FERNANDES, Rafael Monteiro. Avaliação neurocomportamental da exposição crônica ao Mercúrio inorgânico na memória social e memória emocional de ratos wistar machos adultos. 2015. 58 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências Biológicas, Belém, 2015. Programa de Pós-Graduação em Neurociências e Biologia Celular.
metadata.dc.description.resumo: O mercúrio inorgânico é facilmente absorvido por ingestão ou via cutânea. Entretanto, uma quantidade relativamente pequena de Hg2+ atravessa a barreira hematoencefálica ou as membranas biológicas, sendo em ratos adultos, o transporte axonal retrógrado a única via para a absorção de Hg2+ por neurônios, apresentando um forte potencial neurotóxico. Desta forma, o presente estudo objetivou investigar os efeitos da exposição crônica ao cloreto de mercúrio em memória social e emocional de ratos adultos. Para isso utilizou-se ratos Wistar, machos (n=40), com 5 meses de idade, distribuídos em dois grupos, um dos quais foi exposto ao Cloreto de Mercúrio (HgCl2) via oral, por gavagem intra-gástrica (0,375mg/Kg), durante 45 dias. O outro grupo, denominado grupo controle (n=20) recebeu água destilada por gavagem. Foram utilizados os seguintes testes comportamentais: teste do campo aberto, teste de reconhecimento social para avaliação de memória social; o Teste do Labirinto em T Elevado (LTE) foi usado para avaliar o aprendizado do estado de esquiva e as memórias de curta e longa-duração. Após a finalização dos testes, os animais foram sacrificados para a dosagem do mercúrio total no hipocampo e através de um Espectrofotômetro de Absorção Atômica. Os resultados revelaram que os animais submetidos à exposição ao cloreto de mercúrio não manifestaram déficits em atividade exploratória. Nos dados do Teste de Reconhecimento Social, observamos que não houve alteração em memória social. No teste do LTE, o grupo exposto ao HgCl2 necessitou de um número maior de exposições para aquisição do critério de esquiva (p<0,05) e apresentaram latência maior no braço aberto do aparato (p<0,05). Após 24 horas, verificou-se que os animais expostos passaram menos tempo no braço fechado em relação ao grupo controle, sugerindo déficits de memória de longa duração. Ao observar apenas o grupo HgCl2, percebeu-se uma melhora no reteste, indicando preservação na memória de curta duração. Os dados de espectrometria de absorção atômica mostraram uma maior deposição de mercúrio no hipocampo de animais intoxicados, em relação aos animais do grupo controle.
Abstract: Inorganic mercury is easily absorbed by ingestion or cutaneous. However, a relatively small amount of Hg2 + crosses the blood brain barrier or biological membranes, and in adult rats, the retrograde axonal transport only way to Hg2+ uptake by neurons, presenting great potential neurotoxic. The aim of this study was to determine the effects of chronic exposure to mercury chloride in social and emotional memory in adult rats. For this we used male Wistar rats (n= 40) with 5 months of age , divided into two groups , one of which was exposed to mercury chloride (HgCl2) by intragastric gavage (0,375mg / kg) for 45 days. The other group, called the control group (n=20) received distilled water by gavage. The following behavioral tests were used: the open field test, social recognition test for the evaluation of social memory; the elevate T maze test (LTE) was used to assess learning in the state of avoidance and short and long - term memories. After completion of the tests, the animals were sacrificed to evaluate the level of total mercury in the hippocampus by an Atomic Absorption Spectrophotometer. The results showed that animals subjected to exposure to mercury chloride did not show deficits in exploration activity. The data from social recognition test, showed that there was no change in social memory. In LTE test, the group exposed to HgCl2 required a greater number of exposures for the acquisition of avoidance criteria (p<0.05) and a higher latency in the open apparatus arm (p<0.05). After 24 hours, it was found that treated animals spent less time in the closed arms than in the control group, suggesting the long-term memory deficits. By just watching the HgCl2 group, noticed an improvement in the retest, indicating preservation in the short-term memory. The data of atomic absorption spectrometry showed greater deposition of mercury in the hippocampus of affected animals, as compared to control animals.
Keywords: Comportamento animal
Cloreto de mercúrio
Mercúrio inorgânico
Intoxicação por mercúrio
Memória
metadata.dc.subject.cnpq: CNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FARMACOLOGIA::TOXICOLOGIA
metadata.dc.publisher.country: Brasil
Publisher: Universidade Federal do Pará
metadata.dc.publisher.initials: UFPA
metadata.dc.publisher.department: Instituto de Ciências Biológicas
metadata.dc.publisher.program: Programa de Pós-Graduação em Neurociências e Biologia Celular
metadata.dc.rights: Acesso Aberto
Appears in Collections:Dissertações em Neurociências e Biologia Celular (Mestrado) - PPGNBC/ICB

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